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Laranja Mecânica
Laranja Mecânica
5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
No satírico, ultra-violento e pornográfico livro publicado por Anthony Burgess em 1962, Stanley Kubrick encontrou mais uma de suas obras-primas. Laranja Mecânica chegava aos cinemas em 1971, narrando as desventuras do carismático sociopata Alex (Malcolm McDowell) e seus droogs (Pete, Georgie e Dim) em uma Grã-Bretanha distópica e brutal.

Em 2011, o filme ganhou uma restauração em digital 4K em comemoração aos seus 40 anos e teve sua primeira exibição pública no Festival de Cannes naquele ano. Desde então, circulou por festivais e ganhou uma edição em Blu-ray. Celebrando a chegada da versão restaurada do filme a São Paulo, separamos dez curiosidades sobre o longa:

Ao escolher Beethoven como trilha sonora, fica marcada a metáfora. Genial como o impacto surdo que propõe. Atuações magistrais, (muito embora com cenas muito marcadas, como a da briga), figurino fantástico, roteiro afiado e uma trilha sonora que dispensa comentários. Mainstrem!

genial mesmo pois foi na época um soco no estomago da sociedade conservadora que censurou o filme em varios paises, é mais uma obra prima de kubrick.agora a pergunta que não quer calar como esse filme perdeu o oscar de melhor filme para operação frança, acho que o oscar é realmente uma piada.
Melhor Filme Que Ja Vi, Cada Cena desse Filme Me Marca Muito, Aprendi com Esse Filme Que a mascara cai para ambos "lados", a sociedade se sente no direito de julgar determinadas questões, porém cegas de saber que o mal (no caso a violência) sobrecarrega suas mentes e com isso a usam para o julgamento. vivemos como largatos... Ora somos ratos... Ora somos gatos... Nunca sabemos a pele que vestir.

O perfeccionismo insano do diretor está estampado em cada plano de Laranja Mecânica. Seja jogando pela janela (leia-se 'destroçando') seis câmeras até conseguir a queda ideal, seja filmando em um único plano cinquenta segundos de uma tentativa de afogamento (e contaminando o espectador com a angústia da falta de ar). Kubrick foi um louco. E um gênio. Decerto a linha que separa os dois predicados é das mais tênues. Malcom McDowell, na pele do complexo Alex, dá um show à parte, consagrando-se um ator como poucos. Enfim, pegue um copo de leite e deixe-se satisfazer com um pouco da velha ultraviolência. Proteja o gúliver e prepare-se: é Horroshow!
Genial.