Filmes
Séries
Programas
Que tragéééééééédiaaaaaa! #choreilitros
Tem fofura - o Baymax -, tem nerdice, tem algumas raras risadinhas e tem muitas lágrimas. Ação faltou. E um pouco mais de alegria na vida do Hiro cairia bem também.
Tem fofura - o Baymax -, tem nerdice, tem algumas raras risadinhas e tem muitas lágrimas. Ação faltou. E um pouco mais de alegria na vida do Hiro cairia bem também.
"Boa Sorte" é bobo como o ingênuo amor do protagonista João e sua suposta invisibilidade. E se no início a tolice pode até ser considerada fofa e engraçadinha, logo torna-se ridícula a ponto de destruir os momentos que deveriam ser os mais emocionantes da obra. Fora do tom. Assim como Deborah Secco, que, num esforço visível para enfim ser levada a sério, coloca peso demais em algo que não exigia tanto, nem merecia.
spoiler:
Muitos risos no momento "Harry Potter".
Que triste essa mania de que cinebiografia tem que dar conta de toooooda a vida do personagem... O filme é até divertido em sua primeira metade, mas vai perdendo o gás conforme Tim envelhece.
Um menino cresce diante da câmera. Bonito, bacana e é o que acontece ao longo de 3 horas. Sensacional essa ideia de filmar ao longo de vários anos, como ninguém pensou nisso antes? Pensaram sim, todos aqueles que compraram câmera e usaram para filmar os eventos de família, a reunião anual do Natal, momentos importantes ou bobos, a vida. Ah, você não filmou coisas políticas, não sabia muito de edição, não escolheu muito bem a trilha ...
Leia Mais
Leia Mais
Tedioso, porém belo e profundo. Assim como os protagonistas.
É tudo sobre Adèle. A dona da boca que toma conta da tela, que come com prazer, que tem sono agitado, que seduz, que não precisa de batom, que vai sem medo, que grita, que chora e come meleca, que ama, que chupa, que nunca cospe, que defende a profissão diante da pressão artística burguesa da namorada e seus pares. Satisfeita com o amor, tal qual a Pomme de "Um Amor Tão Frágil" (1977), interpretada por Isabelle Huppert, Adèle não ...
Leia Mais
Leia Mais
Belas atuações de Rodrigo Garcia, Irandhir Santos e Jesuita Barbosa num filme que erroneamente valoriza mais o c* que qualquer outra coisa. Vários temas interessantes preteridos em prol de uma piada exaustivamente repetida.
Superficial.
O roteiro, fraco e fragmentado, não permite que a trama ganhe "corpo" e tampouco faz jus à Bishop e Lota - esta um mero amontoado de clichês.
Bruno Barreto executa uma direção burocrática, com planos extremamente óbvios que por vezes causam até constrangimento.
A música é excessiva, assim como a quantidade de logos no início do filme - cinema brasileiro é isso aí.
Não é uma obra sobre o relacionamento de duas - três? ...
Leia Mais
Leia Mais
Ninguém passa incólume pelos 27. Um "sismance" bem otimista. E lindo.
Um comercial de perfume/creme dental/Renew com quase duas horas de duração.
Perfis deslumbrantes, corpos sarados, praia paradisíaca, o sol a brilhar, cabelos molhados, gente bonita e alguma pegação.
Felizmente os vinte derradeiros minutos adicionam também um razoável drama à equação e o fim, se não surpreende, pelo menos fecha de forma interessante a estória.
É a beleza por si só, vazia, sem emoção, insípida, previsível e ...
Leia Mais
Leia Mais
Jaoui tentou e falhou.
A intenção era boa, mas o filme é medíocre. Nada funciona, muito menos o tom fabular.
A intenção era boa, mas o filme é medíocre. Nada funciona, muito menos o tom fabular.
E a maior dor do mundo?
"Noite de Reis" tem um ritmo particular. É lento como a superação do trauma, cadenciado como a batida da folia de reis, pacato como Paraty em baixa temporada. Mas a estrada não é tão boa e por vezes acontece uma transição abrupta, incômoda, daquela que serve pra te lembrar que é um filme e Dora não está ali. Dora, essa mulher levada com força por Bianca Byington, aquela que encanta pelo mistério e parece ser ...
Leia Mais
Leia Mais
Jacques Audiard é um dos melhores diretores em atividade na França. Consegue ser seco, violento e ainda assim emocionar. É hábil na mistura de gêneros, impecável na direção de atores. Não filma ideais, realça imperfeições. A dor, a vingança, o sacrifício, o masoquismo, o amor. "Ferrugem e Osso" tem (quase) tudo isso e mais uma dupla de peso: Matthias Schoenaerts e Marion Cottilard. Começa bem e só melhora. É sensível, ...
Leia Mais
Leia Mais
Como é bom se deparar com um belo drama histórico em pleno 2012. Esse gênero tão odiado e engessado, que quando rende é capaz de gerar obras de excelência como esta. Poucas vezes vi um filme conjugar tão bem política, amor, poder, História e cinema. A fórmula? História real desconhecida e empolgante + fotografia e direção de arte impecáveis + direção correta + roteiro equilibrado + um trio de protagonistas inacreditavelmente ...
Leia Mais
Leia Mais
Espécie de primo pobre de "Os Intocáveis", "Os Infratores" peca pela falta. Sim, desde o início sabemos que os Bondurant são caipiras, se vestem mal, não possuem as melhores armas nem muito dinheiro. Porém, reza a lenda que são imortais. E? E não são, obviamente. Mas isso quase nunca é posto a prova nas longas quase duas horas de filme. Há muito mais ameaças do que brigas. Para o que pretendia ser uma mistura de filme de gângster com ...
Leia Mais
Leia Mais
Vi e não soube o que achar. São minutos de muita loucura, cores, vidas, movimentos... Imagens inebriantes que aparentemente levam a lugar nenhum. Mas levam. À perguntas desafiadoras e constantes (sem respostas e clichês, mas eternas). O que é cinema? O que é viver? O que é ser?
Conceitos transbordam.
Contexto? Espaço? Aparência? Tempo?
Tempo demais que Carax ficou afastado das telas, mas voltou ainda melhor. E apostando alto na ...
Leia Mais
Leia Mais