Taiani M.
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Boa Sorte
Boa Sorte
1,5
Enviada em 30 de novembro de 2014
"Boa Sorte" é bobo como o ingênuo amor do protagonista João e sua suposta invisibilidade. E se no início a tolice pode até ser considerada fofa e engraçadinha, logo torna-se ridícula a ponto de destruir os momentos que deveriam ser os mais emocionantes da obra. Fora do tom. Assim como Deborah Secco, que, num esforço visível para enfim ser levada a sério, coloca peso demais em algo que não exigia tanto, nem merecia.