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“Bomba” mesmo. Nossa, que grande BOMBA ATÔMICA. Para mim, o problema de filmes do tipo é que não me encantam mais, tão fora da realidade que não mais me envolvem. Aliás, todos nós que já gostamos de filmes assim (mesmo ainda gostando um pouco), sentimos que perderam o brilho, sentimos a falta da emoção e do medo de morrer, tudo devido a falta de competência do roteiro.
“Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles” é um filme para os mais tolerantes, os que ainda não perderam a sensibilidade para esse “brilho” nas telas, tanto pela ficção, explosões, tiros e adrenalina. Confesso que fui gostando do início, porém, o longa passou a escorregar em muitos quesitos e querendo nos passar sentimentos sem antes nos preparar e nos apresentar. Outro problema também é que o “Marketing” auxilia no crescimento de obras assim e filmes excelentes que passam despercebidos pelo grande público parecem que sempre serão desconhecidos pela maioria.
Não me interpretem mal, todavia, adoraria ver umas crianças explodindo nesses filmes; é de cansar que essas “santinhas” sempre levem a melhor, como se fossem as abençoadas, as puras que têm obrigação em sobreviver; produtores, MATEM esse clichê barato, MATEM as crianças também (só nos filmes, é claro). Crianças na realidade sofrem com muitas tragédias.
Para quem estar acostumado com o mundo cinematográfico, absolutamente não recomendo esse filme, ele consegue ter muita ação e pouco entretenimento; e outra: sem coração, mesmo protegendo as criancinhas.
“Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles” é um filme para os mais tolerantes, os que ainda não perderam a sensibilidade para esse “brilho” nas telas, tanto pela ficção, explosões, tiros e adrenalina. Confesso que fui gostando do início, porém, o longa passou a escorregar em muitos quesitos e querendo nos passar sentimentos sem antes nos preparar e nos apresentar. Outro problema também é que o “Marketing” auxilia no crescimento de obras assim e filmes excelentes que passam despercebidos pelo grande público parecem que sempre serão desconhecidos pela maioria.
Não me interpretem mal, todavia, adoraria ver umas crianças explodindo nesses filmes; é de cansar que essas “santinhas” sempre levem a melhor, como se fossem as abençoadas, as puras que têm obrigação em sobreviver; produtores, MATEM esse clichê barato, MATEM as crianças também (só nos filmes, é claro). Crianças na realidade sofrem com muitas tragédias.
Para quem estar acostumado com o mundo cinematográfico, absolutamente não recomendo esse filme, ele consegue ter muita ação e pouco entretenimento; e outra: sem coração, mesmo protegendo as criancinhas.