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Eu acho que se eu nunca tivesse ouvido falar de Elis e nem ido para o cinema com expectativa, eu daria 4 estrelas para o filme. Eu sei que minhas expectativas podem até estar fora do padrão, mas eu fiquei o filme todo esperando o Tom Jobim aparecer, pra eles cantarem juntos Águas de março. Senti falta da família da Elis (mãe, principalmente), e e senti excesso de presença masculina. Acho que a história dela seria melhor contada numa série escrita por Manoel Carlos no estilo Maysa (me julguem), ou num filme mais longo, explorando melhor algumas histórias (como 2 filhos de Francisco). Eu esperava muita coisa que não aconteceu. Início de carreira, por exemplo (na cena do Rio de Janeiro, ela já tinha 2 discos gravados; não era uma iniciante qualquer, como o filme faz pensar). Enfim, foi bom pela música, pelas atuações... Sou fã do trabalho da Andreia desde Chamas da Vida. Valeu a pena, mas saí do cinema com sensação de falta de história não-contada.