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AVE CESAR
Uma excelente sátira, muito densa, que denuncia entre outras mazelas sociais dos EUA (eleve ao cubo para a sociedade brasileira): A superficialidade dos artistas – que não passam de papagaios decoradores de texto sem nenhum estofo intelectual , só verniz barato) ; a pobreza dos socialistas caviar com sua já tradicional enorme incompetência, até para fazer uma simples entrega de dinheiro de resgate; a visão limitada e estreita dos gurus socialistas da academia com seu marxismo de botequim. A história se passa no período de dois dias e uma noite, nos anos 50, data em que a principal estrela dos estúdios Capitol Pictures, Baird Whitlock (George Clooney) – não tão bom ator assim –, é sequestrada durante as filmagens da superprodução Ave, César!". Caberá ao CEO da companhia, Edward Mannix (Josh Brolin) que está sendo procurado pela Lockheed para uma posição executiva em uma indústria séria – que além das funções normais de CEO protege os atores da empresa, desde fazer com que eles cumpram compromissos profissionais a abafar escândalos , procurar o artista sequestrado e manter a imprensa informada e desinformada estrategicamente. Channing Tatum (o galã vaidoso) é o homossexual líder socialista caviar, milionário dono de uma mansão ã beira mar, que está se preparando (ironicamente) para deixar o inferno decadente do capitalismo para ir para o paraíso comunista da URSS. Discretamente Alden Ehrenreich (o intérprete de cowboys "promovido” a um papel sério) é que na sua simplicidade e objetividade destrincha o primeiro fio do novelo da trama indicando ao CEO que investigue os extras. Ele também fecha o ciclo acompanhando o coletor do resgate – Tatum- até sua mansão e resgata o astro sequestrado. Há muito mais considerações interessantes sobre religião, o papel dos romanos, teoria de interpretação, as relações de trabalho em indústrias desestruturadas, a lealdade do CEO ao investidor, etc... , etc..., que podem ser exploradas posteriormente.
Uma excelente sátira, muito densa, que denuncia entre outras mazelas sociais dos EUA (eleve ao cubo para a sociedade brasileira): A superficialidade dos artistas – que não passam de papagaios decoradores de texto sem nenhum estofo intelectual , só verniz barato) ; a pobreza dos socialistas caviar com sua já tradicional enorme incompetência, até para fazer uma simples entrega de dinheiro de resgate; a visão limitada e estreita dos gurus socialistas da academia com seu marxismo de botequim. A história se passa no período de dois dias e uma noite, nos anos 50, data em que a principal estrela dos estúdios Capitol Pictures, Baird Whitlock (George Clooney) – não tão bom ator assim –, é sequestrada durante as filmagens da superprodução Ave, César!". Caberá ao CEO da companhia, Edward Mannix (Josh Brolin) que está sendo procurado pela Lockheed para uma posição executiva em uma indústria séria – que além das funções normais de CEO protege os atores da empresa, desde fazer com que eles cumpram compromissos profissionais a abafar escândalos , procurar o artista sequestrado e manter a imprensa informada e desinformada estrategicamente. Channing Tatum (o galã vaidoso) é o homossexual líder socialista caviar, milionário dono de uma mansão ã beira mar, que está se preparando (ironicamente) para deixar o inferno decadente do capitalismo para ir para o paraíso comunista da URSS. Discretamente Alden Ehrenreich (o intérprete de cowboys "promovido” a um papel sério) é que na sua simplicidade e objetividade destrincha o primeiro fio do novelo da trama indicando ao CEO que investigue os extras. Ele também fecha o ciclo acompanhando o coletor do resgate – Tatum- até sua mansão e resgata o astro sequestrado. Há muito mais considerações interessantes sobre religião, o papel dos romanos, teoria de interpretação, as relações de trabalho em indústrias desestruturadas, a lealdade do CEO ao investidor, etc... , etc..., que podem ser exploradas posteriormente.