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A esposa de Glenn, Helen Miller exigiu a aprovação do roteiro para permitir a realização do filme. Isto comprometeu o resultado final. Embora a execução dos arranjos estivessem próximos da performance da orquestra, o som característico da banda, que era produzido através das combinações do uso de dois saxes tenores, dois saxes altos e um clarinete líder, não surgiu por acaso como mostrado no filme, mas foi o resultado de uma busca intensa. E Glenn Miller nesta sua luta pelo som ideal, não se conformava com os fracassos, mas se irritava muito, ao contrário do que foi visto no filme. A maior estrela da orquestra era Tex Beneke, era o faz tudo - tocava sax tenor, cantava e assoviava, todavia, por estar incompatibilizado com Helen não foi visto no filme. Uma ausência muito sentida pelos fans da banda. Embora Helen Miller não soubesse uma nota de música, o filme dá a entender que Helen tinha a intuição do que seria sucesso e influenciava Miller, mas a realidade era que tudo que Glenn Miller gravava estourava mesmo. No filme "Little Brown Jug" é apresentada como se fosse o último arranjo de Miller, na verdade foi um dos primeiros da orquestra, Glenn gravou-o em 1939. Mesmo assim, apesar dos equívocos originados da exigência de Helen, Música e Lágrimas merece ser visto. Numa época em que não se encontra música de boa qualidade "The Glenn Miller" é um alívio para os nossos ouvidos.