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A Bíblia é um livro sagrado para o cristianismo e para o judaísmo. Com relação às Escrituras eu penso que não há meio termo: Ou você crê ou não crê. O pior é que além de não crer nos textos bíblicos muitos escritores resolvem interpretar a Bíblia adaptando os fatos de acordo com uma visão pessoal. Alguns cineastas recentemente resolveram levar para o cinema esta visão que muito pouco ou nada tem a ver com as Escrituras. É o caso deste Êxodo: Deuses e Reis do diretor Ridley Scott. A exemplo do recente Noé de Darren Aronofsky, também foge quase que por completo do livro Êxodo do Antigo Testamento quando mostra um Moisés hesitante diante do faraó, bem como apresentando diálogos cheios de bizarrices com um DEUS que neste filme é um menino. A abertura do mar Vermelho que foi um marco na versão de Cecil B. DeMille aqui é uma decepção. Os judeus atravessam o mar por um atalho em que a maré está baixa. Portanto, se não existissem os textos bíblicos Noé e este Êxodo: Deuses e Reis, até que poderiam ser considerado bons filmes, mas com estas invencionices acaba desagradando.