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O cinema australiano que tem nos trazido excelentes exemplares de terror e suspense, decepciona nesta produção subsidiada por James Cameron. O filme não emplaca, os diálogos são fracos e nem as cenas que seriam claustrofóbicas impressionam.
Filme muito denso, quase pesado, que retrata o drama da perda de um ente querido. Aaron Eckhart demonstra cada vez que está alcançando o status de astro com uma atuação que merece aplausos. Rever Dianne Wiest atuando como sempre também ajuda. O melhor de Nicole Kidman é a coragem de atuar quase sem maquiagem para poder demonstrar o sofrimento da mãe perdida em seus sentimentos.
Tentativa lacrimejante de reviver antigos épicos do cinema. Reese está caricatural. Pattinson ainda pretende ser ator e Christoph apesar do esforço não consegue reeditar a atuação que o consagrou com o Oscar. Resultado decepcionante para a pretensão da produção.
Lacrimogênea e fictícia adaptação da juventude de Lennon, deixando claro o porque de sua fixação em Yoko Ono, como espelho de sua mãe. Trilha excelente regada a Elvis, Buddy Holly e Gene Vincent, porém nenhuma referência aos Beatles.
Não chega a ser bom, mas também não é ruim. Muita gente saiu do cinema sem entender e reclamando (na pré-estréia). Ótima para análise de todos os personagens, cada qual com uma personalidade mais interessante que os outros.
Como sempre o cineasta Clint Eastwood traduz o clima perfeito da história que relata. A cena inicial é impressionante e vale o filme. Entretanto ao final há uma sensação de que ficou faltando muito a ser dito, mostrado, esclarecido. Um começo excelente para um final fraquinho.
Mais um filme destinado ao público americano desnudando a hipocrisia que há muito assola o governo dos EUA, que denigre a imagem de seus empregados (de qualquer setor) quando possam oferecer perigo aos interesses superiores. Um bom filme com atuações seguras dos sempre competentes Naomi Watts e Sean Penn, mas que deixa um pouco perdidos aqueles que não acompanham a história recente daquele país.
Não estou entre aqueles que criticam filmes apenas por não serem obras de arte. Transformers é sim cinemão. Para quem vai assistir filmes por diversão é um prato cheio. Ação ininterrupta, efeitos especiais fantásticos e um roteiro com muitos furos mas agradável. A primeira parte emendando fatos e cenas reais com ficção é excelente.
Refilmagem verborrágica do clássico True Grit, que deu um Oscar (quase póstumo) a John Wayne. Não que eu seja um saudosista, mas o original é muito melhor. Esperava que os irmãos Coen dessem um enfoque extraordinário a cena clássica do duelo, no qual Cogburn, rédeas entre os dentes, colts nas mãos cavalga contra 4 celerados. Preferiram porém, apenas repetir o original. Destaque para Jeff Bridges e Helle Steinfeld, tão bons quanto os ...
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Praticamente repetindo o enredo, esta continuação consegue superar o original. Muitas gargalhadas do início ao fim, especialmente quando da exibição dos créditos finais. Timing perfeito entre os atores. Algumas cenas são antológicas.
Woody Allen é como um vinho especial. Quanto mais velho melhor. A história é excelente. Conseguiu encontrar no canastrão Owen Wilson o ator ideal para encarnar seu alter-ego.
Fascinante a ficção de retorno ao passado envolvendo personagens notívagos da París da década de 30.
Fascinante a ficção de retorno ao passado envolvendo personagens notívagos da París da década de 30.
Deveria ser mostrado em aulas de direito, como exemplo típico de estelionado, por ser vendido como cinema. Trata-se de um pseudo-filme de terror, não é cinema, documentário, nem pode ser chamado de cinema. Engôdo puro e da pior espécie.
Uma verdadeira perda de tempo. Elenco interessante em um filme desinteressante, monótono e que em nenhum momento justifica a produção. Julia Roberts continua rindo e os americanos continuam tendo uma imagem totalmente distorcida do Brasil e dos brasileiros. Salva-se a trilha sonora com algumas músicas brasileiras e mais nada.
Excelente filme de suspense, com elenco afiado, especialmente no cast alemão, com destaque para o sempre eficiente Bruno Ganz (Jürgen). Liam Neeson dá o toque perfeito para o personagem em uma história muito bem bolada, com idas e vindas, muitas surpresas e final competente. Vale a ida ao cinema para usufruir de 103 minutos de muita ação.
Um roteiro interessante em um bom filme, porém que mostra a decadência do Oscar, pois em outros tempos jamais concorreria a melhor filme do ano. George Clooney está bem, mas também não é um desempenho para favorito na corrida do Oscar. Surpreende, sim, a novata Shailene Woodley com ótimo trabalho como a filha mais velha de Clooney. Interessante a presença da ótima comediante de seriados da TV - Judy Greer - em papel dramático, assim ...
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Está num shopping e quer passar as horas sem monotonia. Veja o filme e aproveite descompromissado a ação vertiginosa na tela. "Nicolau Gaiola" está mais louco do que nunca Amber Heard surpreende com talento acima da beleza. Divertido.
...Sob um enredo muito bem desenvolvido, o filme desnuda segredos do império britânico, mostrando fraquezas e defeitos que os súditos jamais admitiriam nos nobres da côrte. Tudo isto pintado nas cores fortes das atuações de Colin Firth (emocionante), Geoffrey Rush (poderoso) e Helena Bonham Carter (suavemente doce). Um bom filme que, entretanto, parece super dimensionado nas 12 indicações para o Oscar. Menos, menos.
Taí uma excelente comédia esta produzida e estrelada por Adam Sandler, como sempre bem dirigida por Denis Dugan. Jennifer Aniston está muito à vontade e forma um par de grande empatia com Sandler. Ótima tiradas, muitos risos francos e uma hilária participação de Nicole Kidman. Vale a ida ao cinema.
Refilmagem de "A vingança de Jennifer", de 1978, é um filme que leva a platéia a curiosos extremos. Se por um lado traz uma sequência possivelmente a mais violenta do cinema neste século, de tal modo que faz com que alguns espectadores deixem a sala, de outro lado, na parte que justifica o nome do filme, produz tal reação na platéia (principalmente a feminina) que aplaude freneticamente o que vê na tela. Embora com muitas falhas de ...
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Com em todas as comédias que dirige, Ivan Reitman renova a receita de um bom entretenimento que permite boas risadas ao espectador. Ashton Kutcher consegue empatia com Natalie Portman graças ao talento inegável da atriz. Kevin Kline faz um retorno simpático e Lake Bell (outra egressa de series televisivas) mostra talento para a comédia.
O filme é um aprendiz de "Chicago", no qual o único atrativo são as músicas e coreografias. Para quem aprecia o gênero, satisfaz, sem maiores consequências. Cher se salva cantando, Christina dá o seu show adequadamente, mas a melhor atuação é de Stanley Tucci, excelente, como sempre. Triste é ver excelentes artistas como James Brolin e Allan Cummings em pontas inexpressivas.
Muito bom para a sessão da tarde na tv e nada mais. Salva-se Kate Hudson como a chata e egoista Darcy.