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Eis um filme capaz de agradar a espartanos e persas. O atirador do título é Bob Lee Swagger (Mark Whalberg), um militar que abandonou sua atividade após ver o seu maior amigo ser morto numa missão militar da qual ele também participou. Bob Swagger optou por uma vida ligada à natureza e ao seu cachorro. Passou a morar num sítio no interior de Montana. Três anos depois de ter abandonado as forças armadas norte-americanas o nosso atirador é procurado por um coronel da exército (Danny Glover) que pede a ajuda de Bob Swagger para identificar a cidade e o local onde o presidente dos EUA poderia ser assassinado. Só um atirador de elite poder desvendar os segredos da velocidade dos ventos, da distância até o presidente, da arma a ser utilizada pelo assassino. Só que ao invés de ganhar uma medalha e ser condecorado na Casa Branca, Bob Swagger caiu numa armadilha criada pelo coronel e por um senador americano que o culparam pelo atentado ao presidente na cidade de Filadélfia. Não restou outra alternativa a Bob Swagger senão fugir e se esconder de tudo e de todos. O problema é que ele foi ferido por um tiro na sua fuga. Ele encontrou na viúva de falecido amigo o abrigo que precisava: ela comprou todo o material necessário e retirou a bala do corpo de Swagger. Não há necessidade de dizer que a moça, cujo nome é Sarah (Kate Mara) é belíssima. E será justamente ela que fará a ponte entre Bob Swagger e o agente do FIB, Nick Memphis (Michael Peña), para que consigam em conjunto contar para as autoridades a realidade dos fatos. "O ATIRADOR" é um exemplo de como um filme pode reunir inteligência e ação em alta dosagem. Sem efeitos colaterais, é claro.