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A maior atração deste filme para mim tinha o nome de Hilary Swank, atriz que ganhou o Oscar por sua atuação em "MENINA DE OURO", dirigido por Clint Eastwood. Hilary Swank também brilhou em "MENINOS NÃO CHORAM", na qual interpretava uma transexual e está em cartaz nos EUA como uma professora ingênua que vai lecionar nos bairros barra-pesada de Los Angeles, no filme "ESCRITORES DA LIBERDADE". Em resumo: as minhas expectativas eram, no mínimo, boas. Mal sabia o resultado da minha colheita. Katherine (Hilary Swank) é uma professora da Universidade da Louisiana devotada a desvendar o lado científico atrás dos fenômenos que são tratados por mentalidades menos desenvolvidas (leia-se: terceiro mundistas, como os chilenos no início do filme e gente ignorante que mora nos estados mais pobres da terra do Tio Sam). A professora durona é chamada então para tentar achar a causa de um rio no interior da Louisiana ter assunmido coloração vermelha tal e qual o nosso sangue, fato que era atribuído a uma menina de 12 anos, que seria a representante de Mefistófeles na terra. Você acertou se imaginou que a cientista não irá conseguir provar por argumentos lógicos o que estava acontecendo na cidade de Haven, será convencida de que as forças ocultas também podem atuar sobre os seres humanos. Na metade do filme somos informados de Katherine perdeu sua filha e seu marido quando trabalhava numa missão de ajuda no Sudão. Pior, a filha havia sido sacrificada para que voltasse a chover após uma estiagem de um ano. O roteiro não foi devidamente definido para saber se trilhava o campo da psicologia ou se ficava no suspense. A tentativa de misturar ambas abordagens resultou numa somatória de clichês, bobagens e companhia.