SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
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Minha Mãe Quer Que Eu Case
Minha Mãe Quer Que Eu Case
1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O trágico deste filme não é o fato de ser uma comédia romântica e de usar fórmulas surradas, previsíveis, usadas por Hollywood. O xis da questão é a má utilização dos clichês, é zombar da inteligência do espectador. Diane Keaton interpreta Daphne, mãe de três filhas. A caçula é Milly (Mandy Moore), sobre a qual todas as preocupações da mãe recaem, no aspecto afetivo. Daphne quer porque quer que escolher um namorado para a sua filha. E para isso ela faz um anúncio num site da internet e entrevista todos os candidatos. Logicamente irão surgir os tipos bizarros, tímidos, chatos, feios, até que....eis que surge um indivíduo com todos os predicados para os olhos de qualquer mãe: Jason (Tom Everett Scott). Daphne e Jason traçam as linhas do plano de conquista de Milly. Esta por sua vez conhece um rapaz bem comportado, Johnny (Gabriel Macht), professor de guitarra, pai de uma criança que ele cria, enfim, um bom partido, exceto pelo fato que ele não é tão rico quanto Jason. Por algum tempo, Milly namora com ambos, até que a verdade vem à tona. Nesse ínterim, Daphne se apaixona pelo pai de Johnny com quem irá se casar no final deste triste filme com pretensões de ser cômico. O tal de Michael Lehmann é um péssimo diretor, de uma sutileza de araque para apontar sempre quem são os personagens dos quais a platéia deverá gostar ou não; dirige com mão pesada e mal, muito mal. O mais triste é ver Diane Keaton, que já fez grandes filmes ao lado de Woody Allen ("NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA", "MANHATTAN" e "INTERIORES", terminar a carreira fazendo duo com a insossa da Mandy Moore.