Glee
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Média
4,3
1670 notas

7 Críticas do usuário

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Vitor Araujo
Vitor Araujo

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Crítica da série
3,5
Enviada em 25 de março de 2016
Comédia. Musical. Adolescentes. Azarados. Repetitivo. Romance. Performances. Engraçado. Cliché. Músicas.
Diácono Marcio C.
Diácono Marcio C.

20 seguidores 54 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 15 de julho de 2015
começou muito bem e impressionante
no meio ficou chato
na última temporada melhorou
Melverson R.
Melverson R.

55 seguidores 29 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 28 de janeiro de 2015
A série em si começa de forma a prender nossa a atenção mais ao decorrer das temporadas ela se perde.
Gui Souza
Gui Souza

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

Crítica da 5 temporada
3,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
Quando se faz uma análise de tudo que aconteceu com a produção de Glee nesta última temporada, é claro como muitas decisões foram tomadas em cima da hora ou sem um pensamento muito complexo por trás delas.

Dos excessos
Um dos maiores erros da temporada veio de algo planejado, a fragmentação e excesso de personagens. A divisão da trama entre Nova York e Lima fez com que não houvesse tramas complexas ou bem construídas nesse 5º ano da série. De um lado tivemos Rachel e Kurt se estabelecendo em NY, do outro um grupo grande de alunos para se tornarem as novas caras da série.

A maior falha nisso foi que os novos alunos não tinham qualquer carisma com o público, que vinha de várias temporadas com rostos conhecidos ou personagens carismáticos, como Sam ou Blaine, que não eram originais da primeira temporada. Personagens mal desenvolvidos e tramas sub-aproveitadas foram a base desse núcleo de personagens e muitos deles mal apareciam, dando espaço para retorno de personagens antigos. Não seria mais fácil continuar como estávamos antes, então?

A velha guarda
No meio dos excessos, tivemos bons momentos. Tramas que nos traziam um pouco do que Glee fora em suas primeiras temporadas, utilizando uma comédia mais ácida para tratar de assuntos espinhosos, ou simplesmente usando a alegria da série para fazer frente a preconceitos. Essa velha guarda também se mostrou em alguns dos melhores números apresentados pelos personagens, onde o que importava de novo era a música e não fazer um número em um cenário todo elaborado e cheio de referências e objetos. Um ótimo exemplo, que inclusive fechou a temporada, foi a música Pompeii (Bastille), onde o que vale é a música e o sentimento, nos lembrando os inúmeros covers feitos pelos corredores e salas de McKinley.

Outro ponto alto da temporada, neste sentido, foi o casal Kurt/Blaine. Os dois tiveram uma evolução pesada em seu relacionamento, passando pelos altos e baixos, mostrando a relação diária e cumplicidade dos dois, culminando em ótimos momentos, como o pedido de casamento que Blaine fez para Kurt. A opção por mostrar vários momentos ruins entre os dois durante a temporada foi algo precioso para mostrar que relacionamentos não funcionam na base da felicidade e ignorância de qualquer disputa, que existem momentos ruins, momentos de algumas dúvidas, mas que o diálogo sempre pode resolver boa parte deles.

As quedas
É impossível não ver como a morte de Cory Monteith foi decisiva para o rumo que a série tomou. O personagem Finn substituiria Will Schuester como mentor das crianças, fazendo uma ponte entre NY e Lima, mas a morte foi um verdadeiro golpe à todos da série, especialmente para Lea Michele. A série entrou em hiato por um tempo, tentando achar novos caminhos após o acontecimento, já que possuía novas temporadas já encomendadas. A solução foi diminuir a temporada e mudar o núcleo para apenas NY, abandonando completamente Lima.

Com isso, uma parte da temporada foi focada em chegar a esse acontecimento, o que se mostrou a melhor parte dela, pois havia um objetivo novamente. O especial de Beatles e o da despedida de Finn Hudson começaram esse movimento, que culminou no fim do Glee club, em seu especial de número 100, num episódio que, inclusive, seria o final perfeito para uma série, pois mostrou a razão de existir da série, algo que se perdeu após esse episódio. Isso pois o núcleo de NY não conseguiu se engrenar quando chegou sua hora. Os personagens foram para lá sem muita motivação e a pouca que havia não foi tão bem aproveitada para justificar sua presença. Sam teve momentos escassos em sua jornada para ser modelo, Mercedes mal teve trama, Artie e Kurt tiveram seu futuro deixado de lado, apenas Blaine conseguiu se salvar dessa queda.

Por fim, temos o grande desenvolvimento da temporada: Rachel Berry. A personagem teve grande evolução e mudanças nessa temporada e aguentou bem, visto que o futuro da série caiu todo sobre seus ombros. A evolução até chegar ao estrelato na Broadway e sua mudança de planos após isso mostrou como a personagem tem muitos caminhos para seguir, especialmente após esse final de temporada.

Entre inúmeros problemas, Glee terminou seu 5º ano com um saldo levemente positivo. Entre tropeços narrativos e alguns acertos, a série se encaminha para seu final com alguns problemas a serem resolvidos e saturada, mas com a certeza de que Rachel Berry sempre levará ela para a frente.
Gustavo T.
Gustavo T.

17 seguidores 18 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 21 de janeiro de 2015
série bem legal para o público teen, a única parte ruim eh o Ryan, que mostrou como fazer uma série de sucesso e a cada temporada ir acabando com ela... pra mim tinha que ter parado na 3 temporada
Jessica G.
Jessica G.

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Crítica da série
3,5
Enviada em 19 de março de 2015
Gostei muito de cada capilo ,foram poucas coisas que ficaram contraditórias. Mais fora isso ficou show
Wiki H.
Wiki H.

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Crítica da série
3,0
Enviada em 11 de agosto de 2014
A série começou muito boa, e se manteve ótima até um certo ponto. Até chegarmos a terceira era uma temporada melhor que a outra (3 >> 2 >> 1), aí que então chega a quarta temporada, e sem exageiros, a pior de todas. Não sei se é por causa do tédio da série estar começando toda aquela historia de novo com personagens que ja ficavam chatos (Tina sempre dando uma de bitch, Blaine já um enjoo, Archie vegetando pela serie) e tambem os novos personagens, desconhecidos e nada interessantes (Tirando Unique, que até diverte, Marley é uma porta, Jake e Ryder são inuteis e Kitty nunca será Quinn Fabray), percebemos ate que a serie se entediou com ela mesmo, tudo tava chato, as musicas, TUDO. Alem do que Glee, pra mim é Mercedes, Quinn, Santana, Mike, Puck, e estes praticamente desapareceram da serie, uma participação qualquer e só.

Ao chegar a quinta temporada ja pude notar melhorias, no enredo, na historia e tambem no foco maior aos personagens que realmente importam (Os antigos), ninguem quer saber de Marley e suas brigas com Jake, e apesar de sabermos que o elenco antigo nunca voltara as antigas rotinas, de escola e glee club, queremos ver eles, não importa como, e após o fim do New Directions, onde o foco total da serie foi para o nucleo New York, a serie realmente conseguiu se levantar, infelizmente sofreu altos indices de baixo-audiencia, o que é de se entender depois do desastre chamado quarta temporada!

Sexta temporada vem ai, 5 novos personagens e a promessa de que "A sexta temporada de Glee irá retornar as suas raizes", o que nos levará de volta a Lima, McKinley High, New Directions, e espero que eles saibam construir um enrredo melhor, e que esses personagens apresentem alguma personalidade extra porque a serie precisa, e claro, não deixando de lado o elenco antigo, os originais, porque Glee não é e nunca será Glee sem Rachel, Kurt, Blaine, Santana, Brittany, Quinn, Puck, Tina, Archie, Mike, Mercedes, Sam e claro, nosso professor favorito Will, Emma, e uma Sue Sylvester nos matar de ódio e ao mesmo tempo nos matar de rir.