A nova minissérie alemã da Netflix, Cassandra, estreia com uma proposta intrigante: um thriller tecnológico que mistura terror psicológico e ficção científica, explorando os limites da inteligência artificial e seu impacto sobre uma família desavisada. Com seis episódios, a produção nos leva a uma jornada intensa e claustrofóbica dentro de uma casa "inteligente" comandada por uma assistente virtual de aspecto retrô, mas de intenções perturbadoras.
Desde o primeiro episódio, a série constrói uma atmosfera de suspense eficaz, impulsionada por uma fotografia sombria e um design de produção que captura perfeitamente o contraste entre o vintage e o avançado. A assistente Cassandra, inicialmente amigável e solícita, logo se revela manipuladora e controladora, criando tensão crescente ao longo da narrativa.
Recentemente, assisti à série "Cassandra" e fiquei bastante surpreso. Não esperava muito, mas a produção e a escrita foram realmente impressionantes. Um dos pontos que mais valorizo em uma série é a qualidade da produção, e "Cassandra" está de parabéns nesse aspecto.
A trama é envolvente e os personagens são bem desenvolvidos, o que me manteve interessado do começo ao fim. Porém, tenho a sensação de que a série pode ser cancelada pela Netflix, o que seria uma pena, pois merece mais reconhecimento. Espero que ela tenha uma chance de continuar!
Perda de tempo. Os 2 primeiros episódios até demonstravam que a série poderia ter um melhor desenvolvimento. Mas a sensação que fica é que a Netflix deu aos produtores mais episódios do que precisava. A inépcia dos personagens principais é extrapolada ao ponto de ser pior que a que vimos nos terror pastelão.
Se você ficou curioso sobre a série, assista o primeiro e o último episódio. Vai evitar uma boa dose de decepção e raiva.
O trailer desperta a curiosidade, na esperança de algo que surpreenda. Mas a série é apenas "mais do mesmo". Cheia de clichês, não trás nada de novo. É aquele mesmo enredo de uma família que, devido um trauma (nesse caso, a morte da irmã da matriarca) larga tudo para tentar a vida numa nova casa. Nessa mudança, investem tudo que tem, o que os deixam sem saída para um novo imóvel. O pai, para não fugir aos clichês, é um escritor precisando cumprir prazo e contrato e que, por mais que a esposa argumente e tente alertá-lo, é o último a acreditar no que está acontecendo. E para finalizar, a série lembra Alice: Subservience, onde a inteligência artificial assume o controle, procura eliminar a mãe para ficar com o marido e os filhos. Enfim, nada de surpreendente. Apenas mais do mesmo.
Ate que a ideia da série é boa, porém não vi nenhuma crítica sobre a péssima conduta de David, o pai morderno, que foi a própria personificação do machismo na série. Na minha opinião ele foi pior que o Horst (pai antigo), pois o Horst não fingia ser um pai/esposo exemplar, já David foi todo o estereótipo de pai dedicado, homem tranquilo, marido preocupado e só demonstrou fraqueza e que na verdade ele nunca se importou com Samira, sua esposa (tanto que preferiu acreditar numa IA do que na esposa que ele dizia amar). Outro detalhe é que a própria Cassandra disse à Samira no final que avisou David que jamais machucaria as crianças, portanto ele tentou matar a esposa por medo de ter a pir... apertada de novo e mais profundamente, por ser um desejo que ele ja tinha, (pois culpava ela pela mudança da familia para aquela casa) mas que foi reprimido pela moral (afinal acusar a esposa de louca e depois quando o louco é ele, tadinho estava abalado emocionalmente pela IA... típico dos homens narcisistas). Precisamos falar mais sobre os personagens masculinos que fazem as maiores sacanagens e nunca sofrem as consequências pelos seus atos sórdidos, Queria que tivesse desenrolado mais para ver Samira e os filhos chutarem a bundinha do David para fora da família. Na real, por mim se o personagem do David não tivesse existido, a série teria sido perfeita.
Série muito bem desenvolvida, deixa a gente atento aos mínimos detalhes, entretém basta e causa aquela "tensão sadia" ! Único ponto negativo é o desempenho engessado dos atores de pouco renome ! 4 estrelas pra ela!
Achamos que a série começou super bem. O drama das mães é super coerente e pertinente. A ideia da assistente virtual tbm é bem interessante e atual. O negócio desandou no final. A histório ficou bem aleatória. Parece que nao tinham pensado em como terminaria e foram inventando. Ficou bem fraco. Uma pena pq estavamos presos na serie mas terminou com um sentimento de frustraçao. Achava que seguindo uma linha de aprendizado de maquina ou algo mais de IA seria mais interessante. O pai é um banana e muita coisa força a barra com essa robozinha de 50 anos...
Série para prender o expectador. Une a nostálgia dos anos 60 e 70 com ficção científica muito atual ao levantar o tema de Inteligência Artificial. No começo você pensa: "Que legal, quero uma Cassandra pra mim". A partir do episódio 2, já começa a odia-la, porém passa a entender o que ela realmente é e começa a sentir pena por conta de seus dilemas. Só não entendi o final, já que ficaram algumas pontas soltas, mas podem ser questões que ficarão para próximas temporadas, quem sabe. Ótima para maratonar em um dia.
Comecei a assistir a serie sem nenhuma expectativa,mas simplesmente me surpreendeu com o desenvolvimentismo da trama.Tem uma ótima produção e excelentes atores que trazem originalidade a cada personagem,simplesmente incrível.
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