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Neia Santos
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34 críticas
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Crítica da série
1,5
Enviada em 20 de julho de 2024
Começa bem a atuação da Juliana Paes ta incrivel mais a série se perde se torna cansativa e muitos furos de roteiro..longa dimais era necessaario apenas 10 episódios..ficou muito repetitiva e sem assunto novos personagens que n acrescentaram em nada de bom pra série..decepcionante !
Que série horrível! Toda a trama da história é baseada em uma mentira sem sentido nenhum. Todos os episódios são de quase 1 hora para desenvolver 1% da história, é tanta idiotice, mas tanta que da nojo. Tipo, o spoiler: Oscar persegue as crianças no clube, e a idiota não muda as crianças de clube por motivos toscos como "meu irmão estudou aqui" sendo que as crianças correm RISCO DE VIDA por causa de um MALUCO PSICOPATA.
O Oscar morre sem necessidade nenhuma por causa de uma mentira desnecessária, eles poderiam ter simplesmente contado a verdade a todos. Thomas é um homem horrível, abusivo e babaca, e ele é visto como "protetor".
Os personagens são sonsos e sem noção, a ideia da serie era boa (dois gêmeos de pais diferentes) mas o desenrolar dela é péssimo!!! Poderiam ter usado isso para qualquer outro tipo de história. Mas ficou absurdamente ruim! Tudo na série é , deram personalidades horríveis para os personagens, parece que fizeram ruim de propósito para ganhar críticas e engajar e não para engajar por ser boa! Péssima.
A série seria muito melhor se tratasse estuprador como estuprador. Vítima que não relata quando pode, todo mundo mantém o responsável de vender drogas a jovens na rua, estuprador que invade local de trabalho e espaço privado pra falar com a vítima... É tanto absurdo numa série só que causa revolta! Estuprador exigindo teste de maternidade? Era só o que faltava! Não consegui assistir até o final pq o enredo a princípio tal inteligente, se perde com falta de punição a crimes, com falta de medida protetiva, com falta de acusação de estupro e daí pra pior. Uma família que não muda os filhos de um clube onde sofrem perseguição e daí pra pior.
Uma série interessante, que te prende logo no início. Uma ótima história, é nova, não cai na mesmice... Atuação do Wladimir e da Juliana Paes estão de parabéns... Porém, tudo isso... até a metade. A partir da morte do Oscar, a série fica um porre, não pela falta do personagem, que eu tava torcendo pra tirarem logo, mas pela repetição das falas, da mudança drástica do personagem Tomás, que tinha tudo pra ser um ótimo pai. Eu terminaria a série, sei lá, no episódio 8,9.. por aí. Não recomendo.
No começo a série estava ótima. Deviam ter parado no 4 capítulo. Imediatamente em seguida fica muito ruim... os personagens se descaracterizam, a história fica bizarra... o final do 4 capítulo já é péssimo. Conseguiram estragar a série, a história já era muito bizarra, se aumentassem um pouco a dose ia virar dramalhao mexicano e foi o que ocorreu, na minha opinião.
17 capítulos de texto fraco, diálogos superficiais, um amontoado de cenas desnecessárias que estenderam meu sofrimento. Muitos capítulos repetitivos e sem importância. cheios de clichês, pura embromação. E O IMPERDOÁVEL DESCASO COM A GRAVIDADE DO FATO QUE DEU INÍCIO À TRAMA.
Contraditório, limitado, lugar comum, chato, pobreza total de argumentos: não tem uma grande citação ou um diálogo sequer que te enriqueça como pessoa, que te faça refletir. E o antagonista, claro, erraram na mão também. Inclusive ele nem tinha conhecimento do fato que se tornou a motivação/suporte para ele ser “o mal”. Enfim, não se aproveita nada!
Tão ruim e com argumentos tão fracos que nem Vladimir Brichta pôde exercer o seu incontestável talento. Aliás, foi por ele que arrisquei essa empreitada. Por essas e outras eu nunca poderia ser atriz: vira e mexe vejo um grande profissional se sujeitando a produções ridículas. Inclusive sinto muito também por Jussara Freire, uma excelente atriz em um papel monótono. As contradições estão inclusive nos cenários: os mesmos do início ao fim, não importa o tempo decorrido e a classe social dos personagens.”Um milhão de reais” em 2016 era muito para quem mora como aquela vista para Copacabana e tem uma maravilhosa casa de campo? Pra valer a pena no Brasil tem que ter Walter Salles, Fernando Meirelles ou fonte nordestina (de preferência com atores nordestinos, abri exceção para Selton Mello, Fernanda Montenegro e Marco Nanini).
Eu não sei como é que conseguiram deixar a série, que começou muito bem, se perder e virar um dramalhão arrastado e sem graça! Algumas atuações foram boas, mas o roteiro chega a anular isso! Realmente, parece que todo mundo vive no mesmo condomínio e todos se abrem para qualquer um! Estupro e tráfico de drogas ficaram de lado, não pega nada pra ninguém... aliás, é de boa, todo mundo usa e abusa, né?! Tive a sensação de mascar chiclete assistindo a série, pois não anda, repete muitas vezes o mesmo tema e situações (sempre absurdas), arrasta o capítulo ao máximo para atingir 50 minutos de duração... Tinha tudo pra ser ótima, mas tornou-se uma opção descartável.
A narrativa é péssima, lenta e previsível. A atuação dos principais personagens é péssima, provavelmente culpa de uma direção ruim. A atuação de Juliana Paes tenta salvar a série, mas fica difícil, diante de um roteiro que poderia facilmente ser de uma temporada ruim de Malhação.
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