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wellington o
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Crítica da série
4,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2026
“Machos Alfa” é uma série surpreendentemente envolvente, inteligente e extremamente divertida. Com uma abordagem contemporânea, ela consegue tratar temas atuais — como masculinidade, relacionamentos e mudanças sociais — de forma leve, natural e muito bem-humorada. As atuações são um grande destaque. O elenco entrega performances espontâneas e carismáticas, que tornam os personagens críveis e próximos da realidade. A química entre eles funciona muito bem, o que fortalece tanto o humor quanto os momentos mais reflexivos da trama. O roteiro é ágil, moderno e cheio de situações engraçadas que equilibram comédia e crítica social sem parecer forçado. Cada temporada evolui de maneira consistente, aprofundando os personagens e mantendo o interesse do público. É o tipo de série que você começa assistindo “só mais um episódio” e, quando percebe, já terminou a temporada.
Muito divertida! Os atores são ótimos, a série reflete sobre o machismo de uma forma bem humorada e leve! É uma delícia, doida esperando a próxima temporada já.
Sensacional! Uma crítica muito bem feita sobre o mundo atual. Uma série bem descontraída e muito engraçada apesar dos palavrões. Único ponto negativo na minha opinião.
Divertidíssimo! Muito bom, me arranca sinceras risadas, é uma crítica, que de certa maneira traz uma identificação. Todo mundo conhece machos alfa assim
Com a atual carência de séries de humor, Machos Alfa me surpreendeu por ser muito hilária. Personagnes muito bem construídos em situações que nos mostra a atual convivência de homens e mulheres. Estou assistindo a terceira temporada que está excelente.
Se você é feminista, assista — você vai gostar. Se não for, então não perca seu tempo: é muito tosca e, em vários momentos, você vai se perguntar “que bosta é essa que estou assistindo?”.
Esta é mais uma série feminista que menospreza homens, mulheres e famílias que não são feministas. Pelo que notei, a série usa a mesma técnica: no começo não foca tanto no feminismo para evitar que o público desista; com o passar do tempo — já no meio e no final da temporada — o feminismo vai aparecendo de forma lenta, para não parecer tão óbvio. Só que, lá para o final, torna-se insuportável; você fica o tempo todo se perguntando por que está assistindo.
Um exemplo: a família que deveria representar uma família comum tem uma mulher sexualmente frustrada com um marido que não transa com ela. Ela tem uma amiga que a incentiva a trair o marido com um treinador de academia — o maior estereótipo de traição. Pelo que percebi, a série recorre sempre aos extremos dos comportamentos masculinos e familiares para demonstrar que são ridículos. Se mostrasse os extremos do feminismo, daria no mesmo: ambos os extremos são problemáticos.
Percebi também que a série trabalha com a lógica de que o homem está certo e, no final, coloca uma mulher destruindo tudo o que o homem fez — sempre com o objetivo de ridicularizá-lo. Imagine: o homem tem uma boa ideia, mas na série essa ideia é apresentada da forma mais ridícula possível, para que pareça tosca, a ponto de até o público se perguntar “que merda estou assistindo?”. O objetivo da série é claramente fazer o homem parecer algo repugnante.
É uma serie amadora, feminista e muito tosca, em vários momentos, você vai se perguntar “que bosta horrível é essa que estou assistindo?”.
Esta é mais uma série feminista que menospreza homens, mulheres e famílias que não são feministas. Pelo que notei, a série usa a mesma técnica: no começo não foca tanto no feminismo para evitar que o público desista; com o passar do tempo — já no meio e no final da temporada — o feminismo vai aparecendo de forma lenta, para não parecer tão óbvio. Só que, lá para o final, torna-se insuportável; você fica o tempo todo se perguntando por que está assistindo.
Um exemplo: a família que deveria representar uma família comum tem uma mulher sexualmente frustrada com um marido que não transa com ela. Ela tem uma amiga que a incentiva a trair o marido com um treinador de academia — o maior estereótipo de traição. Pelo que percebi, a série recorre sempre aos extremos dos comportamentos masculinos e familiares para demonstrar que são ridículos. Se mostrasse os extremos do feminismo, daria no mesmo: ambos os extremos são problemáticos.
Percebi também que a série trabalha com a lógica de que o homem está certo e, no final, coloca uma mulher destruindo tudo o que o homem fez — sempre com o objetivo de ridicularizá-lo. Imagine: o homem tem uma boa ideia, mas na série essa ideia é apresentada da forma mais ridícula possível, para que pareça tosca, a ponto de até o público se perguntar “que merda estou assistindo?”. O objetivo da série é claramente fazer o homem parecer algo repugnante.
Muito ágil, bem escrita. Uma série leve e espetacular. Consegue transmitir muito sobre teorias dr gênero, fazendo uma critica inteligente sobre muitos temas da sociedade
Divertidíssima, inteligente e contemporânea com os nossos dilemas na convivência em sociedade cada vez mais resiliente aos novos comportamentos dos indivíduos, episódios curtos, que deixa ainda mais curioso para assistir o próximo. Recomendo e mal posso esperar pela 3° temporada.
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