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NerdCall
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Crítica da 2 temporada
4,0
Enviada em 7 de novembro de 2024
A segunda temporada de A Diplomata surpreende ao elevar a qualidade narrativa em um ritmo acelerado e com dois episódios a menos, provando que um roteiro bem construído consegue cativar o espectador com menos tempo de tela. Debora Cahn retoma a intensidade dos diálogos e aprofunda a “guerra de poder” nos bastidores políticos, entregando uma trama ainda mais intrigante e complexa. Cada episódio traz novas camadas ao mistério, adicionando suspeitos e revelações, além de responder perguntas com outras, garantindo que o público se mantenha atento e engajado.
Com o terreno já bem estabelecido na primeira temporada, a narrativa desta nova leva se permite explorar seus personagens com maior liberdade. O roteiro, simples em estrutura, mas impactante na execução, guia o espectador em um verdadeiro “xadrez político” onde cada nova descoberta vira o jogo. As reviravoltas são bem distribuídas, mantendo o suspense ao longo da temporada e permitindo uma imersão maior na investigação e nas tramas de poder.
O elenco principal brilha, mantendo o mesmo nível da temporada passada e garantindo a coesão entre os personagens. Poucas, mas relevantes adições ao casting ajudam a solidificar o arco, enquanto a química do elenco principal, em especial, se destaca. A segunda temporada também assume uma abordagem menos dramática, equilibrando o peso da política com humor leve, o que torna a série mais envolvente e menos densa. A dinâmica dos personagens é, sem dúvida, um dos pontos altos, facilitando a conexão com o público.
A temporada mostra como uma série bem desenvolvida pode se reinventar sem perder sua essência. A Diplomata não apenas alcança, mas supera as expectativas, e finaliza com um desfecho surpreendente que prepara o público para o que pode vir a seguir. Entre um roteiro ágil, atuações fortes e uma narrativa instigante, A Diplomata confirma seu lugar como uma das melhores séries do ano.
Uma diplomata é promovida a embaixadora americana no Reino Unido em meio a uma crise internacional após um misterioso atentado a um porta-aviões britânico. Como em uma tabuleiro de xadrez acompanhamos os diversos embates políticos em como lidar com o caso. Ao mesmo tempo a protagonista lida com a crise de casamento e seu futuro pessoal. É muito interessante descobrir aos poucos o interesse pessoal de cada um dos personagens e a movimentação do marido, influente, cômico e sempre um passo à frente de todos.
A trama tem bons momentos mas acaba caindo em diálogos longos ou que não levam a nada. Poderia ter roteiro e ritmos mais interessantes. O personagem do marido é muuuuuito chato e a principal é bastante improvável.
Primeiramente que elenco maravilhoso, começando por Keri Russell que nem parece estar atuando há muito naturalidade na sua interpretação, assim como Ali Ahn, David Gyasi, e a Lucy de As Crônicas de Nárnia (Georgie Henley), a história se passa nos bastidores de uma diplomata mas também nos desafios que é resolver problemas que muitas vezes trazem consigo uma problemática e nisso que entra Kate e seu dom da palavra e de resolução de adversidades, com uma postura de uma mulher independente ela faz o seu melhor e é claro que há momentos de ira, pois ninguém é perfeito e óbvio que ela também não seria, spoiler: atuando em cenas cômicas com o marido Hal e se metendo nos matos para ninguém ver a discussão.
A Netflix acertou bem na série, incluindo Drana, Romance, Comédia e nada de exageros aqui eles fazem uma série com perfeição para todos, mas logo aviso que é preciso ter plena atenção pois a linguagem é rebuscada, essa é a graça nada é simples aqui, e isso que faz a série se destacar.
No terceiro episódio desistiu. Sabia que não iria melhorar. Me recusei a ver mais duas temporadas de chatice, babaquice e série com atores e enredo da pior qualidade. Fuja desta porcaria. Não perca seu tempo. Tem séries piores que são melhores que esta.
Gostei muito das duas primeiras e aguardei a terceira em suspense. Mas tem uma presidente americana que é um nojo (esperado), e são só estratégias políticas e lembranças do passado da diplomata e o marido. Tomara que melhore.
Alerta: SPOILERS. A série é muito boa no aspecto político mas a atriz principal, em alguns momentos se mostra indecisa com o relacionamento. Sua inconstância emocional e o fato de não suportar um marido que amava ela e seu relacionamento com o primeiro ministro das relações exteriores britânico sem estar desquitada, para mim que sou conservador, trás uma impressão de mulher inconstante emocionalmente e em seus relacionamentos empobrece a série. Assisti 3 temporadas e cansei dos vai e vem dela.
A pior série que já assisti. Ridícula. Tosca, imbecil. Sou mulher e a maneira que colocam a superioridade das mulheres é ridícula. Que decepção. Vazio. Nojenta de ruim.
Se vc curte processar dezenas de informações ao mesmo tempo enquanto avalia as consequências e resultados de cada próximo movimento, essa é a sua série. Esqueça o Romeu e Julieta do Agente Noturno, pois A Diplomata é uma imersão no jogo por trás do poder... aquele que vc suspeita que acontece, mas não sabe como.
Inteligente, divertido, com muita ação, política, romance, suspense e críticas sociais. O seriado prende a atenção do início ao fim e nos deixa na expectativa de "quero mais". Super interessante.
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