Ganhar ou Perder
Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
3,5
15 notas

9 Críticas do usuário

5
4 críticas
4
0 crítica
3
3 críticas
2
1 crítica
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Joyce Tisbelle
Joyce Tisbelle

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 9 de março de 2025
A série é linda, trabalha vários sentimentos e pontos de vista diferentes, o quinto é o mais complexo de todos, mostrando que ninguém é ruim 100%, nem bom 100%.
Atilla Andrade
Atilla Andrade

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 11 de março de 2025
Uma série que tenta mostrar os diversos cotidianos das pessoas e a visão de cada uma que nos faz refletir se encaixamos em alguma delas.
Clara Muller
Clara Muller

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 24 de março de 2025
Uma série muito bem trabalhada, com dinâmicas incríveis que faz você se apegar aos personagens. Além disso a arte visual e musical do filme são incríveis. Cada episódio conta com trilhas sonoras diferentes e as cores mudam de acordo com a emoção do personagem, o que só faz você ficar ainda mais imerso na experiência.
NerdCall
NerdCall

47 seguidores 418 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,5
Enviada em 22 de maio de 2025
Ganhar ou Perder chegou cercada de expectativas, não apenas por ser a primeira série produzida exclusivamente pela Pixar, mas também por todo o cenário de bastidores que a envolveu. O projeto passou por sucessivos adiamentos, não apenas por questões técnicas – afinal, produzir oito episódios de cerca de trinta minutos é um desafio diferente de realizar um longa de 1h40 –, mas também por mudanças criativas que impactaram diretamente sua proposta original. Entre as alterações mais notáveis, está a retirada de um episódio centrado em um personagem transgênero, cujo gênero foi alterado após interferências executivas. A decisão veio após declarações públicas de lideranças da Disney que visavam frear o que chamaram de “cultura woke” em suas subsidiárias, como a própria Pixar, Marvel e Lucasfilm. Independentemente de ideologias, é válido ressaltar que, neste caso, a inclusão desse tema teria casado perfeitamente com a essência da série, cuja proposta é justamente mergulhar em camadas emocionais profundas, explorando traumas, medos, inseguranças e questões morais de seus personagens. A ausência desse episódio não compromete a obra no todo, mas deixa um vestígio perceptível de potencial desperdiçado, principalmente porque o capítulo alterado acaba se revelando o mais fraco da série.

Deixando a questão política de lado e focando no que Ganhar ou Perder entrega como obra, o saldo é positivo. A Pixar, mesmo em território inédito, demonstra domínio narrativo e sensibilidade ao lidar com questões humanas em um formato seriado. A estrutura escolhida é um dos maiores trunfos da série: os episódios se passam em uma mesma linha temporal – as semanas que antecedem uma final esportiva do time escolar “Picles” – e cada episódio é contado sob o ponto de vista de um personagem diferente. O espectador acompanha como pequenos eventos, gestos ou falas ganham significados completamente distintos dependendo da perspectiva de quem vivenciou. A forma como essas rotinas se entrelaçam é engenhosa, criando uma colcha de retalhos emocional que se completa ao longo dos episódios. Esse recurso narrativo mantém o interesse do público sempre em alta, pois cada episódio entrega uma nova camada de uma mesma realidade, preparando aos poucos o terreno para o último capítulo, que amarra todos os arcos de forma satisfatória e sensível.

Nos episódios iniciais – como Coach’s Kid, Blue, Raspberry e Pickle – a série brilha ao traduzir os sentimentos de seus personagens com maturidade e empatia. É nesses momentos que a Pixar mostra o porquê de ser referência quando o assunto é emoção. No entanto, nos episódios seguintes, o ritmo dá uma leve tropeçada. A narrativa perde fôlego e entrega histórias menos impactantes, resultando em uma queda de qualidade notável, especialmente no episódio marcado pela já mencionada alteração criativa. A sensação que fica é a de que a Pixar havia planejado esse capítulo como um ponto alto, talvez o mais marcante da temporada, mas que, ao tentar reconfigurá-lo para agradar a decisões superiores, perdeu sua força, tornando-se genérico e esquecível.

Por outro lado, a ousadia técnica de Ganhar ou Perder merece ser celebrada. A série apresenta estilos visuais que fogem do padrão tradicional da Pixar. Há episódios que brincam com estéticas cartunescas, outros que remetem ao visual punk dos quadrinhos, lembrando o estilo de Spider-Punk em Aranhaverso 2, com traços rabiscados e cenas que parecem saltar de um caderno de desenho. Essa variação artística não só traz frescor à série, como também serve de espelho às emoções dos personagens, reforçando a subjetividade de cada ponto de vista.

No fim, talvez o mais triste sobre Ganhar ou Perder seja saber que é, oficialmente, a primeira e última série da Pixar. O estúdio já confirmou que não irá mais investir em produções para televisão, o que transforma esta obra em uma espécie de raridade dentro de seu portfólio. E isso é uma pena, pois o formato seriado parece ter proporcionado à Pixar novas possibilidades criativas, com respiros narrativos e visuais que poderiam ser ainda mais explorados em outras histórias, outros esportes, outros dilemas humanos.

Ganhar ou Perder pode não ser perfeita, e sim, sua fórmula ecoa traços já conhecidos da Pixar – a jornada emocional, o toque de humor sutil, a construção de personagens carismáticos –, mas traz o frescor de um formato novo, sem perder a alma do estúdio. É um acerto digno de reconhecimento, ainda mais quando assistido no conforto de casa, sem as expectativas inflacionadas que o cinema muitas vezes impõe. Para quem já viu todos os filmes da Pixar e busca algo novo, sensível e bem executado, essa série é um ótimo caminho a seguir.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

22 seguidores 469 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 9 de outubro de 2025
Sinopse:
A primeira série original da Pixar traz as histórias de oito personagens diferentes no momento em que cada um está se preparando para o jogo final do campeonato de softbol.

Crítica:
"Ganhar ou Perder" é uma série que se destaca pelo seu forte enfoque em temas como família, amizade e autodescoberta, tudo isso dentro do divertido e competitivo universo do softball. A Pixar, conhecida por seu talento em contar histórias emocionais, consegue explorar as complexidades da infância de maneira sensível, proporcionando uma reflexão autêntica sobre as inseguranças que muitas vezes cercam essa fase da vida.

Cada episódio destaca um membro do time Pickles e, ao fazer isso, a série oferece uma abordagem única e multifacetada das experiências e desafios enfrentados por essas crianças. Ao focar em suas lutas internas, o público é convidado a ver como as relações familiares e as conexões com amigos desempenham um papel crucial em sua jornada de autodescoberta. A maneira como esses laços são retratados é um verdadeiro ponto alto, evocando emoções profundas e mostrando a importância do apoio familiar em momentos difíceis.

Visualmente, a série também se destaca. A paleta de cores vibrante e atraente faz com que cada cena ganhe vida, refletindo a energia e a ansiedade que permeiam a semana que antecede o grande jogo. Essa escolha estética complementa a narrativa, ajudando a transmitir os estados emocionais dos personagens de forma agradável ao espectador. A animação, rica em detalhes e expressividade, traz uma nova dimensão à experiência, reforçando a conexão com as emoções que transbordam em cada episódio.

Entretanto, apesar de seus pontos fortes, a série pode tocar em temas de maneira um tanto superficial em certas ocasiões, e alguns personagens podem parecer menos desenvolvidos em comparação com outros. Isso pode criar um desbalanceamento que, em alguns momentos, impede a plena exploração de potencialidades narrativas que a rica premissa oferece.

No geral, "Ganhar ou Perder" é uma série que conquista não apenas pelo seu apelo visual, mas também pela profundidade emocional que busca trazer para o público jovem e adulto. Com uma narrativa que incentiva a empatia e a compreensão das complexidades da infância, a série se destaca como uma adição significativa ao catálogo da Pixar, abordando questões universais através da ótica leve, porém impactante, do esporte e da amizade.
Jeison M.
Jeison M.

16 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
2,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2025
Mais uma grande decepção da Pixar, forçado, acelerado e em certo ponto "irritante". Não consegui assistir o 2 ep inteiro, não há essência nenhuma que lembre a velha Pixar ou sequer uma boa história.
Paulo Ricardo Silva Abreu
Paulo Ricardo Silva Abreu

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 30 de março de 2025
A série é extremamente boa, em todos os episódios nós podemos ao mínimo nos identificar com um dos personagens apresentados e suas dificuldades, essa série foi feita para todos os tipos de público e mesmo sendo uma série infantil, não deixa de ter momentos comoventes e emocionantes.
Alberto Saulo
Alberto Saulo

1 seguidor 73 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 13 de maio de 2025
É eu achei uma ótima série,tem um pequenos problemas que é a distorção do entendimento da interpretação do telespectador com cada perspectiva diferente dos personagens e com uns momentos intensos e sérios da série,mas a série é boa e recomendável
Stella Marinho
Stella Marinho

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,5
Enviada em 12 de março de 2025
Não indico pra crianças, até entendi a questão de abordar os problemas atuais, ansiedade, pressão, depressão, mas meu filho de 6 além de interpretar tudo errado começou a ter comportamentos iguais aos dos personagens, e agora o episódio 7 começou com criança trans, uma hora chamam de menina outra de menino, ele me pergunta mãe é menino ou menina, é aquela coisa bagunça a cabeça da criança por mais que a gente ensine em casa a respeitar não sei como explicar a ele que alguém tá confuso tão novo como é o caso da criança repito respeito mas pra criança é muito confuso