The Last Of Us
Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
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4,2
978 notas

10 Críticas do usuário

5
56 críticas
4
19 críticas
3
10 críticas
2
15 críticas
1
22 críticas
0
28 críticas
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Eduardo Henrique
Eduardo Henrique

148 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 6 de agosto de 2025
Olha, será 3 estrelas por que a primeira temporada fil ótima em minha sinceridade opinião,mas a segunda temporada eu não curti sendo na parte da história que mudaram bastante e os personagens como o Tommy principalmente que ali ele quer fica na base de votação e meio fraco, como no jogo ele fica puto com a morte do irmão e vai atrás de geral para se vingar
Sandra Aparecida
Sandra Aparecida

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 6 de agosto de 2025
O primeiro game da série eu joguei poucas vezes,mas a primeira temporada foi um sucesso bom e eu gostei bastante,mas a segunda temporada estragou muitas coisas que poderia ser bons tipos o Tommy que no jogo queria vingança e na série um bunda mole
#BRUNO #
#BRUNO #

5 seguidores 273 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
3,5
Enviada em 27 de maio de 2025
A segunda temporada de The Last of Us promete uma narrativa ainda mais intensa e corajosa. Expandindo o universo e personagens, desafia expectativas e emociona com temas de vingança e redenção. A química entre Joel e Ellie continua forte, mas algumas decisões narrativas podem deixar o telespectador com raiva, Bella Ramsey não consegue entregar um olhar de vingança durante a segunda temporada.
NerdCall
NerdCall

50 seguidores 425 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 26 de maio de 2025
Adaptar The Last of Us Part II nunca seria uma tarefa simples. O jogo, lançado em 2020, é conhecido por sua ousadia narrativa, seu impacto emocional devastador e pela forma como subverte expectativas para construir uma das histórias mais brutais e divisivas do entretenimento recente. A primeira temporada da série da HBO conseguiu equilibrar fidelidade e inovação, entregando uma narrativa coesa e emocionalmente poderosa, mesmo com mudanças pontuais em relação ao jogo original. Por isso, a expectativa para a segunda temporada era altíssima. Infelizmente, essa nova leva de episódios tropeça justamente onde não podia: na condução emocional e no impacto narrativo da jornada da Ellie.

Desde o início, os dois primeiros episódios da temporada prometem muito, principalmente por mergulharem na cidade de Jackson, que aqui ganha vida com uma direção de arte encantadora. Jackson é apresentada como um refúgio, um sopro de esperança em um mundo arruinado, e o público é levado a desejar conhecer mais sobre aquele cotidiano que resiste ao colapso global. No entanto, após esse início promissor, a série parece perder o rumo. A morte de Joel, que nos jogos é um evento traumático e chocante, aqui carece da intensidade necessária. A cena, mesmo tentada com alguma fidelidade visual, não alcança a mesma visceralidade e profundidade emocional que impactou milhões de jogadores. A ausência desse peso narrativo se estende ao longo dos episódios seguintes e evidencia uma dificuldade estrutural de tornar essa perda o motor da história, como é no material original.

Em vez disso, a série parece desviar o foco e transforma a jornada de vingança da Ellie em um romance juvenil mal dosado com Dina. Esse caminho amoroso poderia até ser uma adição rica ao roteiro se não desviasse tanto da essência da protagonista, que deveria estar dominada pela raiva e luto. A Ellie vivida por Bella Ramsey, embora competente em momentos pontuais e exigentes, não consegue sustentar a narrativa emocional com o mesmo magnetismo de Pedro Pascal na primeira temporada. A personagem parece travada no tempo, sem evolução perceptível, tanto em sua aparência quanto em sua maturidade. Ramsey é visivelmente comprometida, mas falta à personagem o senso de progressão que o arco exige. A jornada de vingança da Ellie, que deveria ser sombria, tensa e carregada de dilemas morais, se perde em diálogos mornos, piadas deslocadas e uma abordagem superficial da dor.

Enquanto isso, personagens coadjuvantes como Dina (Isabela Merced), Jesse (Young Mazino) e Tommy (Gabriel Luna) ganham mais destaque do que a protagonista. Não por falta de mérito dos atores, que de fato entregam boas performances, mas por um roteiro que, ao tentar expandir demais o universo e dar espaço para todos, enfraquece sua própria espinha dorsal. A série tenta compensar com visuais impactantes e ambientações bem construídas — como os confrontos entre os Wolves e os Serafitas —, mas mesmo esses momentos, que são visualmente interessantes, são abandonados rapidamente, sem nunca alcançarem o potencial dramático que poderiam ter.

É somente no sexto episódio que a temporada finalmente ganha vida. E ironicamente, esse episódio quase se isola do restante da narrativa. Com o retorno de Joel, interpretado por Pedro Pascal, temos enfim o peso emocional que deveria ter sustentado toda a temporada. O episódio explora, com delicadeza e intensidade, as fraturas e reconciliações entre Joel e Ellie, trazendo de volta a essência que marcou a primeira temporada. É também nesse momento que a série entrega suas cenas mais humanas, abordando temas como o luto, a responsabilidade e o amor parental. Parece até que os roteiristas decidiram tornar os episódios anteriores mais mornos propositalmente para amplificar a força desse reencontro — o que, se for verdade, se mostra uma escolha arriscada e, em grande parte, frustrante para o espectador.

No episódio final, temos o que deveria ser uma das cenas mais chocantes da temporada: a Ellie matando Mel e Owen. Porém, mais uma vez, a adaptação suaviza a brutalidade do momento. O impacto emocional é reduzido quando a morte da personagem grávida acontece "por acidente", retirando toda a complexidade e dilema moral que tornam a cena tão poderosa no jogo. Essa decisão resume bem o problema central da temporada: a série busca preservar o visual e a estrutura básica dos eventos, mas falta-lhe coragem para mergulhar na escuridão emocional que define The Last of Us Part II.

A segunda temporada, apesar de seus acertos pontuais, se mostra inconsistente, mal equilibrada e carente de um fio condutor forte. A ambientação continua impecável, a produção técnica mantém o alto nível da HBO, e o sexto episódio é, sem dúvida, um dos grandes momentos da série até agora. Mas são pontos isolados em uma jornada que deveria ter sido brutal, visceral e inesquecível — e que acaba sendo morna, hesitante e esquecível para quem conhece a profundidade do jogo. Se a intenção era adaptar com liberdade, talvez fosse necessário escolher melhor o que manter e o que reinventar. O que se vê é uma série que tentou se distanciar do impacto do jogo sem conseguir construir uma nova identidade com força suficiente.

No fim das contas, The Last of Us – Temporada 2 é uma grande oportunidade perdida. Há talento, há produção, há momentos brilhantes. Mas falta o mais importante: consistência emocional e fidelidade à essência de seus personagens. Com a chegada da personagem Abby na próxima temporada e Kaitlyn Dever assumindo um papel central, resta a esperança de que os erros desta temporada sirvam de aprendizado para que a série retome o impacto emocional e narrativo que a tornou um fenômeno.
Lucas Duarte
Lucas Duarte

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 7 de maio de 2025
Fogo um pouco da história do game e personagens chatos, falta muito para ser uma série top.
História atropelada
felipe m.
felipe m.

13 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 7 de maio de 2025
Muita lactação, serie politizada, forçando relacionamentos homossexuais a todo momento, uma pena pq a série é envolvente e tem muitos pontos positivos, acredito que a retirada precoce do Joel foi um ponto negativo da série... nao se sustentou...
É uma pena que a série tenha se perdido.
AmitySideral
AmitySideral

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 26 de dezembro de 2023
A adaptação da série The Last of Us não me convenceu. Os personagens não me pareceram carismáticos ou cativantes, e não consegui me identificar com nenhum deles. A Ellie, em particular, me pareceu chata e sem graça. Minha reação à série foi totalmente diferente do que eu senti ao jogar o jogo, que eu adorei. No geral, achei a série fraca e decepcionante, dando-lhe apenas nota 3.
Lessandro Herzog
Lessandro Herzog

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,0
Enviada em 25 de março de 2023
A história e os protagonistas são ótimos. A série poderia descontar uns 3 episódios de perda de tempo, ideologia de gênero, mediocridades e falas que não levam à síntese da narrativa. Em alguns momentos parece uma novela e não uma série de zumbis. Já não basta aquela série horrível da Netflix sobre Resident Evil e personagens teens. Se o diretor não se atentar a esses detalhes, pode correr o risco de seguir na mesma [lamentável] direção. Nota 6 de 10, por enquanto. Se continuar do jeito que está, a nota será pior e não melhor, na próxima temporada...
Gilmar JS
Gilmar JS

5 seguidores 72 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 20 de março de 2023
A série é um fã service total, muito fiel ao jogo, embora com menos menos violência e ritmo frenético.
Para quem está assistindo sem ter jogado pode achar a série um tanto com ritmo lento e sem ação, para alguns até uma cópia fraca de The Walking Dead.
Eu como fã da série achei boa, embora tenha algumas críticas: falta de ação, muito tempo de tela para personagens que não irão ficar na história (quase um filler), aquele episódio da Ellie no shopping, embora eu entenda que agrega valor como background, achei muito sem graça e entediante e a Ellie da série fugiu um pouco da essência da personagem do jogo: enquanto que a garota do jogo é mais ingênua, a da série parece ser mais sarcástica, um tanto irônica, não estou dizendo que a atuação da atriz foi ruim, mas não acho que ela tenha captado a essência da personagem do jogo, em certos momentos fica muito caricata a atuação.
A série começou muito boa, mas teve uma queda brusca nos episódios do meio, deu uma elevada no final.
leeh S.
leeh S.

6 seguidores 68 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 20 de março de 2023
A série é muito boa , mais peça demais em algumas coisas . Não é algo exclusivo dessa série mais hoje em dia querem te forçar a aceitar a homossexualidade, jaja vai ser proibido ser hetero .... e falta ação na série, muito diálogo e quase nada de zumbi muito bla bla bla, enfim poderia ser muito melhor