A trama basicamente roda ao redor de uma mulher bonita que é a chefe e passa os 2 primeiros episódios todos ridicularizado o único homem heterossexual do time. Que assim como na maioria das produções é sempre retratado como cafajeste. A produção conta com o painel de diversidade impecável (1 japonês, 1 negro, 1 gay, 1 mulher gay, etc). Todos são respeitados exceto o único heterossexual. É um claro viés anti-masculinista em um tipo de filme que é consumido na maioria por homens. Venho notando isso há um bom tempo. Até mesmo o Karnal já relatou esse fato em comédias românticas recentes (no programa linhas cruzadas). Acredito que esta postura revanchista seja desnecessária e deveria ser desencorajada. Passamos mais de 1 década lutando por respeito a toda comunidade LGBT e agora revertem a dinâmica toda, que era opressiva, com explícita desvalorizacao de mais de 50% da população. O objetivo era melhorar a convivência das pessoas ou apenas mudar o foco? Triste.
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