Adoro filmes ou séries em loop, acho um novo modo de fazer arte como o do cinema, porém em Boneca Russa isso entra profundamente na personagem spoiler: disposta a saber porque ela morre todas as vezes e para no mesmo lugar, assim descobrindo qual era a razão de isso acontecer a ela, começando a ver que o problema evidente spoiler: estaria em um perdão ao passado.
Para mim é uma das melhores temporadas de 2022, agora saindo de um loop evidente, spoiler: Nadia e Alan viajam ao tempo e vendo em tempo real seus pais, só que precisam sair desse eterno repeat, e aí aos poucos começam a entender suas origens, e ver que as escolhas da família sempre foram com boa intenção e assim entrando nas atitudes de sua família, spoiler: ainda mostrando que Nadia no passado esteve ausente na vida e morte de Ruth, e não consegue entender o porque mas vai ser uma jornada de auto conhecimento com mais uma excelente temporada.
Gostei muito da primeira temporada, o tema e o desenvolver da trama é muito interessante. Já a segunda temporada eu achei que os criadores mudaram completamente o roteiro da série deixando muito a desejar.
Não é sobre viagem no tempo, nem sobre drogas e psicodelismos e sim sobre existir, sobre possibilidades, sobre as amizades sinceras. É verdade que é uma premissa básica, o eterno retorno, mas aqui visto de uma forma diferente, existencial. Pitadas de humor e surrealismo, doses de melancolia e nostalgia tudo na medida certa. Elenco afiado, texto idem. Foi uma grata surpresa, um tema que parece gasto, mas com uma abordagem completamente original, tanto na primeira como na segunda temporada. Não, não é para você que quer monstros, heróis que voam e multiversos da Marvel, é um pouco mais profundo, sem ofensas.
A série é divertida, no geral. Mas tem bastante cenas psicodélicas. E a julgar pela quantidade de drogas que a personagem principal consome, não me surpreenderia se uma possível 3ª temporada não fosse nada mais do que a conclusão de uma longa "onda" (o que a primeira temporada até procurou sugerir, com o cigarro de cocaína israelense, que no final das contas era quetamina). Bom, ao menos o final da segunda temporada foi mais simbólico e existencialista spoiler: ao jogar Nádia (do presente) segurando a si própria (enquanto bebê) ao encontro da mãe, e permitindo que a mãe a criasse ao entregar a si mesma a ela (a escrita ficou confusa, a série também é).
Uma das piores séries que já vi, e já foram 110.Sem nexo, sem graça, uma narrativa confusa e imbecil. Quando decidir perder tempo, assista essa " coisa "...
Gostei da ideia, mas a cada episódio, apesar da pequena duração e o excesso de cenas repetidas, foi cansando. Também achei que seria mais engraçado, não é que não seja, mas talvez tenha superestimado a série.
É aquela típica série, sem muito orçamento, ou com aquele elenco de primeira... É simples! Porém divertido, cômico e exotérico! A protagonista é a famosa pessoa, do "politicamente incorreto" é literalmente uma "Porra Louca", talvez a sua excentricidade, dá a cara dessa série!!! Alan chega num momento certo, e dá um outro rumo, com um final ok e coerente, fica a experiência de sempre reviver o mesmo dia, e as consequências sobre as novas escolhas... É sempre divertido lidar com a "viagem no tempo" em filmes e séries.
É uma ótima série, sem contar que a protagonista é incrível, acho que o elenco todo. spoiler: A série faz com que a gente se análise, e percebemos onde insistimos nos erros...........
Boneca Russa é fantástico. Uma comédia inteligente que traz a famosa história do loop temporal porém de uma forma onde tudo é bem pensado. O que acontece em uma das vezes que Nadia morre é importante para o descobrimento do mistério de porque ela está presa a esse loop. O roteiro tem grande mérito e junto com a direção fizeram um ótimo trabalho em cada episódio. É uma série engraçada, reflexiva e importante. Natasha Lyonne está muito bem como Nadia Vulvokov e traz uma energia brilhante a personagem, traz vida a ela. Alan Zaveri é um personagem introvertido, certinho e controlado e Charlie Barnett conseguiu fazer isso de acordo com o papel. Ele e Nadia são muito diferentes e estão presos no mesmo loop, o que é interessante pois enquanto Nadia odeia o loop, Alan aprova ter a mesma rotina todos os dias. As amigas de Nadia são ótimas para o desenvolvimento da personagem, com destaque para Ruth Brenner, interpretada por Elizabeth Asley, que com sua personagem, consegue contar parte da história.
Eu adorei esta série! Às vezes eu penso que estou morta, que todos estamos, e esta série vai um pouco por este caminho. Errar e cometer os mesmos erros, por uma vida inteira, não é o que a maioria faz sem perceber? E, se a gente tivesse uma chance de consertar, aquele momento mágico de fazer a coisa certa e se libertar de um ciclo? Acho que a chance está logo ali, todos os dias... Viajei nessa série, me fez refletir, me deu vontade de deixar de ser babaca... Muito legal , mesmo, recomendo e vou ver novamente.
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