A primeira temporada de The Boys é uma crítica ácida e inteligente ao culto moderno aos super-heróis e às instituições que os sustentam. Com personagens complexos, uma abordagem corajosa e uma visão cínica porém realista do poder, ela oferece algo raro na TV: uma sátira relevante, divertida e perturbadora ao mesmo tempo.
Uma introdução de um série que tenta destruir tudo aquilo feito para o mundo dos supere heróis, mas calma... que essa destruição é como os fundamentos do segmento., aqui temos uma história não tão convencional, mas num formato mais Cult, se é que me entendem... A trilha sonora é fantástica, o elenco é muito bom e desenvolvimento é bom, mas o que falar da parte técnica, efeitos funcionam em 80% da série, mas temos 20% com o fluxo de exagero á grande, lavando ao telespectador, a mentira dos fatos, enfim.. Temos aqui uma boa série que nos prepara para algo ainda mais caprichada para temporada que posterior.
Gostei da série, impactante desde a primeira cena. Existe alguns erros de roteiro, e alguns personagens sem rumo na história, mas nada gritante. Vale a pena esperar pela segunda temporada.
"O Superman existe, é ativo de uma empresa bilionária, só defende os Estados Unidos e é uma ameaça sociopata". É um ótimo enredo para uma história, ainda mais nos dias atuais com um fervor tão grande por universos de heróis, magia e cultura pop geek, Super-heróis existem, e eles tem um comportamento horrível (para não dizer outra coisa). Os super-heróis são todos controlados por uma empresa que se usa do marketing, merchandising e questões armamentistas para manter e continuar com seu sucesso. O humor negro, satírico e politicamente incorreto de todas essas questões já se faz perceptível e de excelente qualidade na série "The Boys". Os caminhos da série começam a se expandir muito bem e surpreendentemente quando intrigas pessoais vão paralelamente dando atenção a suspenses e questões muito mais políticas, econômicas, sexuais e sociais, envolvendo assédio, tragédias, guerras e conflitos muitas vezes desencadeados e abafados justamente por aqueles que seriam os "mocinhos" em uma obra que mostra a total e realista ausência do maniqueísmo em seu universo. Na série "The Boys", não vemos um garoto alienígena com super força criado no Kansas e segurando seus poderes para usá-los apenas quando forem necessários em situações benevolentes e emergenciais, spoiler: mas um experimento completamente científico e mercadológico mostrando a pior parte do lado humano que é tão desprezado por seu "ser superior" , assim como de todos os outros "supers" e daqueles humanos normais com a intenção de exterminá-los cometendo outros crimes que julgam justificáveis devido suas tragédias pessoais. Pensamentos e ações corretas e outras muito erradas e violentas vão aflorando nos segmentos de personagens, mostrando que não são do lado do bem ou do mal, e que sequer exista realmente essa divisão de lados e intenções no mundo real cheio de momentos tão particulares de decisões egoístas e solidárias, e principalmente, ação dos mais diversos níveis e tons de humor e sarcasmo adulto desenfreado mostrando o quanto essa obra de ficção poderia ser um relato do mundo real.
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