Elite
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Média
4,0
1577 notas

116 Críticas do usuário

5
44 críticas
4
19 críticas
3
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Jeane C.
Jeane C.

6 seguidores 18 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 1 de dezembro de 2018
pra mim que gosto dessa deixa colegial e tals, foi top!! pegação,suspense ... muito legal, quem gosta do tema, eu recomendo 9,5
Pedro Felipe
Pedro Felipe

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 27 de julho de 2021
amo demais, cada temporada aparece alguém super lindo, além da temática e história da série, que particularmente achei muito bom, não tive como não maratonar.
Carlos Ramos
Carlos Ramos

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 2 de julho de 2021
O uso de homossexualismo nas séries em especialmente na Netflix são comuns, sem preconceitos. No entanto o ponto desfavorável nessa série é o excesso de homossexualismo, chega a ser apelativo e desnecessário. Uma série juvenil, com tramas semelhantes nas temporadas. Passível de assistir, mas é aquela série que mesmo que passem 10 anos, não dá para ver de novo.
Mariane Pedrosa
Mariane Pedrosa

16 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 28 de julho de 2023
Eu adoro Elite, a história fica um pouco cansativa, mas os personagens bem trabalhados e cheios de personalidade trazem uma vontade imensa de estar sempre por dentro de tudo. Adoro a maneira como a história é contada.
Gabriela Martins
Gabriela Martins

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 27 de julho de 2020
Parece que vai ser só mais uma série clichê mais te prende muito por contas dos assassinatos e dos personagens que são únicos e cativantes e vc vai se identificar com algum deles os casais tbm são maravilhosos e muitos improváveis rola até um trisal, lamentável que vários personagens não vão continuar na próxima temporada o que matou a série pra mim.
Clara
Clara

2 seguidores 15 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 24 de março de 2020
É uma série que te prende, mas n posso dizer que é ótima. É mais do mesmo, mas vale a pena tem um bom retorno.
JOTAT10
JOTAT10

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 17 de abril de 2021
Uma das melhores que estou assistindo esse ano de 2021 tomara que não mudem o enredo que esta empolgante, gosto dos garotos do bem da série na escola, principalmente os Carla Diaz, Carla Roson, Polo, Lucrecia, Ander, Samuel e outros.
Nique
Nique

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 17 de outubro de 2018
A série é um super clichê, só que com um diferencial, tem cenas bem picantes de sexo, tanto com pessoas do mesmo sexo quanto com homem e mulher. A atuação dos atores é boa e por isso é que se torna suportável assistir até o final. Mas é decepcionante ver os clichês todos se concretizando em nossa frente. Um dele é: QUEM SE MISTURA COM PORCOS, FARELO COME. Isso aconteceu com a moça rica que começou a andar com garoto pobre, seus pais pediam para ela se afastar do rapaz e tal. Até porque essa mesma menina já tinha feito uma grande merda com o antigo namorado dela e por isso seus pais a advertiam constantemente. E aí? A guria terminou mortinha da silva por causa de problemas com o povo pobre. Que merda! Que puta final previsível. Outro clichê:TODO POBRE QUER ENTRAR PARA O MUDO DOS RICOS. E para isso, um dos meninos pobres da trama vai ser desonesto, mentiroso e ocultar um crime. Simples assim! Outro clichê: UM CARA RICO QUER SACANEAR UMA MENINA POBRE, MAS SE APAIXONA POR ELA. Pelo menos esse cara não muda do dia para a noite. Horas ele parece que ficou bonzinho, mas depois faz algo bem do mal. Acho que única surpresa foi ver uma das riquinhas da trama competindo para ser a mais inteligente do colégio e ganhar um bolsa de estudos que ela nem precisava.
Dudaa
Dudaa

2 seguidores 13 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 26 de junho de 2021
É uma série interessante mas sim deixou muito a desejar alcançou seu auge na 2 temporada e depois foi decaindo muito. O que mais me incomodou foi a relação com as drogas e a forma que isso foi trabalhada, ainda mais se tratando de uma série muito adolescente.
Marcio C.
Marcio C.

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 16 de outubro de 2018
História super bem contada moderna envolvendo vários temas atuais como HIV em jovens, drogas, homossexualidade, bissexualidade entre outros temas, atuação e direção perfeitas.
anti herói
anti herói

3 seguidores 13 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,5
Enviada em 26 de junho de 2020
A Espanha se mostrou forte no mundo de séries com o lançamento de La Casa de Papel, na Netflix, que se tornou, rapidamente, uma das séries de maior sucesso. Élite, de Carlos Montero e Darío Madrona, mesmo sendo igualmente um sucesso no streaming, porém, se parece uma versão adulta das séries adolescentes da América Latina vulgo Rebelde e Malhação, erro que tentou se camuflar com a introdução do Flash-Farward, o “Flash-back reverso” que, ao invés de mostrar trechos do passado, mostra trechos do futuro. Em uma série de suspense, onde o desfecho e o clímax de uma situação é a maior curiosidade do telespectador, o Flash-Farward é um recurso totalmente antagônico a esse estilo de produção, porém o verdadeiro suspense da série não é saber o que vai acontecer, mas sim como vai acontecer. O telespectador não quer saber spoiler: se Marina ou Samuel vão morrer ou desaparecer, mas como vão morrer ou desaparecer
. A inversão do foco do suspense é um recurso que torna a série diferente nesse quesito, uma pena que não se pode falar o mesmo no enredo.
Élite é clichê. Se vende como uma série diferente das produções latino-americanas focadas no público adolescente da elite, mas os estereótipos, arquétipos e a maneira alienada de apresentar temas como homossexualidade e gravidez na adolescência, apenas para se vender como “progressista” em uma sociedade ainda composta por adultos conservadores, é exatamente a mesma das séries das ex-colônias da península Ibérica. O adolescente é, mais uma vez, corrompido de seus próprios valores morais e religiosos ao passo que se relaciona com os outros personagens: Nadia deixa de spoiler: ser a “garota pura e virgem muçulmana” ao se relacionar com Guzmán
, Omar deixa de spoiler: ser “exemplo para família” ao virar traficante e ter um relacionamento homossexual com Ander
, Marina é a menina que questiona as atitudes gananciosas e capitalistas da sua família de empresários empreiteiros (responsável pela queda da escola antiga de Samuel, Nadia e Christian), relacionamentos antigos como o de spoiler: Lucrécia e Guzmán e de Polo e Carla acabam devido o aparecimento de novas pessoas
e, principalmente, pela falta de moral de uma porrada de gente nessa série.
Essa corrosão dos antigos valores morais e religiosos dos adolescentes é mostrada como se o personagem fosse se transformar em uma pessoa mais feliz sem esses valores, como é o caso de Omar que spoiler: considerou a libertação dos valores conservadores de sua família como sinônimo de felicidade e acabou sofrendo do mesmo jeito no relacionamento com Ander
. Aliás, a libertação sexual é vista como sinônimo de felicidade em Élite, pois um dos piores clichês da série, que reforça a semelhança com as novelas latino-americanas, é o fato de todos os personagens terem vida sexual ativa, todos terem relacionamentos, todos freqüentarem festas e boates como se tais coisas fossem a realidade de todo adolescente, que, não coincidentemente, são o sonho de consumo do adolescente médio contemporâneo. É nítido que a série busca audiência do público jovem em torna da personificação de suas fantasias e sonhos de consumo com base na vida da elite política e econômica, pois é muito mais fácil romantizar namoro, festas e vida sexual com o estilo fácil e tranqüilo da vida da elite do que com o estilo de vida de uma classe média ou baixa cheia de rotinas de trabalho e dificuldades de renda, tática que é usada pelas novelas latino-americanas.
Mais uma prova de comprova é a semelhança entre Élite e as produções adolescentes latino-americanas são os arquétipos de personagens típicos desse tipo de entretenimento: A patricinha facilmente desprezível que inveja e quer acabar com todo mundo (Lucrécia), a menina com estilo rebelde (Rebecca), o patricinho vagabundo que só pensa em festa e pegação (Valério), a menina manipuladora (Carla), a menina “virgem e pura” (Nadia), o irmão protetor (Guzmán), a menina depressiva, que nesse caso é também a grávida adolescente (Marina), o protagonista “normalzinho” (Samuel), o casal homossexual que vai contra os valores da família (Omar e Ander), etc. Outra semelhança é como Élite demoniza a figura do adulto, que além de sempre ser uma figura de escanteio no entretenimento adolescente, ou seja, ter pouca ou quase nenhuma participação, é mostrado como ricos, malvados e gananciosos que “só pensam em dinheiro, luxo e riqueza”, onde a função do jovem é salvar o mundo da corrupção dos adultos, mesmo vivendo do salário e do luxo do mesmo. É nítido esse discurso na maneira como Marina trata os pais e como Samuel vê a investigadora com desconfiança, cuja foi spoiler: enganada pelos alunos do colégio no episódio final como um plano que eles acham que ninguém ia desconfiar
.
Élite foi criada para uma geração que cresce em uma sociedade marcada por discussões sobre gênero e sexualidade, temas que eram considerados tabus até então. Não nego que discutir machismo, homofobia, racismo, intolerância religiosa seja importante, desde que não seja através da banalização do tema abordado e da criação de um “pseudo empoderamento feminino”, que foi exatamente o que Élite fez. O roteiro da série banalizou a bissexualidade quando personagens que eram héteros, Polo, Christan, spoiler: Valério e Malick
(ou, pelo menos, considerados héteros pelo público), de uma hora para outra, tiveram relações homossexuais de uma forma espontânea e vazia, como se a descoberta da sexualidade fosse algo banal. È a hipocrisia daqueles que dizem defender representatividade LGBT, como no caso de Ander e Omar, e banalizam o mesmo tema. A vontade da série de se vender como progressista e defensora da representatividade, mas sem trabalhar essa mesma representatividade ou trabalhá-la de forma preguiçosa, é mais nítida no pseudo empoderamento feminino de três personagens femininas, Marina, Carla e Rebecca, que são mostradas como mulheres independentes que não se enquadram nos padrões de suas famílias, mas que se tornaram “extensões” de cada uma por terem exatamente o mesmo tipo de perfil. As três se relacionam com Samuel, as três vivem em estruturas familiares que lucram através de corrupção ou de práticas ilegais, as três vivem em fases de rebeldia contra as próprias famílias, as três buscam o sexo, drogas e as constantes festas que acontecem na série como refúgio, etc. É como se fosse uma mesma personagem interpretada por atrizes diferentes com nomes diferentes, mas a personalidade é a mesma.
Élite é fraca e clichê, tudo para agradar uma geração que quer ver as suas idéias representadas no papel sem nenhum tipo de elaboração, uma geração que exige representatividade no entretenimento, o que é válido e importante, mas uma representatividade que não tira o público da zona de conforto, que não entende que esse assunto é um assunto político e social, complexo e polêmico, e não pode ser mostrado através de fetiches e sonhos de consumo de jovens adolescentes. Nos últimos tempos, houve a discussão sobre a politização e representatividade do entretenimento, especialmente a cultura pop, um debate que dividia entre aqueles que “queriam ver sua HQ e seu game sem política” e aqueles que defendiam que “tudo é política”, e, realmente, tudo envolve política, sociedade, costumes, valores e representatividade, mas nem toda discussão política é trabalhada de forma elaborada, e Élite mostrou exatamente isso.
Rocelito A.
Rocelito A.

12 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 30 de novembro de 2022
Até a 3º foi muito boa. Depois só repetiram o roteiro. Personagens fracos. Todas as temporadas algum aluno tem que morrer para começar na nova um "mistério". Só drogas e sexo. Forçam de tanta lactação. Péssima. spoiler: o jogador morre e o filho dele acorda chamando o nome do namo
extremamente forçada. Péssima
Peterson Florindo
Peterson Florindo

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Crítica da 4 temporada
3,5
Enviada em 23 de junho de 2021
A 4ª temporada é boa, mais leve que a anterior (menos angustiante e dombria) e com mais cenas de sexo. Dois grandes problemas: 1) o enredo se tornou repetitivo e já saturou (uma tragédia é a primeira cena da série, cujos detalhes vão sendo revelados ao longo dos episódios). 2) o último episódio é o pior de todas as temporadas pelo desfecho bastante ruim e, novamente, repetem a fórmula de uma disputa em um triângulo amoroso. Novamente, a pessoa que morre na série é um personagem aleatório, que paga pela inconsequência de um outro que sai ileso (como Polo diante dos erros de Marina e Carla). As tramas paralelas também são bem fraquinhas, tornando os personagens do príncipe e Patrick totalmente dispensáveis. Quem se destacam são Rebeka (novamente), Cayetana, Omar e a novata Mencía. Para encerrar, a 4ª temporada não é ruim e seria de fácil compreensão mesmo para quem não assistiu as anteriores, mas devido à previsibilidade do roteiro e poucos conflitos, o público que acompanha a série desde o início ficou com aquele sentimento de decepção.
Cesar R.
Cesar R.

13 seguidores 11 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2021
Pior que malhação, nada nesta serie se salva, previsível, mal filmado, tudo de ruim. pra quem tem -11 anos de idade da pra gostar
Tiago Harris @tiagoharris1
Tiago Harris @tiagoharris1

12 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 25 de maio de 2020
Trás a realidade de muitas pessoas com todos os tipos e situações desde o pobre ao rico então top recomendo.