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Ricardo L.
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Crítica da 2 temporada
5,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2021
Uma 2° temporada que se supera a cada episodio, com diálogos excelentes e atuações formidáveis. Sem palavras para uma das melhores mini séries de todos os tempos.
Excepcional! Uma mini série incrível que rendeu globo de ouro e sucesso em todo o mundo com uma história interessante e cheio de diálogos engraçadíssimo. Muito ansioso pela 2° temporada.
"Uma série única que redefine a comédia com profundidade emocional e um roteiro impecável." Uma jovem londrina luta para lidar com traumas, relacionamentos e a busca por propósito, enquanto quebra a quarta parede para compartilhar seus pensamentos mais íntimos e ácidos. Phoebe Waller-Bridge é um gênio criativo, entregando uma série hilária, tocante e incrivelmente humana. Fleabag combina humor autodepreciativo com momentos de dor genuína, criando uma conexão íntima com o público. É uma obra que equilibra brilhantemente o riso e a lágrima.
Assisti a série por 2 vezes, e pra mim é uma das melhores com certeza. Muito humana e despretensiosa a série é ótima opção de dramedia. Com certeza, Phoebe Waller-Bridge e Olívia Colman ( que faz o papel da madrasta) estão perfeitas no papel.
Simplemente Maravilhosa. Essa segunda temporada é tão ótima quanto a primeira. Despretensiosa, humana, dramática, ácida, consegue colocar vários assuntos importantes no mesmo pacote, de uma forma tão objetiva. Ótima essa participação do Andrew Scott, surpreendeu!
A série é apenas legal, mas nada, além disso. Acho uma série muito superestimada pela crítica, por plataformas de streaming que os usuários dão nota alta e sinceramente não sei o porquê disso. A Série começa a milhão, com piadas engraçadas, com uma história bem envolvente até o 3º episódio da 1ª temporada, depois disso a série dá uma boa caída, fica muito lenta (com as cenas bem paradas e muitas vezes até sem falas), começa a perder a graça e sinceramente mesmo o episódio sendo apenas 25 minutos aproximadamente, a mesma começa ficar um pouco cansativa, com uma história que cai demais em todos os aspectos. Ainda bem que só tem 2 temporadas com 6 episódios, e os mesmos com pouca duração, de cerca de 25 minutos. Imagine se as temporadas, os episódios e a duração de cada episódio fossem maiores? Seria um desastre. Outro ponto desagradável: Não achei os atores bons, apenas a personagem principal, que realmente tem um pouco de graça e atua um pouco melhor, os demais não atuam bem. A série deixa muito a desejar em vários aspectos, principalmente com uma história não muito agradável e com piadas várias vezes sem graça depois do 3º episódio. Para mim, não valeu a pena assistir. Pensei logo de cara, vendo o primeiro episódio, que seria a melhor série de comédia que iria assistir, mas não foi bem assim. Foi bem decepcionante. Entendo que cada pessoa tenha seu ponto de vista e sua opinião sobre a série, porém acho bem superestimada para o que realmente a série é de verdade.
O humor é construído de forma inovadora e inteligente, numa narrativa criativa, sensível e que aborda temas atuais sob uma perspectiva feminina moderna. A série é genuinamente engraçada, tendo também momentos emocionantes e reflexivos. Phoebe Waller-Bridge é genial como autora da série e vivendo esta protagonista tão icônica. Fleabag se dirige ao telespectador várias vezes olhando para a câmera; este recurso de quebra da quarta parede contribui para o humor da série, que consegue expressar muito em poucos episódios curtos, ótimos para uma maratona.
Fleabag encerra sua curta temporada de estreia de maneira arrebatadora, não só pelas brutais revelações que nos atingem mais para o final da temporada, mas por tudo que a série faz. Ao longo dos seis episódios o que vemos é uma sintonia admirável de equipe de produção, elenco, e todos os envolvidos na série, que nos presenteiam com a verdade sobre variadas situações com uma beleza estonteante. Muito é mérito de Pheobe Waller-Bridge, criadora, roteirista e protagonista da série, que desenvolve um estudo de personagem brilhante, também nos apresentando a um universo no qual os problemas cotidianos acumulam-se e conversam conosco de maneira singular.
Fleabag é uma série excelente, possui excelentes diálogos e um roteiro muito detalhista e com uma qualidade impecável, Phoebe Waller-Bridge merece todos os prêmios e todo o reconhecimento, além do excelente trabalho como roteirista em Fleabag, a performence dela como atriz é muito boa, tanto no drama como na comédia. O restante do elenco está impecável, outro recurso utilizado pela Phobe que me chamou atenção, foi a quebra da quarta parede, que é uma sacada genial.
A série é bem diferente de outras séries convencionais, até mesmo o jeito de fazer humor é diferente. Fleabag conversa diversas vezes com quem está assistindo, ela quebra a quarta parede. Essa quebra é fundamental para que a série seja engraçada.
Apesar de o seriado ter em sua maior parte comédia, ele também tem sua parte dramática. Fleabag tem problemas de relacionamento familiar. Ela não consegue se estabilizar em um relacionamento amoroso, a morte de sua amiga e de sua mãe ainda a persegue e sua cafeteria está as moscas. Ela não consegue superar as duas mortes e não recebe apoio de ninguém. Os sentimentos e a culpa são escondidos em piadas e comentários cínicos.
A trama da série fala sobre amor e a relação da protagonista com esse sentimento. Ela se envolve sexualmente com vários homens, mas sem amar ou deixar ser amada por nenhum. Fleabag é triste e se culpa pela morte de sua amiga, então se convence de que merece todo aquele sofrimento para se punir. As coisas começam melhorar quando ela se afasta da família. Seu café está fazendo sucesso e os impulsos sexuais estão sob controle. Ela conhece um padre, com quem se identifica e se abre sobre as coisas, coisas que ela tinha medo. O padre é o único a perceber quando ela interage com a câmera.
Nós, espectadores, somos os únicos a saber o que realmente se passa com a personagem, já que ela sempre está dialogando com a câmera. É como se fossemos um personagem da série. Ela trata a própria vida como se fosse um show, como se ela estivesse atuando na própria vida.
O final da série é triste e esperançoso ao mesmo tempo. Apesar dela e do padre se amarem, eles não ficam juntos como um casal, e isso é triste. No entanto, a esperança se mostra quando Fleabag aceita o amor e é aceita pelo padre. Ela acolhe o sentimento, o fato de que sentir tristeza é algo normal e está tudo bem. A protagonista pode seguir em frente e ser uma pessoa normal, que é capaz de amar e ser amada. Fleabag se despede de nós, ela não precisa mais atuar. Agora, ela está pronta para seguir em frente.
Nunca assisti uma série tão bem elaborada e criativa como Fleabag. Os diálogos são muito bem montados e que te fazem rir a todo estante, é um exemplo de série de comédia deixando muitas outras fomosas no chão. Com apenas duas temporadas, e vinte e cinco minutos mais o menos cada episódio, você termina em um dia, o único ponto negativo é que provavelmente ela não terá uma terceira temporada. Tão boa, não é atua que levou uns dez prêmios pra casa.
Em principio, achei Fleabag um saco! Daí dei um tempo, respirei e tentei de novo. Viciante. Cômico bobo, mas sem ser ridículo. Fleabag leva a vida sem muita responsabilidade ou apego ao ponto de tornar sua filosofia de existência num "ah, foda-se", mas, a cada risada, a realidade vai se aproximando, para ela e para nós. Ninguém consegue ser "tô nem aí" o tempo todo. Esse automatismo do não se importar esconde dor, erros não encarados e mergulhos em compulsões (primeiramente visto como algo acessível e prazeroso) que, por (in)consciente intenção, mascaram essas cicatrizes internas. Quem nunca foi -- ou é -- uma Fleabag?
MAIS UMA EXCELENTE SERIE DA AMAZON CUJO FATOR PRINCIPAL É A QUALIDADE . FALA SOBRE A VIDA DA MULHER MODERNA DE HOJE COM MUITO HUMOR : GOSTEI MUITO E ESPERO QUE TENHA UMA 2 TEMPORADA.spoiler: spoiler: spoiler: spoiler:
O ponto negativo é só porque acaba. Confesso que quando assisti a primeira temporada não gostei e também não entendi a quantidade de elogios à série. Praticamente um ano depois páro para assistir a segunda e está me prendeu até o último episódio.. Assisti de uma só vez. Não acho que tenha tido desfecho e não gosto quando acaba sem fim. A série além de ser bem curta deixou no ar como se pudesse continuar, mas não continuou. O último episódio deixou um gostinho de quero mais para quem chegou até ele. Talvez se tivesse continuado estragasse? Talvez, mas não acredito. A série finalizou no auge, com vários prêmios. Pode também ter sido insegurança da Phoebe já que tinha gerado muita expectativa. De toda forma, ainda daria tempo de continuar. Todos querem mais cenas do cotidiano da protagonista com o padre, da Claire com o Claire, etc.
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