Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
4,7
9303 notas
Você assistiu Stranger Things ?
Crítica da 3 temporada
4,5
Enviada em 8 de julho de 2019
Excelente! Segue na mesma pegada das temporadas anteriores, tendo mais ainda citações dos anos 80 e isso é brilhante, roteiro continua perfeito, mas deixou um pouco a desejar no desenvolvimento, quando tenta explicar de mais, mais não estraga essa excepcional temporada ou seja mais uma temporada obrigatória para os cinéfilos de plantão.
Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 8 de novembro de 2017
Ótima série original da Netflix! História baseada em escopo nostálgico, especificamente dos 80 e Stephen King muito presente, suspense e a amizade prepondera em seu roteiro, tudo muito bem feito, enquadramentos técnicos de 1° linha, elenco carismático, principalmente o das Crianças. diálogos muito bem elaborados, fotografia nota 10, abertura da série muito linda e trilha que lembra muito John Williams em seus tempo aure-os. Stranger Things é brilhante e fantástico.
Crítica da 2 temporada
5,0
Enviada em 24 de novembro de 2017
Obra prima! 2° Temporada especial e superior a 1° fácil fácil. Roteiro perfeito e seu desenvolvimento é ótimo. elenco é mais uma vez o ponto alto da série, O Dustin é mas cativante e marcante, com uma atuação fantástica e seu carisma é fundamental, pois de cara ele é amado pelo público por sua naturalidade, muito bacana mesmo! Trilha sonora linda e nostálgica, trazendo um ar leve e atraente. Uma série que marca o gênero e que o publico amará para todo o sempre e que 2019 chegue logo com a 3° Temporada.
Crítica da série
3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
A Netflix conseguiu mais uma vez. Usando seu algoritmo de análise do que o público quer ver, aí está justamente o que a grande massa adoraria ver: referências doentias aos anos 80 sem qualquer vergonha de se render ao clichê, ou apelar para emoções baratas. As pistas de uma série misteriosa aparecem na primeira cena que são usadas. Além de tudo, o roteiro é preguiçoso.
Crítica da série
5,0
Enviada em 19 de julho de 2016
Uma grata surpresa essa série. Bem dirigido, envolvente em todos os seus episódios, e nunca se torna cansativo. Trilha sonora empolgante. Belo elenco, com ótimas atuações. Assistam que vale apena.
Crítica da série
5,0
Enviada em 15 de julho de 2019
Netflix acertou em cheio nessa produção que está dando o que falar, e o maior motivo para toda essa repercussão é a releitura de sucessos dos anos 80 como ET o extraterrestre, os Gonnies, aliens entre outros. A ambientação e as trilhas sonoras são simplesmente nostálgicas para quem viveu nessa época. A trama tem um roteiro com muitas lacunas que devem ser aprofundadas na próxima temporada. Os atores mirins possuem uma afinação incrível, capaz de deixar a atriz veterana mais conhecida da série (Winona Ryder) em segundo plano, mas que também tem uma atuação perfeita. Adicionado em 02/11/2017: Na segunda a série deu um salto importante, está em crescimento contínuo e ficando ao longo dos episódios mais interessante e intrigante. Repito mais uma vez as grandiosas atuações dos adolescentes que enriquecem a série. Terceira temporada: A série continua bem como uma ótima releitura de filmes clássicos dos anos 80 e de forma muito bem humorada.
Crítica da 2 temporada
5,0
Enviada em 2 de novembro de 2017
Na segunda a série deu um salto importante, está em crescimento contínuo e ficando ao longo dos episódios mais interessante e intrigante. Repito mais uma vez as grandiosas atuações dos adolescentes que enriquecem a série.
Crítica da 3 temporada
4,0
Enviada em 10 de junho de 2020
Acho que perdeu muito do mistério com o diálogo direto com o mundo invertido... explicativo demais. mas mesmo assim continua muito bom.
Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 10 de junho de 2020
Excelente, com um tom mais sombrio e um monstro efetivamente sinistro... um clima pesado, um Will Byers convincente demais.
Crítica da série
4,5
Enviada em 10 de junho de 2020
Grande série. Perdeu um pouco da excelência em razão da terceira temporada menos misteriosa e sinistra. Mas continua sendo ótimo.
Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 4 de junho de 2020
Excelente série, com mesclas de humor e um suspense que te gruda na tela mas sem obcecar... não gera aquela loucura, mas sim uma vontade bacana de ver mais. ótima temporada.
Crítica da 2 temporada
5,0
Enviada em 8 de janeiro de 2018
Os irmãos Duffer são responsáveis por uma das mais icônicas e nostálgicas séries criadas pela Netflix, trata-se de STRANGER THINGS, que nesta segunda temporada retorna tão ou mais tensa e inspirada quanto a anterior.

O quarteto de pequenos formado por Mike, Dustin, Lucas e Will compõe não somente um grupo de jovens inspirados, mas um entusiasmado "bando" que demonstra ter recebido ainda mais destaque e liberdade para se desenvolver, algo que resulta em melhores performances dos astros mirins. O elenco adulto soa ainda mais entrosado que nunca, David Harbour e Winona Ryder fazem seus personagens ditarem as regras dramáticas ao longo do roteiro brilhante que toma conta dos 9 episódios da temporada.

As famosas e sempre lembradas homenagens aos anos 80 retornam mais intensas, para os mais atentos, os easter eggs saltam aos olhos, já que surgem em paredes, músicas, comerciais, roupas e diversos outros itens muitos bem casados com o que se vê na telinha.

Não há como mensurar as qualidades desta obra sem insistentemente recomendá-la, visto que há um conjunto soberbo de detalhes que constroem a narrativa e a deixa angustiante e capaz de manter a atenção intacta o longo de seus 9 episódios. Certamente teremos uma terceira temporada maior em diversos aspectos, não só quanto ao perigo representado pelo mundo invertido, mas também pelas habilidades que Eleven tem muito o que descobrir.
Crítica da 3 temporada
4,5
Enviada em 9 de setembro de 2019
A cidade de Hawkins está em alta por dois motivos: férias escolares e a inauguração de um grandioso shopping center. Esses dois elementos já deveriam ser capazes de ocupar integralmente o grupo de protagonistas, no entanto, uma nova ameaça surge para a turma "liderada" por Mike (Finn Wolfhard) buscar meios para não só identificar o que está deixando moradores locais com estranhos comportamentos, mas também eliminar de vez suas origens.

Após duas frutíferas e competentes temporadas, as expectativas por uma terceira temporada de STRANGER THINGS ficam em alta pelos admiradores do ótimo seriado produzido pela Netflix. Nessa nova empreitada, o grupo vivencia uma série de elementos que extrapolam a simples caça aos monstros, haja vista que eles estão entrando, de vez, na puberdade. Os relacionamentos ganham contornos com conflitos, ciúmes, desejos e muitos dos pontos que qualquer adolescente vive ao alcançar certa faixa etária. Entretanto, nada disso destoa do objetivo maior da série e jamais permite que a qualidade reduza criando situações comuns e desnecessárias, mérito total para os irmãos e roteiristas Matt Duffer e Ross Duffer. Valendo citar também o amadurecimento do roteiro ao tratar de outras características sociais, em especial a corrupção e política.

Embora já tenha desenvolvido bem o que existe por trás da mitologia do seriado, os produtores e roteiristas mostram mais uma vez que há polpa para ser usada no universo de Stranger Things. A exemplo da segunda, essa terceira temporada faz uso de um vilão que soa coerente dentro das características da série, deixando bem claro que o que é mostrado já estava lá, não precisando reinventar a roda para funcionar bem e nem traindo a inteligência do expectador.

Outro ponto destacável e que serve de pano de fundo da série é sua ambientação oitentista. O figurino, canções, adereços, neons e o festival de easter eggs estão novamente inspiradíssimos, culminando em um deleite saudosista para quem viveu aquela época. Fica difícil não procurar por paredes, letreiros, portas ou qualquer local que contenha algo daquele período; sem contar a trilha sonora que mais uma vez serve de aperitivo da melhor qualidade.

A esta altura do campeonato é comum se perguntar: o que seria de um produto cinematográfico sem um grupo de protagonistas capazes de manter o público se importando com todos eles? Pois essa resposta vive em cada episódio de Stranger Things. O grupo principal composto por Eleven, Mike, Dustin, Lucas e Will estão cada vez mais à vontade em seus papéis, além de receberem mais alguns personagens vitais para o enredo. A interação entre eles, mostrando o significado da amizade verdadeira soa não somente notável, mas também cativante sob diversos aspectos, que tenderão a oscilar dependendo de quem assiste.
Crítica da série
5,0
Enviada em 23 de agosto de 2016
Passado Presente.

Em uma recente entrevista, Ted Sarandos, o diretor de conteúdo da Netflix respondeu a jornalistas que a empresa não divulga seus números de audiência pelo simples motivo que não trabalham para um público específico. De fato isso é notório, já que produções dos mais diversos temas e conteúdos são produzidos em larga escala, sempre visando agradar a todo tipo de espectador, até mesmo aqueles nostálgicos a que se destina a série Stranger Things.

Situada em um pequena cidade americana onde todos conhecem todos e tomando como base o ano de 1983, a série tem seu começo de forma misteriosa quando o garoto Will Byers (Noah Schnapp) simplesmente desaparece. Sem vestígios do que possa ter ocorrido, há uma grande mobilização na cidade, envolvendo não somente os adultos, mas também os amigos de Will que topam qualquer investida para descobrir o que aconteceu de fato.

As investigações preliminares do chefe de polícia Jim Hopper (David Harbour), direcionam para estranhos testes de uma agência governamental que, mesmo sem ter respostas convincentes de seus dirigentes, deixa a todos com uma pulga atras da orelha sobre o que acontece de fato no local. Paralelo às investigações surge um dos elementos vitais a narrativa série, Eleven (Millie Bobby Brown), uma estranha garota cujo semblante triste pouco revela sobre sua existência, mas que aos poucos vai mostrando ser uma personagem vital para o enredo. Eleven se junta, ainda que involuntariamente, ao grupo de pequenos formado pelos carismáticos Mike Wheeler (Finn Wolfhard), Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo), sendo estes um dos pilares da diversão proporcionada pela série, já que a força de vontade e o desejo de descobrir sobre o passado de Eleven e como isso tem relação com o sumiço de Will deixa o espectador atento a todo segundo em que estão em cena.

A agência descoberta por Jim está sob o comando do Dr. Martin Brenner (Matthew Modine), um homem misterioso que tem em suas ações a frieza resoluta de alguém que não mede esforços para seguir com suas pesquisas. Modine condensa uma atuação fantástica, já que a situação em que ele se encontra é repleta de dúvidas e questionamentos, mas sua frieza e a total falta de escrúpulos torna-o repugnante a cada novo momento em cena, um vilão notável.

David Harbour é outro ator que se destaca com seu personagem Jim, cuja aparição inicial deixa uma sensação equivocada de seu comportamento social, mas quando tem seu passado dramático revelado passamos a torcer não somente pelo sucesso de sua investigação, mas também para que nada aconteça de ruim com ele. Sempre atenta ao que está sendo feito para descobrir o paradeiro de Will está sua mãe Joyce (Winona Ryder), uma mulher simples mas que deixa claro seu imenso amor pelos filhos, chegando a causar pânico pelo desespero de pensar no que possa ter ocorrido com o caçula. Sua atuação pode não ser notável, mas são várias as situações em que a história a coloca sob pressão e que resulta em momentos únicos.

Por falar em momentos únicos, a série pode se gabar de ter um amontado de situações em que essa expressão se encaixa. A começar pelo fato de ela se passar no começo da década de 80, o que permitiu um clima estrutural que passeia pela cultura daquela época, fazendo uso de uma infinidade de elementos bem característicos. As músicas que vão desde The Clash (Should I Stay or Should I Go), passando por Toto (Afrika) e até The Bangles (Haxy Shade of Winter), sendo que algumas estão sistematicamente encaixadas no desenvolvimento da história, deixando a brincadeira ainda mais divertida. Isso sem deixar de citar a infinidade de easter eggs presentes em cena como cartazes, trechos de filmes, produtos de consumo, brinquedos e citações a outras produções que deixam o espectador mais atento saborear esse paraíso de referências.

Apesar de todo esse amontoado de boas atuações e clima oitentista, a série ainda carrega consigo o trunfo de desenvolver um tenso clima de mistério capaz de causar arrepios pelos motivos certos, sendo eles voltados às explicações que vão sendo moderadamente inseridas para não deixar o espectador perdido, mas ansioso pelo que virá a seguir. Cenas como a da sala iluminada em que um certo individuo conversa com uma certa personagem é, com o perdão do trocadilho, nada menos que brilhante em sua execução e edição. A presença do trio de garotos e da jovem e sempre tristonha Eleven mantém a perspectiva de suspense e expectativa a cada nova descoberta, pois o roteiro respeita a desenvoltura deles como peças chaves para o mistério, mesmo que o sobrenatural paire de forma inteligente no contexto.

Contando com um roteiro bem estruturado, uma direção digna de nota e ambientação fantástica, STRANGER THINGS tem em sua primeira temporada um resultado fenomenal, capaz de agradar mesmo o público mais jovem, embora possua dose extra de tempero para quem viveu os gloriosos anos 80. Um elenco bem escolhido para personagens cativantes deixam a diversão completa.
Crítica da série
5,0
Enviada em 2 de setembro de 2016
Misterio. Ação. Assustador. Poderes. Monstro. Nostalgia. Amizade. Busca. Segredos. Aventura. Muito bom.