Into the Badlands
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4,5
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Fa Waughan
Fa Waughan

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Crítica da série
4,5
Enviada em 2 de novembro de 2020
Se você gosta de séries de luta eu recomendo está os cenários são perfeitos as cenas de lutas são espetaculares com um ótimo elenco e roteiro 
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 3 temporada
4,5
Enviada em 20 de junho de 2019
A chegada de um misterioso homem nas terras selvagens atrai atenção dos barões ainda restantes. Conhecido como o Peregrino (Babou Ceesay), o indivíduo chega com a proposta de um ser messiânico, responsável por criar uma ideologia calcada em algo próximo do fascismo. Tendo como aliados grandes lutadores, Peregrino atrai a atenção das grandes líderes Viúva (Emily Beecham), Lydia (Orla Brady) e Chau (Eleanor Matsuura), que precisarão buscar alianças para tentar se manter em suas posições, mesmo que o duelo seja por confiança, espaço ou meramente status. Em paralelo, Sunny (Daniel Wu) tem ajuda do simpático Bajie (Nick Frost) para identificar os interesses por trás da chegada do Peregrino ao mesmo tempo que busca salvaguardar o que resta do passado.

Estendida para 16 episódios e dividida em duas partes de 8, INTO THE BADLANDS tem em sua terceira temporada muito conteúdo para deleite dos admiradores deste seriado fantasioso em cena mas tão realista em sua essência. A continuação da história tem uma boa extensão e traz diversas explicações sobre a cidade perdida conhecida como Azra, incluindo aí como estão relacionados os personagens de Sunny, Peregrino e alguns responsáveis para fatídica queda da lendária cidade, mostrando muitos flashbacks para tecer uma rede destrutiva que desencadeou o fim do proeminente complexo.

Assim como nas temporadas anteriores, temos a presença de um grandioso elenco, sendo boa parte deles afinadíssimos e com boa presença na narrativa. Evidente que, além dos protagonistas, alguns tem seus destaques, caso de Nathaniel Moon (Sherman Augustus), Tilda (Ally Ioannides) e Nix (Ella-Rae Smith), sendo estes responsáveis também pelo desenrolar de subtramas que se ajustam à narrativa principal num fluxo nem sempre coeso, cujo resultado geralmente não implica em grandes problemas.

Anunciada como a última temporada, essa terceira traz consigo toda a beleza de seus figurinos e maquiagens repletos de estilo, misturando elementos que abusam de cores fortes associadas a adereços que enriquecem cada um dos personagens em cena. Como não deveria deixar de ser, os embates estão de volta, carregados do mais puro exagero, deliciosamente aplicado para ser fantasioso sem jamais soar cafona ou rudimentar; as coreografias sempre trazem consigo uma agilidade ímpar, seja nos embates corpo a corpo ou com uso das mais variadas armas brancas, tudo em prol do entretenimento.

Apesar do desfecho irregular que, se prosseguisse em uma eventual quarta temporada, tenderia a ir para um lugar comum já tão explorado pela 7ª arte. De certa forma soa controverso o final da série, mas pelo menos conclui alguns arcos que se perderam, tais como os que envolvem M.K., Tilda e Bajie, levando a um final, senão épico (algo que certamente não foi), mas coerente com a proposta sempre fantasiosa deste ótimo seriado produzido pela AMC.
Maciel Gonçalves Cruz
Maciel Gonçalves Cruz

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 30 de maio de 2020
Série muito top. Pena q a dublagem parece novela mexicana.
amazon tem q investir mais nos dubladores. Fracos. Tipicos vendedores de feiras
Luciene M.
Luciene M.

10 seguidores 29 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 29 de abril de 2016
Universo muito interessante e as melhores cenas de luta que já vi em seriados.Aguardando a segunda temporada.
Walace R.
Walace R.

5 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 29 de dezembro de 2015
série muita boa, efeitos especiais bem produzidos, trilha sonora muita empolgante, uma serie de muita ação, luta, drama e uma pitada de ansiedade em cada episodio. Recomendo
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 31 de julho de 2017
Slow Action com tutano.

Lançada pela AMC com uma espécie de experimento, a série Into the Badlands saiu do desconhecido passo de seu lançamento para status de sucesso com apenas 6 episódios. Muito disso se deve graças ao carisma do protagonista Sunny (Daniel Wu) e pela mitologia desenvolvida no universo fictício criado pelos roteiristas Alfred Gough e Miles Millar. Após a introdução da primeira temporada e do desenvolvimento envolvendo barões que tomam conta das terras selvagens, Sunny se vê envolto a busca por sua família e pelas descoberta do que aconteceu com seu pupilo, o jovem M.K. (Aramis Knight).

Agora com mais tempo na tela, os 10 episódios conseguem estender a saga de Sunny e apresentar novos personagens, como o caso do divertido Bajie (Nick Frost). A dupla cria uma grande empatia pelos lados opostos de personalidade que trabalham em conjunto pela busca de interesses particulares. A trajetória da dupla para voltar às terras selvagens resulta em aventuras e dificuldades imensas, o que também proporciona estender mais nosso conhecimento acerca das terras em que se passa a história.

Tomamos conhecimento de novos barões e como eles se relacionam para manter o controle em Badlands, isso permite uma maneira de desenvolver a história sem depender em excesso de Sunny, pois a série possui outros interessantes atrativos além do protagonista. O próprio M.K., agora mais explorado por conta de um treinamento que visa controlar seus "poderes", aparece mais inserido no contexto, já que descobre novos elementos que trazem sentido à famigerada cidade de Azra, alvo de suas buscas desde a temporada anterior.

Apesar de história melhor desenvolvida, outro ponto forte da série volta ainda mais acentuado: a violência. Aqui não há espaço apenas para socos ou tapas, a coisa é pesada, regrada com muito sangue, membros e cabeças decepadas, tudo com estilo e fazendo uso de muitas sequências em câmera lenta para impactar ainda mais a ação. A trilha sonora, que ainda traz Rag n' Bone Man, tem um setlist variado, que passa pelo pop, jazz, rock e situações orquestradas notáveis.

Novamente a presença das mulheres é ponto alto aqui, principalmente devido a Viúva (Emily Beecham), que lidera um grupo composto em sua maioria pela classe feminina, inclusive respeitada pelas grandes habilidade táticas e de combate mano a mano. As coregrafias de luta com armas brancas impressiona pela forma frenética como foram montadas, sempre deixando a sensação de realismo saltar aos olhos. E tudo com inventividade e um figurino que veste bem em todas as situações.

INTO THE BADLANDS - SEASON 2 amplia e muito o que foi apresentado na primeira temporada. As idéias melhor apresentadas e mais expandidas trazem uma mitológica narrativa repleta de criatividade, contando com ação das melhores do cinema. Resta agora aguardar pela terceira, e já anunciada, temporada que só chega em 2018.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 31 de julho de 2016
Estilo Avermelhado.

Idealizada pela prolífera dupla Alfred Gough e Miles Millar, a série Into the Badlands traz um mundo pós-apocalíptico diferente do convencional, pois não há destruição geográfica e física evidenciada, mas sim um universo no qual a sociedade se destruiu devido a suas ambições naturais.

Inspirada pela fábula chinesa “Journey to the West”, a série tem como protagonista o artista marcial Daniel Wu, que interpreta Sunny, um fiel devoto aos interesses de seu tutor, que exige pouco diálogo e força bruta sem preocupações. Sunny é o regente da fortaleza comandada por Quinn (Marton Csokas), um homem frio e manipulador ao extremo, capaz de fazer de seus interesses a sobrevida para total controle de suas dependências. Quinn é um dos seis barões de Badlands, indivíduos que comandam com pulso firme seus interesses econômicos sem se preocupar muito com a influência política para prosseguir com suas necessidades.

Tudo começa a mudar quando Sunny encontra o jovem M.K. (Aramis Knight), um jovem que está em busca da mãe e de sua antiga terra natal, conhecida como Azra. O jovem em questão é dotado de uma habilidade descomunal que não controla e não sabe suas origens, algo que leva o protagonista a questionar sua devoção ao barão e rever possíveis interesses pessoais fora dos domínios de Badlands.

A situação se acentua mais quando outros personagens surgem em diversos extremos, sejam eles com interesse direto em M.K., como é o caso da Viúva (Emily Beecham), ou mesmo focados em rixas pessoais, como se destacam o orgulhoso Ryder (Oliver Stark) e Lydia (Orla Brady), essa última uma das esposas do barão.

Ausência de peculiaridades a parte, a série ganha força quanto Sunny investe em descobertas sobre o que existe além das terras selvagens de Badlands e ao mesmo tempo questiona sua devoção ao barão Quinn, uma vez que este demonstra incrível insensatez para aqueles que o respeitam indubitavelmente. É um canalha, devo apontar.

Além dos aspectos narrativos interessantes criados nesta temporada, a série ainda desponta com uma incrível qualidade no aspecto ação. Considerando o que diz um dos materiais de divulgação: "In a world without guns, fighting is a art", a lei que prevalesse é a que define a habilidade com o uso das mãos e armas brancas, elemento este que serve para desenrolar todas as cenas que saem da calmaria, diga-se de passagem, brilhantemente bem coreografadas. A violência chega a ser exaltada com muito sangue e desmembramentos, alguns até surpreendentes pelo exagero, mas naturais dentro do universo em que existem.

O figurino é outro item que chama a atenção, já que nas roupas fica evidenciado nitidamente tanto a hierarquia quanto quanto a classe econômica de cada um, a série faz questão disso. O guerreiro Sunny possui uma estilosa composição, contendo um sobretudo vermelho (cor de seu clã), óculos preto e duas espadas forjadas para qualquer situação; os barões são sempre destacados pelo cor de seus "grupos", azul para a Viúva e preto para Jacobee (Edi Gathegi), servindo para pontuar sua diferenças regionais, sem que isso indique força ou significado maior.

Contando ainda com uma fotografia que abusa de tons quentes, em especial o vermelho, para realçar a realidade daquele universo, planos que exaltam e aproximam as lutas do espectador sem jamais causar confusão em cada momento, INTO THE BADLANDS tem uma curta primeira temporada com seis episódios, mas já desenvolveu bastante conteúdo para se desenrolar na já anunciada segunda temporada, que chega em algum momento de 2017. O jeito é esperar para saber como Sunny aprenderá a lidar com as habilidades de M.K. e outros problemas que surgiram nesta divertida série.