Black Sails
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Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2018
Boa temporada! Escura, violenta e transcendente, com cenas de ação de primeira qualidade e bons diálogos. Ponto a desenvolver o excesso de falas que muitas vezes se repetem. Mas vale muito conferir e já preparado para vê a 2° Temporada!!
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 2 temporada
4,0
Enviada em 21 de dezembro de 2018
2° Temporada segue na mesma pegada da 1° com bastante diálogos e ação na medida certa, com boas atuações e 10 epsodios, assim dando ênfase na estória. À melhorar os efeitos sonoros e especiais que estão em falta, algo a se pensar na próxima temporada.
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 3 temporada
4,0
Enviada em 10 de janeiro de 2019
Na mesma das anteriores, esse segue com boas batalhas, com um positivo a mais, a evidente melhora nos diálogos, sendo mais incisivos e coerentes. Roteiro continua bom, sem frescuras e delongas, essa temporada é um bom entretenimento.
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 4 temporada
4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2019
Fecha a 4° temporada com um bom desfecho, bem explicado e com ótimas atuações, excelentes diálogos e cenas de ação . Efeitos especiais muito bem feitos e direção de arte de primeira. A série termina por cima.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 4 temporada
4,5
Enviada em 13 de abril de 2017
O Fim de uma Era em Alto Mar.

No universo do cinema, há um grande reflexo da representatividade em tela como um espelho da realidade. Ainda que essa representação tenha foco em uma época remota, a narrativa pode prevalecer sob um aspecto mais contemporâneo, algo que a última temporada de BLACK SAILS se empenha, já que a presença de mulheres fortes do ponto de vista da relevância tinge o contexto com algo único e avassalador.

Capitão Flint (Toby Stephens) e Long John Silver (Luke Arnold) arquitetam de forma mais avançada seu plano de alavancar uma grande guerra contra o governador Woodes Rogers (Luke Roberts) para tomar controle da ilha de Nassau. A grande aliada Madi (Zethu Dlomo), líder da um grupo das proximidades, torna-se co-responsável e definitivamente uma grande associada na investida que terá muitas novidades e descobertas, incluindo reviravoltas que muitos fãs ficarão impressionados.

Tecnicamente falando, a sensação que paira é que o canal Starz ampliou suas investidas financeiras para que a série culminasse não somente em sua conclusão derradeira, mas também em um ápice que remete a grandiosas produções cinematográficas. O cuidado nítido com roteiro, repleto de momento antológicos e frases empolgantes caminha lado a lado com a retratação de época de cair o queixo. As roupas, adereços, ambientes, embarcações e tudo que ajuda na contextualização é simplesmente impressionante, há uma cena no último episódio que envolve dois grandes navios que é soberba em todos os aspectos, pois mesmo em alto mar, os planos e agilidade na condução da cena não deixa em nada a desejar.

Voltando a narrativa, o anúncio da 04ª temporada como sendo a última também veio com o detalhe de que seria a mais sombria. Bom, de fato isso é verdade, tanto é que as maquinações e suas resultantes são as mais curiosas da cronologia da série, fazendo da violência um elemento pequeno diante da perversidade de certas decisões. Se isso seria acertado? Acredito que sim, pois as temporadas anteriores já estavam caminhando para isso, mesmo que em alguns pontos possam ser questionáveis, o drama presente em certas escolhas pontuam de maneira ousada a condução da história.

A complexidade da história de BLACK SAILS e dimensão dada a ela, com seus personagens de pouca integridade mas grande intensidade, sem dúvida, fazem da série um amálgama repleto de questionamentos humanos, pessoais e sociais. Suas investidas em campos delicados e de pouca expressão no cinema podem deixar alguns fãs com o nariz torcido, mas mostram como a ousadia da produtora permitiu algo diferenciado e, por que não dizer, único.

É um pena saber que não teremos mais histórias do grande elenco encabeçado pelo Capitão James Flint e as majestosas locações da África do Sul, mas pelo menos fica a sensação de dever cumprido.
anônimo
Um visitante
Crítica da série
4,5
Enviada em 11 de maio de 2022
Caramba, essa série de histórias, conquistas e batalhas com Piratas e inimigos espanhoes e ingleses é perfeita. Melhor coisa da serie, a garota morena (qui gosta da loirinha dona do pedaço), e qui morenaço, muitas cenas de nudez, mostrando os seios. Vale cada minuto qui vc gaste para assitir todas as 4 temporadas, não só pela nudez, mas principalmente pelo desenrolar das tramas. show, pena qui não teve mais temporadas.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da série
4,0
Enviada em 1 de março de 2016
Uma receita com ingredientes certos: conspirações, brigas, mistério, qualidade cinematográfica, cenário e belas paisagens faz de Black Sails, a série perfeita para quem busca algo relacionado a piratas. É baseada em "A Ilha do Tesouro", um clássico da literatura infanto-juvenil, escrito em 1883 por Robert Louis Stevenson.
A trama evolui com o passar dos episódios, assim que vai conhecendo um a um os personagens.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 7 de maio de 2016
De Volta aos Mares.

Após os eventos de apresentação da primeira temporada, incluindo aí o desenvolvimento dos personagens principais e do desejado Urca de Lima, Black Sails retorna para uma história mais inteligente e provida de conteúdo político, o que representa um avanço importante nesta série do canal Starz.

O Capitão James Flint (Toby Stephens) retorna como protagonista nesta segunda temporada, porém, tendo sua situação ainda mais comprometida por conta de elementos do passado que vieram a tona para a tripulação, isso faz com que ele atue como um colaborador para sua equipe, já que o comando acaba passando para seu antigo contador, o inescrupuloso Dufresne (Roland Reed). Embora situado nos eventos que culminaram no término da primeira temporada, Black Sails dá uma passo adiante em sua história, deixando o ainda famigerado Urca de Lima como segundo plano, já que surge um outro elemento para o reconhecimento de Nassau como um importante pólo econômico: Abigail Ashe (Meganne Young).

Tanto Eleanor (Hannah New) quanto Flint percebem que Abigail pode ser um trunfo para Nassau, pois o pai da garota, um influente político inglês, serviria de sustentação para que tanto a ilha paradisíaca em que se passa a história quanto os piratas sejam absolvidos dos crimes passados, dando a eles uma chance econômica impensável. Mas nem tudo flui como esperado, já que a pirataria jamais tendeu a ser aceita como algo a ser deixado para traz...

Embora o foco político mais acentuado nesta temporada, os roteiristas foram brilhantes ao buscarem desenvolver alguns personagens vitais à narrativa, principalmente John Silver (Luke Arnold) que passa a ser peça ainda mais importante para Flint, já que dispõe de lábia e uma capacidade de convencimento como poucos. Charles Vane (Zach McGowan) também ganha maior relevância, pois volta liderando um grupo de piratas capaz de tudo para alcançar seus objetivos, independente das consequências. Max (Jessica Parker Kennedy) também sofre um revés, pois mostra-se uma habilidosa e astuta estrategista em seu meio, criando oportunidades financeiras onde os olhos de outros não passaram, ainda que isso também gere inimizades, afinal de contas a série é sobre piratas e a filosofia deles.

Apesar de grandes e relevantes pontuações sobre os personagens de destaque, quem impera narrativamente aqui é James Flint. Há uma enorme preocupação em mostrar o passado do Capitão Flint, desde sua consagração como importante membro do serviço militar inglês até ele se tornar pirata, isso é mesclado de forma genial na trama, pois o uso de flashbacks, mesmo que não muito constantes, surgem providos da necessidade de ilustrar determinados ocorridos, o que pontua cada situação de forma não menos que brilhante. Até mesmo mesmo a existência de Nassau e sua prosperidade são tratados com a devida relevância pelo roteiro, sempre fomentados pela pirataria que ainda terá muito a oferecer.

Além do meticuloso cuidado com o excelente roteiro, os produtores também são habilidosos quanto aos detalhes técnicos. Figurino, maquiagem, locações, embarcações e tudo que complementa o universo de Black Sails ganha ainda mais atenção. A segunda temporada mostra mais embarcações impressionantes em grandes sequências de ação em alto mar, sempre preocupados em exibir planos aéreos que realcem os belíssimos barcos no mar aberto, mesmo que eles sejam parcialmente ou totalmente destruídos em prol do entretenimento. A cena final, em que Flint e Vane fazem parte de um julgamento é não menos que fenomenal, não somente pela agitação, mas devido a sua razão de existir e sua conclusão.

Voltando com grande preocupação em desenvolver mais seus personagens, em especial o protagonista James Flint, BLACK SAILS mostra porque tem sido considerada uma das mais importantes séries americanas da atualidade. Grande respeito por seus personagens, mesmo os secundários, um elenco afinado, culminando em um ápice narrativo que releva a pirataria como razão da série existir, esta segunda temporada é não menos que fenomenal.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 15 de março de 2016
Terra a Vista!

Para quem conhece o clássico A Ilha do Tesouro, do escritor britânico Robert Louis Stevenson, o imaginário envolvendo a fantasia flui com mais facilidade ao falar desta série do canal Starz. Digo isso porque Stevenson sempre flertou com a ficção de uma maneira amigável, utilizando seus recursos narrativos para criar grandes personagens, assim como a primeira temporada desta ótima série Black Sails.

Produzida pelo diretor Michael Bay, Black Sails se passa cerca de 20 anos antes dos ocorridos do livro em que se baseia. O protagonista é o Capitão Flint (Toby Stephens), um sujeito que sempre demonstrou dificuldades em inspirar confiança, inclusive em sua tripulação. Como se isso ainda não fosse o suficiente, os saques provenientes de suas ações como pirata tem reduzido de forma alarmante, deixando sua tripulação ainda mais duvidosa sobre suas capacidades de líder. Baseado no fato de que a escassez é uma realidade, Flint convence a todos de que uma recente descoberta pode levá-los a uma embarcação com tesouros incalculáveis, o que deixaria todos os tripulantes transbordando em riqueza, trata-se do navio espanhol Urca de Lima.

A partir desse momento, acompanhamos a saga de Flint em busca de proventos para sair a caça da embarcação espanhola, isso envolve não somente convencer pessoas, mas garantir recursos suficientes para a viagem de ida e volta, incluindo armas, homens e tudo o necessário para se sair bem no objetivo proposto. É é exatamente nessa preparação que começam a surgir as dificuldades e também outros antagonistas de relevância notável. A começar por Eleanor Guthrie (Hannah New), a responsável direta pelo comércio na ilha da Nassau, que possui um tom autoritário mas repleta de fraquezas e incertezas, fazendo dos riscos que escolhe um problema para seus associados; temos aí Charles Vane (Zach McGowan), o capitão de um dos navios rivais de Flint e que surge como um cara frio, calculista e com um passado sombrio; o imediato de Flint, Gates (Mark Ryan), que sempre busca apaziguar os ânimos da tripulação, mesmo que também tenha suas dúvidas e sempre adote a postura de defensor de seu líder; Jack (Toby Schmitz), o capanga de Vane que faz uso de sua lábia para convencer as pessoas sobre suas ideias e objetivos; John Silver (Luke Arnold) é o falso cozinheiro que tem memorizado o itinerário do Urca de Lima; sem contar nos diversos personagens que, mesmo sem destaque de grande relevância no enredo, acabam sendo bem aproveitados para ponderar no desenvolvimento da narrativa, como a Srta Barlow (atriz), Scott (ator), Anne Bonny (Clara Paget), Billy (Tom Hopper), Max (Jessica Parker Kennedy), entre tantos outros que merecem destaque.

Não só de personagens notáveis a série se sustenta, pois existe uma caracterização de época simplesmente impressionante. Ambientada no início do século 18, Black Seals é uma série sobre piratas e seus saques, para mostrar isso com grande fidelidade, percebe-se um grandioso investimento nos detalhes. As roupas, adereços, embarcações, armas e muitos outros chegam a encher os olhos devida a tamanha fidelidade, tudo parece ser real, com uma riqueza nos pormenores que deixaria até o menos empolgados surpresos com a relevância dos mínimos detalhes. E por falar em detalhes, a pirataria aqui em retratada não somente no figurino e embarcações, mas também na filosofia: os personagens mais importantes pregam a confiança acima de tudo, mas, por serem piratas o conceito de confiança é sempre deturpado, pois acabam agindo em prol de desejos ou objetivos pessoais, mesmo que isso inflija a morte de membros da equipe, algo que os roteirista mostra sem qualquer pudor.

Outro elemento que chama a atenção está nos embates, sejam eles em terra ou em alto mar. Há uma grande preocupação em ser fidedigno, portanto, a violência é comum nas mais diversas situações. Temos peitos sendo atravessados por balas, braços e pernas sendo arrancados por canhões, olhos perfurados por tiros, lâminas atravessando carne e muito sangue, tudo para agradar o público adulto mais exigente. Falando ainda em conteúdo adulto, há muita nudez e situações de sexo não explícitas, tudo sempre permeado pela circunstância de personagens que são humanos e também desejam os prazeres da carne.

Nitidamente uma série de grande orçamento, BLACK SEALS tem em sua primeira temporada um emaranhado de intrigas e personagens sombrios com propósitos muitas vezes pessoais, algo fortemente ligado ao conceito dos piratas. É uma produção com capricho invejável nos detalhes, cuidadosa nos aspectos técnicos e com uma narrativa que só vai ganhando força ao longo dos episódios. Surpreende com suas locações e, apesar do CG sempre presente, o resultado não deixa a desejar em nenhum momento de seus ótimos 8 episódios.
Ana Elisa A.
Ana Elisa A.

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2016
É daquelas séries que evoluem com o passar dos episódios. No começo é um pouco difícil entender os personagens, mas aos poucos a história de cada um é revelada. Muito bem escrita, excelente produção e ótimos atores.