Black Sails
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Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2018
Boa temporada! Escura, violenta e transcendente, com cenas de ação de primeira qualidade e bons diálogos. Ponto a desenvolver o excesso de falas que muitas vezes se repetem. Mas vale muito conferir e já preparado para vê a 2° Temporada!!
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 2 temporada
4,0
Enviada em 21 de dezembro de 2018
2° Temporada segue na mesma pegada da 1° com bastante diálogos e ação na medida certa, com boas atuações e 10 epsodios, assim dando ênfase na estória. À melhorar os efeitos sonoros e especiais que estão em falta, algo a se pensar na próxima temporada.
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 3 temporada
4,0
Enviada em 10 de janeiro de 2019
Na mesma das anteriores, esse segue com boas batalhas, com um positivo a mais, a evidente melhora nos diálogos, sendo mais incisivos e coerentes. Roteiro continua bom, sem frescuras e delongas, essa temporada é um bom entretenimento.
Ricardo L.
Ricardo L.

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Crítica da 4 temporada
4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2019
Fecha a 4° temporada com um bom desfecho, bem explicado e com ótimas atuações, excelentes diálogos e cenas de ação . Efeitos especiais muito bem feitos e direção de arte de primeira. A série termina por cima.
Jackson A L
Jackson A L

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Crítica da série
4,0
Enviada em 1 de março de 2016
Uma receita com ingredientes certos: conspirações, brigas, mistério, qualidade cinematográfica, cenário e belas paisagens faz de Black Sails, a série perfeita para quem busca algo relacionado a piratas. É baseada em "A Ilha do Tesouro", um clássico da literatura infanto-juvenil, escrito em 1883 por Robert Louis Stevenson.
A trama evolui com o passar dos episódios, assim que vai conhecendo um a um os personagens.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 15 de março de 2016
Terra a Vista!

Para quem conhece o clássico A Ilha do Tesouro, do escritor britânico Robert Louis Stevenson, o imaginário envolvendo a fantasia flui com mais facilidade ao falar desta série do canal Starz. Digo isso porque Stevenson sempre flertou com a ficção de uma maneira amigável, utilizando seus recursos narrativos para criar grandes personagens, assim como a primeira temporada desta ótima série Black Sails.

Produzida pelo diretor Michael Bay, Black Sails se passa cerca de 20 anos antes dos ocorridos do livro em que se baseia. O protagonista é o Capitão Flint (Toby Stephens), um sujeito que sempre demonstrou dificuldades em inspirar confiança, inclusive em sua tripulação. Como se isso ainda não fosse o suficiente, os saques provenientes de suas ações como pirata tem reduzido de forma alarmante, deixando sua tripulação ainda mais duvidosa sobre suas capacidades de líder. Baseado no fato de que a escassez é uma realidade, Flint convence a todos de que uma recente descoberta pode levá-los a uma embarcação com tesouros incalculáveis, o que deixaria todos os tripulantes transbordando em riqueza, trata-se do navio espanhol Urca de Lima.

A partir desse momento, acompanhamos a saga de Flint em busca de proventos para sair a caça da embarcação espanhola, isso envolve não somente convencer pessoas, mas garantir recursos suficientes para a viagem de ida e volta, incluindo armas, homens e tudo o necessário para se sair bem no objetivo proposto. É é exatamente nessa preparação que começam a surgir as dificuldades e também outros antagonistas de relevância notável. A começar por Eleanor Guthrie (Hannah New), a responsável direta pelo comércio na ilha da Nassau, que possui um tom autoritário mas repleta de fraquezas e incertezas, fazendo dos riscos que escolhe um problema para seus associados; temos aí Charles Vane (Zach McGowan), o capitão de um dos navios rivais de Flint e que surge como um cara frio, calculista e com um passado sombrio; o imediato de Flint, Gates (Mark Ryan), que sempre busca apaziguar os ânimos da tripulação, mesmo que também tenha suas dúvidas e sempre adote a postura de defensor de seu líder; Jack (Toby Schmitz), o capanga de Vane que faz uso de sua lábia para convencer as pessoas sobre suas ideias e objetivos; John Silver (Luke Arnold) é o falso cozinheiro que tem memorizado o itinerário do Urca de Lima; sem contar nos diversos personagens que, mesmo sem destaque de grande relevância no enredo, acabam sendo bem aproveitados para ponderar no desenvolvimento da narrativa, como a Srta Barlow (atriz), Scott (ator), Anne Bonny (Clara Paget), Billy (Tom Hopper), Max (Jessica Parker Kennedy), entre tantos outros que merecem destaque.

Não só de personagens notáveis a série se sustenta, pois existe uma caracterização de época simplesmente impressionante. Ambientada no início do século 18, Black Seals é uma série sobre piratas e seus saques, para mostrar isso com grande fidelidade, percebe-se um grandioso investimento nos detalhes. As roupas, adereços, embarcações, armas e muitos outros chegam a encher os olhos devida a tamanha fidelidade, tudo parece ser real, com uma riqueza nos pormenores que deixaria até o menos empolgados surpresos com a relevância dos mínimos detalhes. E por falar em detalhes, a pirataria aqui em retratada não somente no figurino e embarcações, mas também na filosofia: os personagens mais importantes pregam a confiança acima de tudo, mas, por serem piratas o conceito de confiança é sempre deturpado, pois acabam agindo em prol de desejos ou objetivos pessoais, mesmo que isso inflija a morte de membros da equipe, algo que os roteirista mostra sem qualquer pudor.

Outro elemento que chama a atenção está nos embates, sejam eles em terra ou em alto mar. Há uma grande preocupação em ser fidedigno, portanto, a violência é comum nas mais diversas situações. Temos peitos sendo atravessados por balas, braços e pernas sendo arrancados por canhões, olhos perfurados por tiros, lâminas atravessando carne e muito sangue, tudo para agradar o público adulto mais exigente. Falando ainda em conteúdo adulto, há muita nudez e situações de sexo não explícitas, tudo sempre permeado pela circunstância de personagens que são humanos e também desejam os prazeres da carne.

Nitidamente uma série de grande orçamento, BLACK SEALS tem em sua primeira temporada um emaranhado de intrigas e personagens sombrios com propósitos muitas vezes pessoais, algo fortemente ligado ao conceito dos piratas. É uma produção com capricho invejável nos detalhes, cuidadosa nos aspectos técnicos e com uma narrativa que só vai ganhando força ao longo dos episódios. Surpreende com suas locações e, apesar do CG sempre presente, o resultado não deixa a desejar em nenhum momento de seus ótimos 8 episódios.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 3 temporada
5,0
Enviada em 3 de julho de 2016
Muito Além de um Mar Sombrio.

É fato que para uma história ter relevância não basta ter bons argumentos para contá-la, mas também personagens que cativam pelo contexto em que se encaixam, Black Sails tem mantido essa máxima com uma dose evolutiva a cada nova temporada, criando momentos únicos que ampliam sua essência ao extremo.

A terceira temporada tem início relatando as consequências da frustrada tentativa de legalizar o perdão dos piratas de Nassau, mostrando um Capitão James Flint (Toby Stephens) frio e com desejo de sangue contra aqueles que aplicam a lei marcial contra os piratas. As frustrações que ele carrega consigo o impelem a usar a força bruta peremptoriamente, uma vez que não visualiza acordo entre sua classe e a lei, isso torna o personagem ainda mais complexo, pois a temporada anterior nos apresentou ao seu passado e como ele se esforçou para buscar o perdão pirata.

Pensando nas consequências dessa campanha de terror, o imediato John Silver (Luke Arnold) usa e abusa de suas habilidades de argumentação para trazer de volta o verdadeiro Flint, aquele que almeja o bem estar não somente da ilha de Nassau, mas para todos os piratas. Silver ganha ainda mais destaque nessa temporada, principalmente porque fica mais evidente que seus dotes físicos não podem ser aproveitados, visto que parte de sua perna foi mutilada, essa deficiência amplia sua importância na tarefa de argumentação, não somente entre os piratas da tripulação, mas também para aqueles que, de alguma forma, representam problemas para Flint e companhia.

Com Flint e Silver buscando meios para sobreviver após o fracasso e consequente destruição de Charles Town, cabe ao capitão Charles Vane (Zach McGowan) e Jack Rackham (Toby Schmitz) articular a sobrevivência de Nassau, visto que um inimigo poderoso está chegando, justamente alguém que os conhece plenamente, capaz de assegurar que o antigo continente forneça meios para que a pirataria deixe de prosperar. Trata-se de Woodes Rogers (Luke Roberts), um corsário que arrecadou fundos suficientes para trazer à ilha dos piratas a legalidade absoluta, principalmente por contar com participação de alguém que conhece como poucos o comércio local, ninguém menos que Eleanor Guthrie (Hannah New), agora mostrando um lado cujo resultado reverte suas reais intenções, principalmente com seus conhecidos e rentáveis mercantes.

Nesta temporada temos também a chegada de um personagem icônico historicamente, trata-se de Edward Teach, mais conhecido como Barba Negra. O personagem já é apresentado em toda a sua corpulência e brutalidade, capaz de usar não somente sua força física, mas também suas armas para lutar em prol dos seus interesses piratas. Tal personagem é bem explorado na narrativa, já que o passado de Vane tem forte ligação com Teach, algo que também resulta em consequências diretas nesta temporada.

Com tantos personagens inseridos nesta terceira temporada, alguns ainda conseguem ser bem aproveitados pelos roteiristas, justamente para compor a narrativa de maneira ainda mais produtiva. São casos da sagaz articuladora Max (Jessica Parker Kennedy), do detentor de segredos aos montes Mr. Scott (Hakeem Kae-Kazim), do vira casaca Capitão Benjamin Hornigold (Patrick Lyster) e da proeminente Anne Bonny (Clara Paget).

Há uma grande força narrativa nesta temporada que consegue moldar a história de maneira impressionantemente cativante, ligando elementos do passado com o presente de forma coerente e funcional, deixando que os personagens não surjam como mera desculpa para ampliar o rol de elementos narrativos, mas para deixar mais complexo um enredo que tem sido aproveitado de maneira inteligente e apaixonante. Flint mostra-se cada vez mais capaz de manter sua imagem de pirata respeitado e temido, ao passo que sua habilidade de articulação, em alguns casos, supera até mesmo a de Silver, ponto positivo para a equipe de roteiristas.

Mas nem só de narrativa Black Sails se sustenta, pois esta terceira temporada está nitidamente mais corpulenta em termos gráficos e investimento. São várias as sequências em alto mar, incluindo embates entre embarcações que beiram o realismo supremo, incluindo explosões, tiroteios, colisões, mortes e tudo aquilo capaz de manter os olhares fixos na telinha segundo a segundo. Há sequências gloriosas dignas de cinemão hollywoodiano, como uma em que o Walrus, barco comandado por Flit adentra em uma tempestade e quase vira, a montagem desta cena é deslumbrante, capaz de arrepiar até os mais acostumados com filmes de ação. E são muitos os momentos que surpreendem e colocam a série em um novo patamar cinematográfico, não por acaso o canal responsável por sua produção, o Starz, anunciou a quarta temporada antes mesmo da terceira ser exibida, sorte dos fãs que, assim como eu, anseiam por ela.

BLACK SAILS: SEASON 3 mostra como uma série deve se portar ao longo de tantos episódios, consegue ajustar bem os ocorridos do passado com o presente sempre de forma pontual e crível dentro do universo da série. Nos faz temer pelo futuro dos personagens principais e torcer pelo fracasso de alguns, inclusive lamentar algumas perdas inesperadas. Contando com uma das mais fascinantes narrativas que a TV já produziu para um seriado, Black Sails certamente trará uma quarta temporada, no mínimo, sombria e angustiante, repleta de embates complexos nos quais a vitória pode não ser sempre a aguardada pelo espectador.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 4 temporada
4,5
Enviada em 13 de abril de 2017
O Fim de uma Era em Alto Mar.

No universo do cinema, há um grande reflexo da representatividade em tela como um espelho da realidade. Ainda que essa representação tenha foco em uma época remota, a narrativa pode prevalecer sob um aspecto mais contemporâneo, algo que a última temporada de BLACK SAILS se empenha, já que a presença de mulheres fortes do ponto de vista da relevância tinge o contexto com algo único e avassalador.

Capitão Flint (Toby Stephens) e Long John Silver (Luke Arnold) arquitetam de forma mais avançada seu plano de alavancar uma grande guerra contra o governador Woodes Rogers (Luke Roberts) para tomar controle da ilha de Nassau. A grande aliada Madi (Zethu Dlomo), líder da um grupo das proximidades, torna-se co-responsável e definitivamente uma grande associada na investida que terá muitas novidades e descobertas, incluindo reviravoltas que muitos fãs ficarão impressionados.

Tecnicamente falando, a sensação que paira é que o canal Starz ampliou suas investidas financeiras para que a série culminasse não somente em sua conclusão derradeira, mas também em um ápice que remete a grandiosas produções cinematográficas. O cuidado nítido com roteiro, repleto de momento antológicos e frases empolgantes caminha lado a lado com a retratação de época de cair o queixo. As roupas, adereços, ambientes, embarcações e tudo que ajuda na contextualização é simplesmente impressionante, há uma cena no último episódio que envolve dois grandes navios que é soberba em todos os aspectos, pois mesmo em alto mar, os planos e agilidade na condução da cena não deixa em nada a desejar.

Voltando a narrativa, o anúncio da 04ª temporada como sendo a última também veio com o detalhe de que seria a mais sombria. Bom, de fato isso é verdade, tanto é que as maquinações e suas resultantes são as mais curiosas da cronologia da série, fazendo da violência um elemento pequeno diante da perversidade de certas decisões. Se isso seria acertado? Acredito que sim, pois as temporadas anteriores já estavam caminhando para isso, mesmo que em alguns pontos possam ser questionáveis, o drama presente em certas escolhas pontuam de maneira ousada a condução da história.

A complexidade da história de BLACK SAILS e dimensão dada a ela, com seus personagens de pouca integridade mas grande intensidade, sem dúvida, fazem da série um amálgama repleto de questionamentos humanos, pessoais e sociais. Suas investidas em campos delicados e de pouca expressão no cinema podem deixar alguns fãs com o nariz torcido, mas mostram como a ousadia da produtora permitiu algo diferenciado e, por que não dizer, único.

É um pena saber que não teremos mais histórias do grande elenco encabeçado pelo Capitão James Flint e as majestosas locações da África do Sul, mas pelo menos fica a sensação de dever cumprido.
Ricardo M.
Ricardo M.

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Crítica da 2 temporada
4,5
Enviada em 7 de maio de 2016
De Volta aos Mares.

Após os eventos de apresentação da primeira temporada, incluindo aí o desenvolvimento dos personagens principais e do desejado Urca de Lima, Black Sails retorna para uma história mais inteligente e provida de conteúdo político, o que representa um avanço importante nesta série do canal Starz.

O Capitão James Flint (Toby Stephens) retorna como protagonista nesta segunda temporada, porém, tendo sua situação ainda mais comprometida por conta de elementos do passado que vieram a tona para a tripulação, isso faz com que ele atue como um colaborador para sua equipe, já que o comando acaba passando para seu antigo contador, o inescrupuloso Dufresne (Roland Reed). Embora situado nos eventos que culminaram no término da primeira temporada, Black Sails dá uma passo adiante em sua história, deixando o ainda famigerado Urca de Lima como segundo plano, já que surge um outro elemento para o reconhecimento de Nassau como um importante pólo econômico: Abigail Ashe (Meganne Young).

Tanto Eleanor (Hannah New) quanto Flint percebem que Abigail pode ser um trunfo para Nassau, pois o pai da garota, um influente político inglês, serviria de sustentação para que tanto a ilha paradisíaca em que se passa a história quanto os piratas sejam absolvidos dos crimes passados, dando a eles uma chance econômica impensável. Mas nem tudo flui como esperado, já que a pirataria jamais tendeu a ser aceita como algo a ser deixado para traz...

Embora o foco político mais acentuado nesta temporada, os roteiristas foram brilhantes ao buscarem desenvolver alguns personagens vitais à narrativa, principalmente John Silver (Luke Arnold) que passa a ser peça ainda mais importante para Flint, já que dispõe de lábia e uma capacidade de convencimento como poucos. Charles Vane (Zach McGowan) também ganha maior relevância, pois volta liderando um grupo de piratas capaz de tudo para alcançar seus objetivos, independente das consequências. Max (Jessica Parker Kennedy) também sofre um revés, pois mostra-se uma habilidosa e astuta estrategista em seu meio, criando oportunidades financeiras onde os olhos de outros não passaram, ainda que isso também gere inimizades, afinal de contas a série é sobre piratas e a filosofia deles.

Apesar de grandes e relevantes pontuações sobre os personagens de destaque, quem impera narrativamente aqui é James Flint. Há uma enorme preocupação em mostrar o passado do Capitão Flint, desde sua consagração como importante membro do serviço militar inglês até ele se tornar pirata, isso é mesclado de forma genial na trama, pois o uso de flashbacks, mesmo que não muito constantes, surgem providos da necessidade de ilustrar determinados ocorridos, o que pontua cada situação de forma não menos que brilhante. Até mesmo mesmo a existência de Nassau e sua prosperidade são tratados com a devida relevância pelo roteiro, sempre fomentados pela pirataria que ainda terá muito a oferecer.

Além do meticuloso cuidado com o excelente roteiro, os produtores também são habilidosos quanto aos detalhes técnicos. Figurino, maquiagem, locações, embarcações e tudo que complementa o universo de Black Sails ganha ainda mais atenção. A segunda temporada mostra mais embarcações impressionantes em grandes sequências de ação em alto mar, sempre preocupados em exibir planos aéreos que realcem os belíssimos barcos no mar aberto, mesmo que eles sejam parcialmente ou totalmente destruídos em prol do entretenimento. A cena final, em que Flint e Vane fazem parte de um julgamento é não menos que fenomenal, não somente pela agitação, mas devido a sua razão de existir e sua conclusão.

Voltando com grande preocupação em desenvolver mais seus personagens, em especial o protagonista James Flint, BLACK SAILS mostra porque tem sido considerada uma das mais importantes séries americanas da atualidade. Grande respeito por seus personagens, mesmo os secundários, um elenco afinado, culminando em um ápice narrativo que releva a pirataria como razão da série existir, esta segunda temporada é não menos que fenomenal.
Adf32000
Adf32000

4 seguidores 39 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 20 de junho de 2019
Back Sails já surpreende por tratar de um tema muito esquecido, a pirataria, e tratar com uma perfeição poquissímas vezes encontrada. Sendo muito bem produzida e com excelentes atuações, ela te prende a história e o obriga a torcer pelos protagonistas. SPOILER: note um exemplo da boa produção da séria nas roupas dos soldados britânicos, ao longo da série (e da decadência do governador) as roupas ficam mais desgastadas e sujas.
Bruno Morais
Bruno Morais

4 seguidores 29 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 21 de setembro de 2022
Black Sails

Já é a maior obra sobre o tema "piratas" que assisti!

Nessa crescente que as séries vem tendo em meu conceito não poderia deixar de frisar esta obra. É incrível como realmente pouco a pouco os filmes vão ficando para trás como composição artística propagadora de narrativas históricas, factuais ou ficcionais.

Black Sails é simplesmente sensacional! Impecável! Magnífico! Extraordinário!

É impossível existir um ser humano capaz de dizer que não gostou da série, é impossível!

Mais de trinta tramas inteligentíssimas amarradas sem perder o foco. Reviravoltas realmente sensacionais. Atuações excelentes! Desfechos sempre acima do esperado! Lutas incríveis, violência para adultos, enfim...

Piratas sem tapa olho e mão de gancho, mas retratados como assaltantes intrépidos, vivendo em meio as imundícies de navios quase descontrolados e tendo que temer muitas vezes mais o companheiro ao lado ou o cozinheiro do que os navios espanhóis, ingleses ou de piratas rivais. Tudo isso em meio a alguns piratas intelectuais e suas guerras de egos para serem os novos capitães ou contramestres...

Mas o que é pior? Viver no Oceano em busca de objetivos nas rotas comerciais ou ancorar em Nassau e encarar as tramóias dos governantes que parecem viver numa realidade mais cruel e sórdida em meio aos prostíbulos que são os lugares mais propícios aos negócios que sustentan tudo?

Brabaço!
Lucas T.
Lucas T.

12 seguidores 20 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
Até agora, não tenho nada a reclamar desta beleza, sem duvídas está sendo uma das melhores de 2014, retrata perfeitamente a época pirata (meados 1715),você se sente praticamente dentro da série, sem falar que é extremamente viciante se você Gosta de Piratas é claro, sem falar do elenco. espetacular! e também há Lendas da pirataria como: Charles Vane, Jack Rackham, Anne Bonny,Benjamin Hornigold entre outros.
Júlio F.
Júlio F.

20 seguidores 18 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 30 de março de 2015
Muito bem produzida ... ............ Valhe a pena dar uma olhada ...
anônimo
Um visitante
Crítica da série
4,5
Enviada em 11 de maio de 2022
Caramba, essa série de histórias, conquistas e batalhas com Piratas e inimigos espanhoes e ingleses é perfeita. Melhor coisa da serie, a garota morena (qui gosta da loirinha dona do pedaço), e qui morenaço, muitas cenas de nudez, mostrando os seios. Vale cada minuto qui vc gaste para assitir todas as 4 temporadas, não só pela nudez, mas principalmente pelo desenrolar das tramas. show, pena qui não teve mais temporadas.
Andre P.
Andre P.

7 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 12 de julho de 2018
Sou fã desta série, envolvente, surpreendente e emocionante. A história dos piratas mais famosos que conquistaram Nassau e os mares do Mundo Novo.