A ideia e o tema, merecem todo o crédito e aplauso ao canal History. Que é um dos melhores canais da tv a cabo na minha opinião. A fotografia e figurinos são muito bons, assim como a beleza das locações. O pior da série foi a escolha do ator Travis Fimmel, que é o protagonista da série, ele não está a altura do papel. Não que seu personagem exigisse muito, só que nem isso ele conseguiu. As cenas de batalha são convincentes e empolgantes. É muito interessante aprender um pouco dessa época sombria da humanidade. As diferenças entre ingleses e vikings são enormes. O personagem Athelstan,um monge inglês capturado por Ragnar é importante na trama. Ele viverá na pele,a dúvida entre os dois povos.A esposa de Ragnar,Lagertha, que existiu realmente, mostra o lado guerreiro das mulheres vikings. Elas não eram apenas esposas e mães, também iam para a parede de escudos e matavam seus inimigos. Eu não posso deixar de escrever,que Ragnar realmente existiu e é muito importante na história viking. Eu gostei e recomendo.
a serie começa muito bem e prende bastante, o problema é que vai passando os episódios e ela vai perdendo sua qualidade, o episodio 8 (sacrifice) é muito chato. Personagem bons acabam morrendo e nos que se acostumamos com eles como fica?
Ótima temporada de uma série promissora! Aqui temos um dos Vikings mais conhecidos da história, o impetuoso Ragnar Lothbrok interpretado pelo ator ainda pouco conhecido Travis Fimmel, o mesmo está bem com bom carisma e boa condução do personagem. Roteiro é ótimo, bem claro sem deixar dúvida e com ótimos diálogos. Essa temporada foi ótima e temos uma 2° temporada reativada e com possíveis reviravoltas.
Uma quinta temporada ótima! Segue a mesma pegada das anteriores com batalhas sangrentas e excelentes diálogos com ótimo elenco. Roteiro excelente, apesar que agora tem algumas falhas e buracos no desenvolvimento. Tivemos aqui mais um grande entretenimento. já ansioso para 6° Temporada.
Frustrado diante da derrota em Frankia e das consequências de mais uma vez perder seu irmão Rollo (Clive Standen) para interesses pessoais deste, Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel) busca juntar forças para tentar uma nova investida naquela que seria uma de suas mais marcantes conquistas. Isso ocorre ao mesmo tempo em que o nórdico amplia seus laços com o rei Ecbert e prepara seus filhos para o que pode ser o futuro dos vikings.
Muitos detalhes surgem ao longo da quarta temporada de Vikings que o próprio canal History decidiu expandir para 20 episódios. A decisão pode ser considerada acertada, embora fique a impressão de que temos duas temporadas distribuídas no dobro de episódios tradicionais. Tal sensação se sustenta pelo fato de que a segunda metade volta-se aos filhos de Ragnar, que estão adultos e cuja energia é espelho do pai quando jovem. Esta preparação para os descendentes tem finalidade, já que anos de conquistas e aprendizados deixaram o protagonista de outrora mais interessado em conhecimentos além-vida.
As mudanças mais visíveis no seriado dizem respeito a maquiagem e figurinos, pois percebe-se que a parte artística ganhou mais espaço para ostentação, deixando seus personagens mais relevantes ajustados à uma realidade de cuidados visuais e aproveitadores do luxo. Isso é bom, pois mostra um nível de realismo coerente com a história de riquezas e conquistas ferozes originárias.
Os secundários Rollo e Lagertha (Katheryn Winnick) ganharam histórias próprias com reinos sob seus comandos, algo que acaba por desencadear naturais problemas para nórdicos desejosos por conquistas cada vez maiores. Tais personagens enriqueceram o contexto da série, tanto territorialmente quanto narrativamente. Os filhos de Lothbrok, sejam eles, Ivar (Alex Høgh Andersen), Bjorn (Alexander Ludwig), Ubbe (Jordan Patrick Smith), Hvitserk (Marco Ilsø) e Sigurd (David Lindström) são, talvez, os personagens a ganhar maior relevância no seriado, cada um caracterizado com um traço de personalidade que os deixa tão diferentes, seja pelo desejo de conquista brutal ou pela obstinação em seguir os passos do pai.
Os belos cenários que jamais são ofuscados pelo efeitos visuais voltam a brilhar ante uma fotografia que aproveita-os para deleite do expectador, que ainda tem grandes embates em terra e no mar para demonstrar do que a série tem sido capaz em seu processo evolutivo.
Com personagens e enredo amplamente melhorados desde o início do seriado, VIKINGS se tornou uma produção de peso, contando com certa complexidade e muitas subtramas que auxiliam a ficar preso no sofá enquanto espera o segundo seguinte. Pode não ser notória por algumas pequenas falhas, mas de longe tem se gabaritado com um dos melhores produtos de entretenimento da atualidade.
No início até tentei ficar contra as ações "perversas" dos Vikings,(pois ainda não os conhecemos e a primeira impressão nos leva intencionalmente a isto) principalmente no mosteiro. A medida que vai desenrolando as histórias, ficamos cada vez mais presos às intrigas, traições e conquistas. E torcer por Ragnar torna-se obrigatório. O ponto de mais questionamento e reflexão, para mim, é quando expõe, através do monge, as ideias de Deus e as crenças dá criação do mundo.
É uma ótima série Mas, apenas algumas coisas n batem com as situações da história como:Na série o Bjorn e filho de Laguertha e não de Aslaug. É quem pula do.caixao e Ragnar e não Bjorn e Laguertha ser a 1° esposa e não Aslaug.
Muito bom! Possui uma ideia parecida com GOT no fato que nenhum dos principais estará 100% salvo. Ragnar é uma caixinha de surpresas, mas a gente se acostuma haha
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