Ambientada em 1870, a novela se passa em Campos dos Goytacazes, no interior do Rio de Janeiro, a novela aborda temas como preconceito racial e escravidão. O jovem Antônio (Marcelo Serrado) está à beira da morte após ajudar um negro a fugir da fazenda do seu próprio pai. Como último desejo, ele pede ao pai, o juíz Queiroz Antunes (Carlos Vereza), que crie o pequeno escravo Bento (Armando Paiva), como se fosse filho dele. Assim, o conservador começa a rever os seus prórpios valores.
Um casal feliz com dois filhos passa por grandes problemas: um dos seus filhos desaparece. No futuro, a família consegue se reconstruir. O menino perdido, agora homem adulto, reaparece, mas gerando mais dúvidas do que soluções.
Um artista plástico de Pernambuco decide ir para o Rio de Janeiro para ter mais visibilidade na carreira. Lá, ele conhece a filha de um importante homem que poderia ajudá-lo em sua carreira, mas também conhece uma mulher simples por quem ele se apaixona. Apesar da paixão por ela, Juca se casa com Catucha, pensando em sua ascensão profissional.
A disputa pelo controle político do interior da Bahia é o tema central da novela. Os dois maiores coronéis da região, Sinhô Badaró (Carlos Kroeber) e Horácio da Silveira (Jonas Mello) brigam entre si pela posse das matas do Sequeiro. Ao mesmo tempo, paixões e um romance proibido entre um jogador de cartas, João Magalhães (Cláudio Cavalcanti), e a filha de Sinhô Badaró, Donana (Nívea Maria), conduzem a narrativa.
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