A sucessora de Game of Thrones foi abruptamente cancelada: Criador não conseguiu lançar um único episódio de sua nova série
Eduardo Silva
Eduardo Silva
-Redator
Jornalista que ama filmes sobre distopias e animes de battle royale. Está sempre assistindo alguma sitcom e poderia passar horas falando sobre Yu Yu Hakusho e Jogos Vorazes.

A Disney decidiu que não valia a pena continuar com o projeto.

Todo mundo tentou ter sua própria Game of Thrones, mas a verdade é que ninguém conseguiu replicar o sucesso da famosa série da HBO. Nem mesmo House of the Dragon, sua sucessora natural, conseguiu atingir o mesmo nível. Mas agora a notícia é que a Disney jogou a toalha com a série que poderia ter competido perfeitamente a criação mais famosa de George R.R. Martin.

Estamos falando da adaptação para a TV de Corte de Espinhos e Rosas (A Court of Thorns and Roses). A saga de fantasia literária escrita por Sarah J. Maas alcançou um sucesso estrondoso e atualmente tem cinco volumes, embora a autora tenha confirmado que haverá pelo menos mais um. No entanto, seu salto para a telinha foi abruptamente cancelado após vários anos de desenvolvimento.

Projeto condenado após a saída de seu showrunner

A própria Maas confirmou em 2021 que a 20th Television e a Hulu estavam trabalhando em uma série baseada em Corte de Espinhos e Rosas, acrescentando que ela estava trabalhando no piloto com Ronald D. Moore, criador de séries como Outlander e Battlestar Galactica. Desde então, não tivemos muitas notícias sobre o projeto, mas agora sua morte definitiva foi confirmada pelo Deadline.

Espinof

É verdade que, há alguns meses, falou-se que o projeto havia sido suspenso, mas sempre poderia ser porque eles precisavam de outro roteirista ou algum outro motivo criativo que exigisse uma mudança de abordagem. A última opção parecia a mais provável, já que Moore fechou um acordo em junho para trabalhar exclusivamente com a Sony, anunciando em julho que estava deixando o cargo de showrunner de Corte de Espinhos e Rosas.

Pouco importou o fato de que o acordo firmado com Maas impunha uma pesada compensação financeira caso a série não fosse produzida. É claro que agora qualquer outro estúdio ou emissora pode se aproveitar disso, e seria bastante surpreendente se ninguém o fizesse.

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