Uma média 4,8 de 5 estrelas para a melhor série espanhola da história: “A primeira que me prendeu em minha vida”
Giovanni Rodrigues
Giovanni Rodrigues
-Redação
Já fui aspirante a x-men, caça-vampiros e paleontólogo. Contudo, me contentei em seguir como jornalista. É o misto perfeito entre saber de tudo um pouquinho e falar sobre sua obsessão por nichos que aparentemente ninguém liga (ligam sim).

Três temporadas depois, a opinião é unânime: é uma ficção necessária.

“Gostei muito, acho que é a primeira série que me prendeu em minha vida”. Essa é apenas uma das críticas do Google para Merlí, a série produzida na Catalunha que estreou em 2015 e que, ao longo de três temporadas, cativou o público jovem - e não tão jovem também.

Com um professor de filosofia no centro da história, a ficção analisa questões fundamentais para o crescimento dos alunos do ensino médio, o que a torna uma fonte perfeita de informações a que as mentes adolescentes podem recorrer quando têm dúvidas. Essa é uma de suas principais vantagens, mas não é a única.

Por um bom tempo, a série esteve disponível na Netflix, mas atualmente não é possível encontrá-la em nenhum serviço sob demanda. Contudo, em janeiro deste ano, a TV Cultura estreou a 2ª temporada da série, sendo o primeiro canal a exibi-la na TV aberta do país.

TV3

Merlí acompanha um professor de filosofia que é forçado a morar com sua mãe depois de ser realojado, um lar que ele também compartilha com seu filho Bruno. Ele é contratado na escola secundária Àngel Guimerà e, em sua sala de aula, convida os alunos a irem além do que são obrigados a aprender por lei.

Usando métodos pouco ortodoxos, Merlí - esse é o nome do professor - resolve seus próprios problemas e os de seus alunos e, ao mesmo tempo, eles revisam autores filosóficos e teorias milenares. Uma forma prática e não convencional de entender a filosofia que pode gerar alguns conflitos na escola e com as famílias.

A série nasceu como uma forma de aproximar a filosofia de todos os públicos e foi transmitida na TV3 em 14 de setembro de 2015. Ela chamou a atenção do grupo Atresmedia, que adquiriu os direitos e começou a transmiti-la em abril de 2016 no La Sexta. Como não teve a audiência esperada - na TV3 era um dos programas com maior índice de audiência -, foi transferido para a Neox. No entanto, estava aguardando seu momento. Quando a Netflix a adquiriu, Merlí teve uma segunda vida e alcançou um público que não poderia conhecê-la de outra forma.

TV3

“Essa série não apenas prende você, mas também faz com que você ame a filosofia, você se torna um estudante por ser um espectador, você aprende, reflete e até se identifica com eles e com as questões com as quais lidam”, diz uma das avaliações no Google. Quase todos os comentários compartilham da mesma opinião, e no nosso hermano SensaCine ela lidera o ranking das “séries mais bem avaliadas de todos os tempos”.

Graças ao guarda-chuva da TV3, a série teve mais duas temporadas e uma continuação intitulada Merlí: Sapere aude, centrada no personagem de Carlos Cuevas, Pol Rubio. Essa ficção conta a história de como Pol ingressa na universidade para estudar filosofia, seguindo os passos de Merlí. O espectador o acompanha em uma nova etapa de sua vida, na qual ele terá de colocar em prática tudo o que aprendeu no instituto. Esse spin-off tem, por sua vez, duas temporadas, que finalmente conquistaram o público.

Merlí
Merlí
Data de lançamento 2015-09-14
Séries : Merlí
Com Francesc Orella, David Solans, Carlos Cuevas
Usuários
4,4

*Tradução de site parceiro do AdoroCinema

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