"Eu preciso lembrar de uma coisa muito importante": Selton Mello chama atenção para marca que Brasil já bateu no Oscar
Bruno Botelho dos Santos
Bruno Botelho dos Santos
-Redator | crítico
Bruno é redator e crítico do AdoroCinema, que divide seu tempo na cultura pop entre tomar susto com os mais diversos filmes de terror, assistir os clássicos do cinema ou os grandes blockbusters e enaltecer o trabalho de David Lynch e Stanley Kubrick.

Ainda Estou Aqui fez história para o Brasil com três indicações no Oscar 2025.

Ainda Estou Aqui fez história com três indicações no Oscar 2025, de Melhor Filme, Melhor Atriz para Fernanda Torres e Melhor Filme Internacional. Mas, independente da vitória (ou não) na premiação, o filme de Walter Salles já bateu uma marca importante.

Em entrevista exclusiva ao AdoroCinema na véspera do Oscar 2025, diretamente de Los Angeles, Selton Mello ressaltou que o Brasil "já é vencedor" e lembrou uma conquista muito importante de Ainda Estou Aqui, que é o primeiro filme da América do Sul indicado a Melhor Filme – ainda tirando sarro dos argentinos.

É histórico, não só no Brasil, mas na América do Sul. Nenhum outro país da América do Sul teve uma indicação de melhor filme. Isso é uma coisa extraordinária. Isso já é vitória!

"Eu preciso lembrar de uma coisa muito importante. Os argentinos tem dois Oscar de melhor filme internacional", disse o intérprete de Rubens Paiva no filme. "O Brasil não tem nenhum. Foco no melhor filme internacional! E outra, os argentinos tem dois Oscars de melhor filme internacional, mas nunca foram indicados a melhor filme. Best picture só a gente!".

Confira a entrevista do AdoroCinema com Selton Mello:

Ainda Estou Aqui
Ainda Estou Aqui
Data de lançamento 7 de novembro de 2024 | 2h 15min
Criador(es): Walter Salles
Com Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, Selton Mello
Imprensa
4,2
Usuários
4,4
Adorocinema
5,0
Assistir em streaming

Ainda Estou Aqui é ambientado nos anos 70 durante a ditadura militar no Brasil. A história retrata como a vida de Eunice Paiva (Fernanda Torres), casada com o importante político Rubens Paiva (Selton Mello), muda drasticamente após o desaparecimento de seu marido, capturado pelo regime militar. Forçada a abandonar sua rotina de dona de casa, Eunice se transforma em uma ativista dos direitos humanos, lutando pela verdade sobre o paradeiro de seu marido e enfrentando as consequências brutais da repressão.

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