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Ricardo L.
63.291 seguidores
3.227 críticas
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5,0
Enviada em 3 de outubro de 2017
Clássico! Continuação de um dos melhores filmes de todos os tempos! O mundo perdido é intenso e deslumbrante, cheio de ação e emoção a flor da pele. Roteiro não é tao bom como o 1°, mas é ótimo, atuações boas convincentes, parte técnica de tira o folego. É filme pra deixar toda família entreter tida.
Dinossauros no cinema, o que podia acontecer... sucesso de bilheteria e aclamação do público. Mas para mim nada de sensacional. Steven Spielberg tenta fazer grandes produções, e se acha um visionário, mas não curto muito o diretor. Prefiro o nem tanto simples Martin Scorsese. Atuações fracas, roteiro, não existe, trilha sonora marcante, mas é uma grande produção então REGULAR.
Não chega nem perto do feito do primeiro filme e arrisco a dizer que não funciona nem como diversão temporária. Roteiro muito confuso e cheio de escolhas erradas, a começar por Jeff Goldblum como protagonista, ele até funciona bem como coadjuvante no primeiro, mas não tem carisma algum para o papel principal. Outro ponto ruim do filme é que em nenhum momento o longa nos passa a sensação de perigo aos protagonistas. Além disso há um excesso de lombadas e barrigas durante o filme que pouco acrescentam, por exemplo, o longa perde mais de 10 minutos envolvendo um salvamento utilizando uma corda num trailer. Jurassic Park - O Mundo Perdido, é um filme genérico, sem alma e sem carisma, muito esquecível e fraco.
Novamente Spielberg conseguiu manter o mesmo nível do primeiro. O problema foi a perca da tal "originalidade". Cenas como a do T-Rex na cidade, deu uma desanimada, apesar de ser boa. É um filme um pouco cansativo, mas tem lá de suas grandes qualidades. A cena quando o T-Rex ataca o trailer, por exemplo, foi excepcional. Efeitos especiais continuam de primeira.
Excelente! Esta segunda parte baseada no livro "O Mundo Perdido" de Michael Crichton consegue manter o mesmo nível e ser tão bom quanto o primeiro. Ao comentarmos de Jurassic Park a primeira coisa que nos vem à cabeça são imagens do primeiro filme que realmente marcou o cinema e conquistou milhões de fãs ao redor do planeta. Porém este segundo apresenta também grandes e marcantes cenas.
Este segundo livro começa quando o milionário John Hammond descobre que no sítio B onde os dinossauros foram criados, outra ilha perto da onde os acontecimentos do primeiro filme se passaram, ainda havia algumas espécies vivas. Ele resolve então enviar uma equipe para ver se era possível montar um novo parque no local mas sem cometer erros anteriores. Ele chama então um dos cientistas do primeiro filme, o Dr. Ian Malcolm para fazer parte da equipe. Para ele não recusar a oferta ele antes manda a namorada paleontóloga dele para o local. Ao mesmo tempo um outro grupo liderado pelo sobrinho ganacioso de Hammond, também chega ao local com o objetivo de capturar os animais para que fossem levados para San Diego, já que sderia mais viável levar os animais às pessoas do que pessoas irem à Iha. Depois de ataques dos dinossauros e acidentes, os grupos perdem seus equipamentos de comunicação e tentam ficar à salvo dos ataques.
Este filme possui as mesmas características do original, nos propiciando boas falas de humor novamente proferidas na maioria da svezes pelo personagem Ian Malcolm. Além disso o suspense, medo nunca estiveram tão presentes em mais uma grande aventura. A ótima fotografia de Janusz Kaminski, mais escura e assustadora com cenas predominantemente noturnas e com chuva como no filme original, aliado à direção de arte, trilha sonora do mestre John Williams e o som impecáveis complementam na criação do suspense.
Curiosamente notamos facilmente aqui a influência do clássico King Kong em várias referências. Um dos navios atracados nas docas de San Diego chamava-se "The Venture", o mesmo que trouxe o gigante gorila para a América. Outro ponto é que após uma grande aventura no habitat da criatura, ela é capturada e levado à América para ser explorada comercialmente pelo homem, e assim como King Kong, chega de navio. Durante o filme percebemos uma cena em que a filha de Ian Malcolm fica com Eddie Carr em uma estrutura suspensa no alto, com a cena ficando bem parecida coma cena do sacrifício da tribo da ilha para King Kong. E é claro não poderia faltar a cena em que a "fera" se liberta e sai pelas ruas da cidade causando pânico. Ainda no porto percebemos o dinossauro fazendo grande barulho com a vista dos prédios à sua frente, parecendo a cena de Kong em cima do prédio no final do filme, dando o contraste perfeito da atualidade com um ser que viveu Há 65 milhões de anos. Ainda na escapada, o T-Rex sai causando destruição e pânico pelas ruas, assim como quando Kong consegue se livrar das correntes que o prendiam. A diferença é que o animal não foi morto, apenas recapturado e enviado de volta à Ilha.
As semelhanças em várias cenas com o clássico dos anos 30 são evidentes e usadas com competência na fórmula deste roteiro mais uma vez bem adaptado por David Koepp, um dos colaboradores mais atuantes atualmente com Spielberg. A história condensa em pouco mais de duas horas uma boa história e que nem percebemos passar de tão bem que fluiu. É importante citar aqui também as ótimas cenas desta produção como as cenas de perseguição em meio à mata da ilha, assim como a cena da queda do trailer no penhasco, a cena do ataque dos dinossauros na central de comunicação, a invasão do barco descontrolado no porto da Ingens, como toda a sequência final do dinossauro causando alvoroço em San Diego, com destaque para cena do garoto e de seus pais percebendo o gigante em seu jardim.
Mais uma vez ressalto as boas presenças de Jeff Goldblum, Julianne Moore e Vince Vaughn, além das participações pequenas mas especiais de Richard Attenborough, Joseph Mazzello e da já adolescente e belíssima Ariana Richards. Infelizmente, em especial as crianças, tiveram nada mais do que uma frase logo no início do filme. A sensação que fica é que poderiam aparecer mais, porém deve-se entender que este filme / livro pertencia de fato à outros protagonistas. Cito também a pequena participação da ainda criança Camila Belle na cena de abertura em que ela é atacada por vários dinossauros menores. Negativamente destaco Vanessa Lee Chester, que interpretou a filha do personagem de Goldblum. Ela realmente não tem boa atuação, se expressão e carisma algum, conseguindo ser uma das personagens mais chatas e desnecessárias dos últimos tempos.
Mais uma vez temos um show de efeitos especias, que juntos aos bonecos eletrônicos, nos passando a exata sensação de temor pelos dinossauros, que conseguiram manter o ótimo nível do filme antecessor. A direção de Spielberg é como sempre evidente nas cenas megalomaníacas e com extremas qualidade. Mais um clássico dirigido pelo mestre do cinema. O filme segue bem a fórmula do original e após quatro anos de espera temos uma continuação digna e do mesmo nível! Aventura imperdível, um clássico assim como o filme de 1993!
Senti falta do Sam Neil, o longa não deixou de ser bom mas a presença dessa personagem fez falta e também acho que os dinossauros, que são o foco da atração, deveriam aparecer mais vezes. Entretanto nada tira o brilhantismo da obra.
A franquia para época foi uma sacada muito bem feita. E não perderam o timing do primeiro filme. Obra magnífica que complementa em muitos aspectos dos detalhes em relação ao primeiro filme. A obra é encabeçado por Jeff Goldblum, o matemático louco do primeiro filme Ian Malcolm, agora como personagem principal da história, muito menos coadjuvante, ao lado da Julianne Moore (sua unica participação na série). As animações estão no mesmo nível do primeiro filme, se não melhores, mais detalhadas em relação aos animais. Tem uma das sequências de cenas mais espetaculares do cinema que é o encerramento da obra com T-Rex na cidade (que virou o animal símbolo da série). A obra tem uma carga mais dramática, de maior suspense, bem menos infantil/juvenil (apesar de ter uma menininha no filme filho do matemático) uma obra para o público geral no geral. Faltou o retorno dos personagens da primeira obra, principalmente o Sam Neill e o Joseph Mazello (que só faz uma ligeira cena no inicio do filme, que é muito esquisito). A trilha sonora é superior a do primeiro filme, e acompanha bem as mudanças das cenas, o suspense, a redenção, etc. Muitas cenas são lembradas pelos fãs do Jurassic Park e filmes de aventura: a cena do trailer no penhasco, a cena da garotinha na praia e o T-Rex na cidade. Sem falar que não tem borrão nem censura: o T-REX ataxa mesmo. Foi um trabalho muito bem feito, uma obra para um público mais geral. E das mãos do grande Steven Spielberg. Obviamente causa uma estranheza pela disparidade dos personagens em relação ao primeiro filme (temos um caçador de dinossauro, um megalomaníaco empreendedor, caçadores de recompensa etc). Surpresas no filme não faltam. spoiler: A ideia é parar uma tentativa de um empreendedor em pegar dinossauros que estão na segunda ilha, diferente do primeiro filme. O matemático fica responsável por parar tudo, e junto com um ambientalista e seu amor atacam as instalações dos caçadores de dinossauros. Mas todos se ralam e ficam presos aguardando por um socorro e tendo de aguardar os dinossauros. No encerramento da obra, um final de arrepiar.
Bom filme.Dificilmente em um franquia os sucessores são tão bons quanto o 1º,mas esta é uma trilogia que deu certo.Jurassic Park foi mais marcante por ser novidade,com efeitos especiais sensacionais para a época,e o mundo perdido segue a mesma linha.Bons efeitos e boas cenas,como a do Rex na cidade.Trilogia que marcou época.Vale a pena ver.
-Continuação na mesma linha deu primeiro filme.Nada de inovador marca o filme.Apenas manteve o nível de sua produção.Ótimo filme,capaz de querer assistir várias vezes.
A sequência do grande sucesso, é inferior em todos os aspectos, fato, mas Spielberg usa todo seu talento no modo de contar histórias e nos surpreende mesmo que com um filme previsível. As cenas de ação são bem construídas e geram tensão e divertimento. O roteiro consegue até ser ágil e não há reciclagem aqui, Spielberg cria um novo rumo para o filme e nem mesmo a música tema foi reutilizada, e ainda assim John Willians consegue criar um novo tema que é incrível e também muito memorável. O problema maior do filme acaba sendo seu ritmo que no decorrer do filme torna-se lento e demora um pouco a voltar pros trilhos e gerar empolgação. Os personagens também não são mais tão interessante quanto no original, a filha do doutor Ian Malcom e sua namorada são bem chatinhas, mas o filme se sobresai por seus méritos na parte do entretenimento e da tensão que cria, é sem dúvida uma grande sequência.
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