O Mundo Perdido - Jurassic Park: Críticas - Página 2
O Mundo Perdido - Jurassic Park
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Fabiano O.
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4,0
Enviada em 11 de março de 2015
Comparado ao magnífico Parque dos Dinossauros, O Mundo Perdido fica em uma consideravelmente atrás. Mas isso não tira os méritos do filme que nos mostra mais uma vez como a busca pra obter o lucro sempre se sobrepõe a tudo, como no caso de tentar abrir um novo parque mas desta vez dentro de San Diego, trazendo os dinos da Ilha Nublar. Efeitos especiais de excelente nível mais uma vez, atuações convincentes (mesmo que muitos sintam a falta, inclusive eu, de Sam Neill no papel de Alan Grant) e história envolvente e que diverte independente da hora do dia, O Mundo Perdido é mais dos trabalhos muito bem feitos de Spielberg, mesmo que não seja uma obra-prima como o primeiro filme. ☆☆☆☆ é a nota perfeita para este filme.
Jurassic Park, teve um impacto tão grande, com seus efeitos especiais,que no segundo filme as pessoas esperavam algo tão bom em 97 quanto em 93, mas o diretor produziu um filme ótimo, as cenas são impressionantes e os dinossauros também. A crítica de que esse filme é ruim, é absolutamente dispensável, pois o roteiro é ótimo, os personagens se encaixaram bem nos papéis e os efeitos especiais arrasam qualquer produção sientífica daquele ano e de outros. Eu adoro esse filme pq ele consegue ao mesmo tempo ensinar sobre os dinossauros e ver toda a ação que acontece no filme, simplesmente pelo fato de vc poder ver essas criaturas em sua tv é impressionante, e isso é muio legal!
A franquia para época foi uma sacada muito bem feita. E não perderam o timing do primeiro filme. Obra magnífica que complementa em muitos aspectos dos detalhes em relação ao primeiro filme. A obra é encabeçado por Jeff Goldblum, o matemático louco do primeiro filme Ian Malcolm, agora como personagem principal da história, muito menos coadjuvante, ao lado da Julianne Moore (sua unica participação na série). As animações estão no mesmo nível do primeiro filme, se não melhores, mais detalhadas em relação aos animais. Tem uma das sequências de cenas mais espetaculares do cinema que é o encerramento da obra com T-Rex na cidade (que virou o animal símbolo da série). A obra tem uma carga mais dramática, de maior suspense, bem menos infantil/juvenil (apesar de ter uma menininha no filme filho do matemático) uma obra para o público geral no geral. Faltou o retorno dos personagens da primeira obra, principalmente o Sam Neill e o Joseph Mazello (que só faz uma ligeira cena no inicio do filme, que é muito esquisito). A trilha sonora é superior a do primeiro filme, e acompanha bem as mudanças das cenas, o suspense, a redenção, etc. Muitas cenas são lembradas pelos fãs do Jurassic Park e filmes de aventura: a cena do trailer no penhasco, a cena da garotinha na praia e o T-Rex na cidade. Sem falar que não tem borrão nem censura: o T-REX ataxa mesmo. Foi um trabalho muito bem feito, uma obra para um público mais geral. E das mãos do grande Steven Spielberg. Obviamente causa uma estranheza pela disparidade dos personagens em relação ao primeiro filme (temos um caçador de dinossauro, um megalomaníaco empreendedor, caçadores de recompensa etc). Surpresas no filme não faltam. spoiler: A ideia é parar uma tentativa de um empreendedor em pegar dinossauros que estão na segunda ilha, diferente do primeiro filme. O matemático fica responsável por parar tudo, e junto com um ambientalista e seu amor atacam as instalações dos caçadores de dinossauros. Mas todos se ralam e ficam presos aguardando por um socorro e tendo de aguardar os dinossauros. No encerramento da obra, um final de arrepiar.
Mundo perdido- Jurassic Park é o segundo filme da franquia Jurassic Park e acontecei 4 anos após o primeiro filme. A direção do filme segue com Steven Spielberg e o roteiro continua com David Koepp. O filme recebeu 1 indicação ao oscar de 1998: melhores efeitos visuais. O filme se passa 4 anos após os acontecimentos do primeiro, e mostra John Hammond (Richard Attenborough) chamando Ian Malcolm (Jeff Goldblum) para voltar a ilha e entender como os dinossauros estão ainda sobrevivendo. Malcolm se ver encurralado, pois a sua namorada Dra. Sara (Julianne Moore) já está na ilha com uma equipe. De fato, a continuação é bastante criticada, pois o roteiro parece criar pretextos para existir de fato uma sequência (algo que já era de se esperar diante do sucesso que foi o 1ª filme). A direção de Spielberg prefere agora um filme mais sombrio com cenas a noite, com chuva. Aqui pouco temos humor ou espírito aventureiro que apareceu no primeiro filme. Isso acaba sendo uma péssima ideia, pois fora o Malcolm (que assumiu o protagonismo do filme) ninguém não está de fato ligando para o perigo. Fora que os personagens inseridos são todos sem carisma (o que falar da filha de Malcolm, a Kelly (Vanessa Lee Chester) que é completamente descartável para a trama. Esse filme mostrou que para funcionar precisa muito mais de cenas com dinossauros.
Dinossauros no cinema, o que podia acontecer... sucesso de bilheteria e aclamação do público. Mas para mim nada de sensacional. Steven Spielberg tenta fazer grandes produções, e se acha um visionário, mas não curto muito o diretor. Prefiro o nem tanto simples Martin Scorsese. Atuações fracas, roteiro, não existe, trilha sonora marcante, mas é uma grande produção então REGULAR.
Gostei mais desse que do primeiro, mais ação, a cena do dinossauro na cidade, nas áreas urbanas foi muito legal, um filme bacana, uma sequência excelente.
Da trilogia original, considero o que menos gostei. No entanto, ainda é um filme muito bom, sim! A trilogia é daquelas que você diz "um dia vou assistir de novo". Enfim, recomendo!
A sequência do grande sucesso, é inferior em todos os aspectos, fato, mas Spielberg usa todo seu talento no modo de contar histórias e nos surpreende mesmo que com um filme previsível. As cenas de ação são bem construídas e geram tensão e divertimento. O roteiro consegue até ser ágil e não há reciclagem aqui, Spielberg cria um novo rumo para o filme e nem mesmo a música tema foi reutilizada, e ainda assim John Willians consegue criar um novo tema que é incrível e também muito memorável. O problema maior do filme acaba sendo seu ritmo que no decorrer do filme torna-se lento e demora um pouco a voltar pros trilhos e gerar empolgação. Os personagens também não são mais tão interessante quanto no original, a filha do doutor Ian Malcom e sua namorada são bem chatinhas, mas o filme se sobresai por seus méritos na parte do entretenimento e da tensão que cria, é sem dúvida uma grande sequência.
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