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Alan
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349 críticas
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2,0
Enviada em 5 de janeiro de 2025
Envelheceu mal. A produção limitada e as atuações ruins interferiram na qualidade do filme. Difícil assistir até o final. E não é preconceito contra o cinema nacional, pois o filme O Pagador de Promessa é um filme bom, produzido na mesma época.
O filme tem uma História muito boa para quem conhece a história da campanha de Canudos (Guerra da Canudos). O filme em si traz de um casal pobre, vivendo na seca do sertão e tem que pagar a dívida e por aí em diante.... acaba o filme entrando em uma trama muito boa, mas o final parece que deixa um pouco a desejar, mas não impede de você! De você mesmo a assitir o filme.
Cansativo e desinteressante. Um bom roteiro e eu elenco ótimo, mesmo assim, não me cativou. Imagino que seria uma boa leitura, mas para o cinema me parece exaustivo.
Quando se conhece o contexto de seu lançamento, se nota a importância do filme para o cinema, tanto pela qualidade cinematográfica quanto pelas questões sociais abordadas.
Poréeeeem, para os tempos atuais, e para o público que busca um mínimo de dinamismo na tela, o filme é extremamente cansativo...creio que mesmo para pessoas acostumadas a filmes com ritmos lentos, esse parece passar um pouco do ponto. Mas enfim, se você imergir muito nas qualidades citadas anteriormente, talvez consiga vê-lo até o final sem sentir tanta dificuldade.
Porcaria para pseudo-intelectual assistir e dizer que adorou. Mais um lixo do Glauber, um demente filhinho de papai metido a comunista e que morreu louco de pedra. Filme insuportável que serve para substituir remédio pra dormir.
Uma das obras primas do cinema nacional! Gláuber Rocha tem aqui seu melhor trabalho, com uma direção eficiente, apesar das dificuldades da época e falta de dinheiro pra financiar obras cinematográficas no Brasil, aqui temos uma obra linda, com um roteiro incrível, elenco totalmente entregue aos personagens. Filme indicado ao festival de Cannes e com muita força lá chegou. Um filme inesquecível!!
Deus E O Diabo Na Terra Do Sol (1963) – Dia assistido 27/02/2020 – Excelente 9,0/10 – Direção: Glauber Rocha - Gênero: Drama/Aventura/Crime/Faroeste – Um filme que foi lançado um ano antes da fatídica ditadura militar se tornou um clássico que rompeu barreiras, o diretor Glauber Rocha aqui não conta uma história, nesse filme o saudoso diretor faz história dura e crua. É mostrando no filme um vaqueiro de nome Manuel que juntamente com a sua esposa Rosa lutam para ter o que comer, enquanto reviravoltas acontecem Manuel se junta ao Beato Sebastião que promete tempos maravilhosos, porém a partir dai se inicia uma guerra sem fim. Talvez Glauber Rocha seja o brasileiro que mais entendeu de Brasil naquele momento, o clima do país estava tenso e ele com a sua arte mostrou os perigos de uma radicalização, sem leis como era o sertão. Pessoas não matam só pelo prazer, elas matam pelo poder e pela honra por mais imaginaria que seja ela, a incapacidade das mulheres daquele período em determinar os rumos da relação são mostradas a sangue frio, o homem determinava tudo porém Rocha usa isso até o certo tempo, ele inverte essa lógica para época e a história sofre a principal mudança nas mãos de uma mulher sinto que ele já enxergava esses novos tempos. A guerra por latifúndios é tensa e no Brasil de 2020 ela continua e Glauber mostrou o horror disso em 63, a relação forte da Igreja Católica com as pessoas e a fé era sim o único bastião daqueles que não tinham mais como sobreviver, a Igreja determinava quem morria ou quem viva, quem ficava rico e podre, Rocha acerta mais uma vez aqui no Brasil atual, a religião mudou porém o raciocínio segue a mesma base. O filme é clássico porque é contemporâneo foi feito para ser eterno no tempo e independente do ano, não se assuste com a minha nota a qualidade técnica do filme não é boa, porém isso é o de menos. A trilha sonora é espetacular, o diretor sabe o que está fazendo quando coloca músicas que contam a própria história do filme e isso é fantástico, melhor ainda isso é Brasil, ele não tem pudor nos diálogos, ele não tem pudor no sangue e nas cenas violentas, pois a morte ela não tem pudor, Glauber aqui ele ensina em cada detalhe como se fazer um bom filme. Vale o destaque para as boas atuações, são marcantes e os atores sabe bem trabalhar com o texto e tempo de tela, a fotografia é espetacular é o sertão de Lampião sendo retratado da sua melhor forma. O filme é um retrato do que é o Brasil, Glauber Rocha marcou a história da arte para sempre, é um prazer visualizar um pouco dessa arte. A minha nota pessoal para essa representação legitima da sétima arte é ESPETACULAR 9,0/10 e nota em sites específicos é 4,5/5. Crítica feita e revisada por Tarcísio Braga Se gostou ou tem alguma sugestão me siga no Instagram(tarcisiobbraga), Snapchat(tarcisiomix) e Twitter(tarcisiobraga13) acompanhe nos sites AdoroCinema, Filmow e TV Time com os mesmos nomes das redes sociais! Agradeço a leitura e espero o seu comentário com críticas ou elogios.
Achei um ótimo filme,estreou 2 semana antes do golpe militar de 1964,faz uma critica ferrenha ao militarismo e a alienação da igreja,quem não gostar do filme é porque não entendeu o recado que ele quis passar.Um filme de 1964 que se faz tão atual não pode ser esquecido.
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