Alien - A Ressurreição
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3,7
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27 Críticas do usuário

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Paolo De Corleone
Paolo De Corleone

10 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de janeiro de 2015
Assim como toda boa franquia, "Alien" já havia chegado ao seu fim... Isso até outro diretor se aproveitar do sucesso da série e lançar mais um título. Nesse caso, quem comanda o barco é Jean-Pierre Jeunet (no qual seu único sucesso veria logo após, com "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain"). O diretor não é incompetente, mas fica claro que sua intenção era só arrecadar dinheiro com o nome da franquia. Com isso nasce "Ressurreição", um filme completamente insignificante, que só não torna-se um completo fracasso, por ter nomes conhecidos (e ainda carismáticos) no elenco.

Por começar com o enredo, que além de TOTALMENTE forçado e desnecessário, não se desenrola bem, faltando originalidade, e puxando descaradamente elementos já conhecidos dos dois primeiros filmes da série. "Alien 3" já não era um filme tão bom quanto os anteriores, principalmente pelo seus péssimos efeitos especiais, mas havia trazia um final totalmente digno (tanto para série, quanto para a protagonista Ripley). Em "Alien: A Ressurreição", assim como o nome já deixa claro, temos um conceito exagerado, sem se preocupar com a lógica, e terminado em um final nada empolgante ou inovador.

As atuações são outras características dispensáveis, tendo em vista que Ellen Ripley é novamente a única personagem memorável, ainda que seja mais ilógica e "robótica" do que nos filmes anteriores (quem assistiu sabe do que estou falando). Apesar de gostar muito de Winona Ryder e Ron Perlman, ambos fazem papéis completamente idênticos à outros personagens dos filmes anteriores. Isso, no caso, não é culpa deles, mas sim do péssimo roteiro. O resto do elenco aparece tão pouco na tela que nem percebemos suas existências.

Por fim, "Alien: A Ressurreição" nada mais é do que um final alternativo para a franquia "Alien", mais infantil e familiar. É um filme fraquíssimo, não só pela péssima história, mas por trazer atuações insignificantes, nada originais ou memoráveis, como nos filmes anteriores. É, sem dúvida, o pior dos 4 filmes da franquia, e um daqueles títulos que esperávamos que nunca tivessem sido feitos.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

21 seguidores 131 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2025
Nota 10 na idéia e 5 na execução. Filme com bom roteiro, porém peca demais nos efeitos, com alguns bem mal feitos. A surpresa no final do filme também foi bem mal feita. Uma outra supresa feminina (atriz secundária) também sem muito impacto. Destaco a dinâmica do filme, porque consegue te prender na tela. O filme possui um elenco de qualidade, que consegue salvar filme. No mais, 2,5 estrelas está de ótimo tamanho. Não é o melhor e também não é o pior filme da franquia, apenas mais um filme do universo Alien.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 879 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 31 de outubro de 2024
A quarta obra da franquia agora conta com a direção de Jean-Pierre Jeunet que produz um filme mal feito. Aqui o cineasta errou o básico dos filmes do Alien: o suspense. Faltaram as cenas clássicas que costumam tirar o nosso fôlego. roteiro de Joss Whedon tenta aproveitar personagens e conceito já usados antes, como a nossa heroína tenente Ripley, revivendo-a como um clone. Vale lembrar que tal conceito era nova para ciência pois tínhamos acabado de clonar o primeiro mamífero (a ovelha Dolly). Dessa vez, Ripley (o seu clone) conta com novos poderes uma vez que seu clone saiu de uma mistura alienígena. Um dos grandes problemas do roteiro é de quase não usar essas novidades durante o filme. Os demais personagens segue a risca do clichê. Mas não tiramos o mérito do elenco que talvez seja o mais interessante da franquia como: Ron Perlman, Dominique Pinon e Winona Ryder. Outro ponto a mencionar, é que em todos os filmes do alien, a criatura aparece com uma nova roupagem. Nesse caso, houve uma certa decepção, pois o monstro ganhou traços humanos (e não existe problemas nisso), mas lhe rendeu de forma patética uma expressão de piedade o tempo todo. Em geral, a ideia do filme chega a ser louvável, mas que foi tudo muito mal desenvolvido.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.789 seguidores 809 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 31 de março de 2019
É difícil,bastante difícil citar esse filme como um dos que estão presentes nessa famosa franquia que possui milhares de fãs ao redor do mundo e que reúne os gêneros de ficção,ação suspense e terror que se espalhou pelo mundo em 1979 quando Ridley Scott nos apresentou de uma maneira diferente todo o mistério que o gênero de ficção poderia render,logo veio a sequência que foi ainda superior e trazia James Cameron a frente na direção,mais tarde o terceiro filme que é bem frágil veio e deixou claro que a franquia merecia ter encerrado de maneira bem mais digna,mas a Fox se superou e pouco tempo mais terde lançou nos cinemas Alien-A Ressurreição,um insulto não só aos fãs mas também a protagonista que é totalmente descaracterizada nesse filme.Jean-Pierre Jeunet dirigiu o longa na época e decepcionou bastante e também parte disso se dá graças ao roteiro mal trabalhado que foi escrito pelo Joss Whedon diretor dos dois primeiros vingadores e liga da justiça.O roteiro tenta criar algo para continuar a franquia que já havia fechado seu arco no terceiro filme e tenta criar algo superficial e pouco coerente com fatos impossíveis.A personagem da Ripley é sem graça e o que entregam a ela não é o suficiente,Winona Ryder que é boa atriz também tem performance esquecível.Os efeitos práticos são bem utilizados e as cenas de morte deixam a desejar.O quarto filme da franquia é basicamente 100% descartável não traz nada de novo e apenas se preocupa em lucrar,nos entregando uma trama sem grandes inspirações que não salvam nem a protagonista.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de julho de 2017
O que o diretor de Amelie Poulain estaria fazendo em filme da franquia Alien? Como explicar a forma incrivelmente absurda que Ripley é “ressuscitada” após sua morte no final do filme anterior? O que é aquele negócio estranho (que jamais poderia ser chamado de Alien) que aparece no final do filme? Para que tanto deboche e personagens tão caricatos?

Vinte anos e não temos respostas para estas perguntas. E olha que Sigourney Weaver havia declarado não querer continuar na série – mas (ah vá!) o dinheiro! Ele é solução – e problema. Já que o roteiro de Alien³ matou Ripley, nada como uma “correção”, dentro de uma história tão debochada e forçada que chega a ser quase vergonhosa: mais de 200 anos depois de seu suicídio, Ellen é clonada por alguns cientistas, que pretendem, com isso, recriar o alien que estava dentro dela quando ela se matou. O resultado: o alien é criado pelos cientistas para experiências com armas biológicas enquanto que Ripley torna-se um super humano, com sentidos e reflexos aprimorados. Mas as coisas dão errado quando uma equipe de traficantes espaciais chega à nave dos cientistas – em uma confusão que acaba libertando três aliens, sedentos por continuarem procriando – e matando quer estiver por perto. Lógico que Ripley se unirá ao grupo de traficantes para tentar salvar o dia – e a terra, já que a nave está a caminho do nosso planeta.

É preciso reconhecer que algumas coisas neste filme são boas. Como os efeitos especiais das criaturas, com movimentos em CGI mais apresentáveis do que os do filme anterior – e a escolha do diretor em tentar colocar um clima mais parecido com o que James Cameron fez em Aliens, O Resgate é bem melhor do que a narrativa pesada do terceiro filme. Ainda assim, a concepção visual não difere muito de outros filmes – lembra muito o design de produção de O Quinto Elemento, em especial no desenho de produção do interior da nave – inclusive, o tom de humor e diálogos rápidos, comuns do cinema francês, também são utilizados pelo diretor, que pouco tem a fazer com personagens caricaturais e pouco elaborados – sobrando algum destaque para Winona Ryder, que desenvolve uma certa admiração por Ripley; Ryder participa de umas das surpresas sem criatividade perto do terceiro ato – lembrando uma solução do filme original. Já o sempre eficaz Ron Pearlman tem pouco a fazer como um dos traficantes espaciais – em diálogos que tentam ser engraçados sempre e fracassam quase todas às vezes. E desta vez – mesmo participando como produtora executiva – nem Sigourney Weaver convence de fato – a personagem está tão estereotipada que fica difícil para a veterana atriz conferir emoções genuínas a ela – conforme fica claro em um momento onde a morte da garotinha Newt (em Aliens) é citado.

Mesmo tendo momentos de tensão bacana – como a sequência com os aliens perseguindo a tripulação em uma parte alagada da nave – esse filme é mais descartável do que o anterior. Não é a toa que existe um projeto de continuar a série sem considerar as partes 3 e 4 – o que, infelizmente, acaba sendo algo justo.
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

7 seguidores 136 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de abril de 2026
Se no Alien 3 já foi uma porcaria, mas acredito que foi feito para finalizar a trilogia tanto que usaram a teoria do sacríficio do protagonista, onde o diretor responsável da franquia decide matar o protagonista para evitar ficar sendo assediado ou sofrendo pressão para criar novas continuações, então para ele não voltar ao universo Alien ou para ninguém mais voltar, resolve sacrificar a Ripley encerrando a trilogia.

Mas a galinha dos ovos de ouro da época para a produtora era Alien, unicamente Alien, então é claro que fariam mais filmes e sinceramente a partir daqui já virou bagunça.

Só pela cena do cara atirando num bloco de ferro, para a bala ricochetear e ir na cabeça de um soldado inimigo atrás dele, já deu pra ver o nível baixíssimo de qualidade esse filme tem, mas como eu estou revendo toda a franquia Alien tinha que ver isso até o final.

Únicos pontos positivos nesse filme são os cenários, os efeitos práticos do alien, aquele alien da batalha final é assustador, terei pesadelos com ele gritando pedindo socorro a mãe Ripley enquanto é sugado e destruído pelo espaço, menção honrosa também no inicio quando aparece uma bela bunda de uma das personagens isso também foi muito bom, mas é só nisso que o filme presta nos desings de cenários e criaturas, pq dá pra ver claramente que não tem mais história, é só um filme inteiro para fugir do lugar infestado de alienígina (igual primeiro, terceiro filme) ou seja naõ era pra ter sido feito, fizeram apenas para farmar mais dinheiro.

Não recomendo.
mathz10
mathz10

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
É o filme mais fraco de toda a série[2], mas mesmo assim é bom. Com certeza q se tivesse mantido o mesmo suspense dos anterirores seria melhor, mas se vc avaliar ele somente sem comparar com os anteriores vai constatar q é um bom filme
Tiago P.
Tiago P.

4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de maio de 2017
O Alien 4 é o pior filme da saga Alien. Dei 6 estrelas a Alien 4 no IMDb. Tudo acontece demasiado depressa até os aliens se libertarem. O clone da tenente Ripley aprende as coisas demasiado depressa. O clone tem recordações da outra vida. Há diálogos sem interesse. Os aliens e o gore são a única coisa interessante do filme. Mas, o filme tem melhor qualidade que o Alien Versus Predador 1. Mas, o Alien 4 é apenas um filme de terror razoável. Só dei 4 estrelas ao AVP 1 no IMDb.
Maverick C.
Maverick C.

7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de maio de 2017
Um filme que não deveria ter sido feito. De longe o mais fraco de todos - inclusive Prometheus(que é bom, diga-se) - mas que por ser um filme chamado "Alien", e por ter Ripley como protagonista novamente(!?), não pode ser ignorado.
É fraco, sem nexo dentro do universo Alien, mas ainda assim, tem um Xenomorfo "no elenco".
Carlos Taiti
Carlos Taiti

8 seguidores 322 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2026
 Alien: A Ressurreição (Alien: Resurrection, 1997 – 1h49min)

Quarto capítulo da fase clássica protagonizada por Sigourney Weaver como Ellen Ripley, o filme marca o encerramento de uma era iniciada por Alien, o Oitavo Passageiro e elevada ao status máximo com Aliens, O Resgate. Sob o comando visual estilizado de Jean-Pierre Jeunet, a franquia abandona o terror puro e mergulha em um híbrido de ficção científica, horror biológico e ação com tons grotescos.

 Personagens principais

Ripley 8 – Sigourney Weaver

Call – Winona Ryder

Johner – Ron Perlman

Elgyn – Michael Wincott

Dr. Wren – J. E. Freeman

 Gêneros

Ficção científica • Terror • Ação • Suspense

 Continuidade da franquia

Alien 3

Prequelas: Prometheus e Alien: Covenant

Nova fase: Alien: Romulus

Crossover: Alien vs. Predador

易 Enredo

Duzentos anos após sua morte, Ripley é clonada com DNA alienígena. Não é mais humana — também não é um xenomorfo. Ela é um erro científico… e ao mesmo tempo a arma perfeita.

A nave científica funciona como um laboratório de horrores onde a vida é tratada como matéria-prima. Quando os aliens escapam, o filme retorna ao conceito claustrofóbico da sobrevivência em corredores metálicos — mas agora com um tom quase irônico e ácido.

 Estória

O grande tema aqui não é o monstro.
É a identidade.

Ripley olha para si mesma e já não se reconhece.
Ela carrega memórias humanas em um corpo que pertence ao inimigo.

Esse conflito é a ideia mais poderosa do filme — e também a mais subaproveitada.

 Produção

A direção aposta em um visual sujo, orgânico e quase cartunesco. A mistura entre horror e humor negro cria uma atmosfera única dentro da franquia — mas que quebra o tom épico construído nos dois primeiros filmes.

 Fotografia

Escura, úmida e industrial, reforça o clima de laboratório biológico decadente. A paleta verde e amarela dá ao filme uma identidade própria — embora distante do terror elegante do original.

 Efeitos especiais

Os xenomorfos continuam impressionantes, principalmente nas cenas aquáticas.
Mas o Newborn — o híbrido final — é o ponto mais controverso da franquia: a intenção era causar repulsa emocional… o resultado beira o involuntariamente cômico.

 Atuações

Sigourney Weaver entrega uma Ripley fria, irônica e quase predatória — uma versão perturbadora da heroína que conhecíamos.
Winona Ryder funciona como o contraponto humano da narrativa.
Ron Perlman injeta o sarcasmo que define o tom do filme.

 Comparações dentro da franquia

Você sente a tentativa de recuperar o clima do primeiro filme, mas sem o mesmo peso dramático.
Fica acima de Alien³ em entretenimento, mas muito abaixo dos dois clássicos.

⭐ Vale a pena assistir?

Sim — como curiosidade dentro do universo Alien e pela atuação de Sigourney Weaver em sua versão mais diferente da personagem.
Mas é o capítulo que mais se distancia da essência que transformou a franquia em lenda.

 NOTA FINAL: 5,5/10

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