* *Pierce Brosnan* — James Bond * *Michelle Yeoh* — Wai Lin (Bond girl e agente chinesa) * *Jonathan Pryce* — Elliot Carver (vilão) * *Teri Hatcher* — Paris Carver * *Götz Otto* — Mr. Stamper
*Os carros de Bond* Aqui a franquia entra definitivamente na era tecnológica. O grande destaque é o *BMW 750iL, equipado com mísseis, serras, blindagem e — algo revolucionário para a época — **controle remoto via celular*, antecipando conceitos que hoje são comuns em filmes de ação. Um dos veículos mais memoráveis da era Brosnan, símbolo da modernização do personagem. E a aparição rápida do DB5.
*Enredo & Estória* O filme apresenta um dos conflitos mais interessantes da saga: a manipulação da informação como arma de guerra. Elliot Carver, um magnata da mídia, cria crises internacionais para gerar audiência e poder, colocando China e Inglaterra à beira de um conflito armado. Bond precisa agir rápido, sem espaço para respiro, em uma narrativa que dialoga de forma surpreendentemente atual com fake news, influência midiática e controle da opinião pública.
*Produção & Fotografia* A produção é grandiosa, com locações internacionais, ritmo acelerado e uma fotografia limpa, típica do cinema de ação dos anos 90, mas extremamente eficaz. Tudo é pensado para manter a tensão alta e o espectador sempre em movimento junto com Bond.
*Efeitos Especiais & Ação* Os efeitos práticos brilham. A perseguição de moto, com Bond e Wai Lin algemados, é simplesmente icônica e uma das melhores sequências de ação da franquia. Explosões, lutas corpo a corpo e gadgets são usados com equilíbrio, sem exageros cartunescos.
*Atuações* Pierce Brosnan entrega aqui o James Bond definitivo de sua era: confiante, irônico, letal e elegante. *Michelle Yeoh* eleva o filme ao se tornar a primeira Bond girl verdadeiramente “action woman”, quebrando o arquétipo da donzela em perigo e em uma das raras vezes que vemos seu lado sensual. Jonathan Pryce constrói um vilão carismático, moderno e assustador justamente por não depender da força, mas da informação.
⚖️ *Avaliação Final — Vale a pena assistir?* Sem dúvida. O Amanhã Nunca Morre marca a consolidação de Brosnan como 007 e redefine o tom da franquia para os filmes contemporâneos: ação constante, tecnologia, vilões plausíveis e parceiros à altura de Bond. Um dos filmes mais completos e empolgantes da série.
O dono de uma rede de comunicação altera a posição dos navios através de satélites, fazendo com que ocorra um incidente entre países e BOND então vai descobrir essa alteração e tentar evitar uma guerra mundial... a história é bem repetitiva como nos filmes mais antigos, porém o filme é legal...
Segue uma ação meio estranha para a franquia.Utiliza demais efeitos visuais e esquece da ação pessoal do protagonista.Nada visto antes.Tudo culpa do diretor Roger Spottiswoode,experiente em realizar filmes de ação medíocres. Apesar de todos os deslizes conseguiu ser um dos bons filmes da franquia por conta do empenho de Pierce Brosnan e companhia.Michelle Yeoh deu um toque refinado na ação.
Minha opinião: Este ano tivemos a última atuação Daniel Craig como 007 e agora estamos na expectativa de quem será o próximo “James, James Bond” Mas hoje assisti a este filme e foi em dejavu, lembrando no Pierce e ainda vendo Michelle, foi bom de mais. Aonde o grande inimigo é Pryce, não tem bem aquela cara de um inimigo que vai destruir o Mundo, mas o estilo dele esta mais Steve Jobs ou Bill Gates. Onde ele quer se tornar o rei da comunicação mundial, onde ele pode a forma que quiser conduzir o ser humano. E com isso ele trama que haja uma desavença entre a China e Inglaterra. E assim ocasionar uma guerra. Mas quem esta lá para impedir? 007 e uma agente chinesa Michelle. E ve-la tão jovem foi legal. E os 2 formam uma ótima parceria. Ver eles andando de algema em uma moto, muito legal. James com seus tiros e Michelle com sua porrada, vai dar certo? É claro que sim. A eterna luta entreo bem e o mal. Vemos a diferença da tecnologia do final do séc. 21 e a de hoje. Você percebe que lá não existia o CGI, tinha que ser real. Não é o melhor filme do 007, mas não é o pior. Roteiro: boa Vale apena assistir? Sim Nota: 7,25
Segue uma ação meio estranha para a franquia.Utiliza demais efeitos visuais e esquece da ação pessoal do protagonista.Nada visto antes.Tudo culpa do diretor Roger Spottiswoode,experiente em realizar filmes de ação medíocres. Apesar de todos os deslizes conseguiu ser um dos bons filmes da franquia por conta do empenho de Pierce Brosnan e companhia.Michelle Yeoh deu um toque refinado na ação.
Segue uma ação meio estranha para a franquia.Utiliza demais efeitos visuais e esquece da ação pessoal do protagonista.Nada visto antes.Tudo culpa do diretor Roger Spottiswoode,experiente em realizar filmes de ação medíocres. Apesar de todos os deslizes conseguiu ser um dos bons filmes da franquia por conta do empenho de Pierce Brosnan e companhia.Michelle Yeoh deu um toque refinado na ação.
Talvez o maior problema do filme é o roteiro que traz um vilão midiático, um magnata que luta pela atenção do mundo. Dito isso, é, no mínimo, uma ironia que O Amanhã Nunca Morre provoque, justamente, um nível de desatenção bem problemático ao ser inchado de elementos intensos sem que nada consiga se desenvolver por completo. Não chega sequer perto do antecessor, GOLDENEYE que por sinal foi um ótimo filme.
Segundo filme do Pierce Brosnan até então na sequência o melhor filme do ator. Cenas muito mais bem produzidas em relação ao filme anterior Goldeneye, mais bom humor entre 007 e os demais personagens. Elliot um vilão bem interpretado por Jonathan Pryce lembrando um pouco o antigo Nº1. Aqui claramente um filme mais para época atual, a desinformação instantânea veiculada na midia e rodando em torno do filme. Um pouco de repetição de algumas coisas dos demais filmes da série, algumas coisas copiadas e melhoradas. Mas no geral um belo divertimento com 007.
18º filme da série, então é realmente um filme para fãs, isso se demonstrou no sucesso comercial. A edição é cansativa tornando um filme de ação de 2h sem um suspense profundo ou uma trama mais complexa cansativa demais para se aguentar um desfecho previsível. Os diálogos concisos e com um humor geralmente fora de foco são desnecessários. Aliás a edição de som fica prejudicada pois em grandes cenas de ação rolava um diálogo que ficava escondido em meio a barulhos de bombas e tiros. Se o próprio Pierce Brosnan não gosta de sua atuação, como discordar dele? O roteiro é bobo em difundir a possibilidade de uma terceira guerra por conta da imprensa marrom. Destaco a atuação do carro de Bond, que deu uns momentos bem interessantes.
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