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Isis Lourenço
7.619 seguidores
772 críticas
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4,0
Enviada em 2 de abril de 2020
Ganhador do Oscar e vários prêmios,Jeremy mostra pra quê veio ao mundo nesse filme. Com uma cara cínica e charmosa ao mesmo tempo, ele realmente no decorrer da história nos dá o benefício da dúvida e até hoje o que sabemos é que nada sabemos a respeito desse caso,somente o Claus sabia,mas já faleceu. Gleen Close,como sempre maravilhosa,por fora: uma perua rica e mimada e por dentro: uma mulher perdida no próprio montante de dinheiro,nos trazendo a doce verdade que dinheiro não compra mesmo a felicidade. Saber que isso tudo aconteceu é chocante e mais ainda saber que ela ficou 28 anos em coma (pra nada). O professor e sua equipe de alunos foi brilhante e deu até vontade de estudar direito (mas teria que ser com ele!). Filme maravilhoso,só não ganha 5 estrelas porque sou curiosa e como muita gente, gostaria de saber a verdade.
Em dezembro de 1979, Sunny von Bülow (Glen Close), herdeira de 14 milhões de dólares, entra em coma irreversível. Seu marido, Claus von Bülow (Jeremy Irons), é acusado de tê-la colocado neste estado utilizando altas doses de insulina e contrata o famoso professor de Direito Alan Dershowitz (Ron Silver) para provar sua inocência. Baseado em fatos reais, o filme recupera um dos julgamentos mais famosos da década de 1980.Ótimo filme.
O reverso da fortuna foi dirigido por Barbet Schroeder e contou com o roteiro de Nicholas Kazan. O filme recebeu 3 indicações ao oscar 1991: melhor roteiro adaptado, melhor direção Melhor ator (Jeremy Irons)- vencendo essa última indicação. O filme conta a história de Claus Von Bullow (Jeremy Irons) que é o principal suspeito da tentativa de assassinato da sua esposa, Sunny (Glenn Close), sendo ele o único herdeiro da fortuna dela. Para provar a sua inocência, Claus contrata o advogado Alan Dershowitz (Ron Silver) para a sua defesa. O filme consegue ao mesmo tempo nos oferecer uma ótima história, suspense e alguns conhecimentos jurídicos (tudo isso na medida certa). O filme nos oferece uma premissa que parece colocar Claus como culpado, mas aos poucos novos acontecimentos aparecem e ficamos até o fim do filme na dúvida com relação a isso. Jeremy Irons nos entrega uma atuação de primeira com seus tons exagerados nos demostra na verdade o medo da condenação. Além disso, o filme encerra com um grande dilema: nem sempre a vitória jurídica é a vitória moral.
Realmente um filme formidável, uma narrativa estimulante que em momento algum desrespeita a inteligência do telespectador, isto pode ser notado no ato inicial do longa, quando somos apresentados aos personagens em uma narração In-Off da personagem principal e logo depois, no segundo ato, conhecemos Claus Von Bulow, um ambicioso empresário casado com uma mega-ricaça com um patrimônio gigantesco, e quando repentinamente entra em estado de coma, Claus é o principal suspeito. A partir desta premissa, o diretor Barbet Schroeder e o roteirista Nicholas Kazan criam um filme envolvente. E tem Jeremy Irons no seu melhor momento, em uma atuação sutil e avassaladora. Filmaço!
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