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valmyr b
59 seguidores
275 críticas
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4,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2026
Sensacional! No "novo mundo", os nativos viviam um dia após o outro; eram os proprietários felizes das terras dos ancestrais; se escravizavam e se matavam (e contraíam suas doenças, fruto da falta de cuidados sanitários pós-mortem); cultivavam conforme a natureza permitia; adoravam e sacrificavam (uns aos outros!), cada tribo aos seus "deuses"; caçavam e respeitavam a floresta. Até que chegam os europeus, com as caravelas e seus canhões; com sua pólvora e mosquetões; espadas e bestas. Chegam trazendo a "cruz de Cristo" numa mão, e a pistola na outra! E dizem: Selvagens, acabou-se a guerra entre vós! Nós somos a "nova-guerra"! E vocês, ou se tornam cristãos e nos servem, ou os dizimamos! Não exatamente nesta ordem! Ou melhor, os dizimaremos logo para facilitar a coisa, já que vocês não têm alma mesmo! É o Papa e o Rei que dizem! De qualquer forma, é um filmaço! Mas o apocalipse sempre chega; de uma forma ou de outra! O nosso, o do "homem-moderno", esta à caminho e quem viver, verá! Quatro estrêlas e meia!
Apocalypto é um filme de ação/aventura que contou com a direção de Mel que também participou do roteiro ao lado de Farhad Safinia. O filme recebeu 3 indicações ao Oscar de 2007: Melhor maquiagem, melhor edição de som e melhor mixagem de som. A trama acompanha o fim da civilização Maia, com sacrifícios humanos sendo cada vez mais frequentes. Nesse contexto, a aldeia do jovem guerreiro Jaguar Paw (Rudy Youngblood) é atacada, e ele junto com alguns sobreviventes são capturados para esse fim. Porém, o jovem guerreiro busca sobreviver para retornar a sua aldeia destruída e salvar seu pequeno filho e esposa que está grávida. Mel Gibson nos coloca logo de cara com uma imersão muito boa e isso vai se aprofundando a cada cena. A direção não erra a mão em eventos históricos (do início ao fim). A ousadia do Gibson foi gigantesca aqui, ao escalar um elenco com atores estrangeiros e desconhecidos e ainda se comunicarem apenas em um antigo dialeto Maia (decisão acertada). A caracterização e o som do filme foram impecáveis. O ponto alto do filme é após a primeira hora, quando ocorre a perseguição e o jogo de câmera ajuda muito na tensão desse momento. As mortes foram bastante inteligentes. O ápice do filme está no seu momento sangrento (algo que Gibson sabe fazer). O filme mostra uma sociedade se autoconsumindo, realizando muitos sacrifícios para agradar os deuses. Isso mostra um grande contraponto para aqueles que ainda acreditam que os espanhóis dizimaram os Maias no auge do seu poder, enganam-se. É uma pena como uma obra como essa é esquecida.
Não acredito que demorei quase 20 anos pra assistir esse clássico do cinema!!!! Filme simplesmente maravilhoso!!!! Um deleite para os amantes da sétima arte.
Belo filme. Aventura em estado puro! Quem gosta de filmes de aventura, tem um prato cheio em Apocalypto. Apesar do roteiro simples, tem boa ação e mexe com o telespectador. Figurinos, maquiagem, fotografia, tudo em muito bom nível.
como eu faço para assistir o filme online? pois só está aparecendo para ver o trailer, estou louco para assistir este filme e não consigo por conta deste detalhe.
bom assisti este filme e achei muito bom acredito de os indios antigos faziam isso pelo fato de viverem somente com os fenomenos da natureza que é o poder do sol a lua. mas a historia nos prende muito até o final ai está o segredo de ser um filme bom e idioma original.vale apena.
Mel Gibson mais uma vez nos mostra que, para nos prender numa poltrona e nos fazer sentir parte da trama, não é necessário uma história complexa e cheia de efeitos especias, basta uma história simples, porém afetiva. O começo da película é leve e aconchegante, aqui ela atrae o espectador com o humor e o carisma dos personagens, humanizando assim aqueles que primeiro enxergamos como selvagens. Segue-se com um cataclisma e a tensão começa a sobrecair. Muitos diriam que a direção erra ao não explorar mais a cultura maia, mas acredito que este seja um dos principais acertos. Ela nos narra apenas uma fio do emaranhado que é esta rica civilização e parte do ponto de vista de um guerreiro de uma tribo menos desenvolvida. Apesar da analogia ser equivocada, dizer que Gibson errou ao não evidenciar mais os costumes maias é dizer que quem lê um salmo da bíblia peca por não a ler por completo. Gibson não é historiador e o que ele faz com Apocalypto é certeiro ao que se propõe: um drama conquistador, uma violência repulsiva, uma ação que faz muitos filmes envolvendo monstros, robôs ou super agentes parecerem desenho animado (OK exagerei um pouco), e uma ambientação incrível que se faz sentir na selva correndo contra o tempo com o protagonista. Mel Gibson manteve a postura após o belíssimo A Paixão de Cristo.
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