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Murari submundo
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11 críticas
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4,0
Enviada em 26 de junho de 2016
Vi este filme nas madrugadas do corujão e me surpreendeu. O tema é muito bom TRAUMAS. Me arrisco a dizer que este filme pode ser usado até dentro da sala de aula, ótimo para debates e discursão. Atuação de primeira linha do Samuel L. Jackson (sempre) e da Christina Ricci. Filme com bons momentos fotográficos e um bom roteiro. Recomendo
Filme muito ruim, mais um filme anti-branco de hollywood que tenta empurrar, a toda custo ,o velho fetiche esquerdista de garotas brancas com negros. Totalmente irrealista, com típico personagem "Magical Negro" de filminho pós-modernistas.
Filme elaborado justamente para Televisão, aqueles produzidos com orçamento baixo (que pelo jeito não foi tão baixo assim) e sem muita pretensão, com o único objetivo de apelar para ver se cola. Deve ter colado para algumas pessoas, pois nada agrada a todos. O filme tem cenas até cômicas e pode animar em alguns momentos, mas depois ele se perde e se torna banal. Trata-se de um senhor que pretende ter a sua redenção e a de uma garota que foi abusada na infância e se tornou ninfomaníaca. Acorrentando-a em sua casa no meio de uma fazenda. Se fosse melhor roteirizado daria um bom filme. A base de fundo com ritmo de Blues foi válido. Justin Timberlake já fez boas interpretações, mas neste filme ficou péssimo e bizarro.
Sabe aqueles filmes religiosos que dizem que deus é a solução para todos os nossos problemas e simplificam tudo? Pois, apesar do elenco estelar, é essa xaropada de gosto duvidoso que ENTRE O CÉU E O INFERNO é.
Ex-músico e dotado de uma fé incorruptível, Samuel L. Jackson é Lazarus, homem cuja vida decai em esperanças após ser largado pela esposa, mas que assume um grande revés ao achar, quase sem vida, a jovem Rae (Christina Ricci). A garota que sempre sofreu abusos na vida, acabou se tornando dependente química e do sexo, criando assim, um grande dificultador para a improvável amizade que surge em prol de um bem maior.
Curiosamente, este filme destaca-se justamente pelo grande oposto que paira sobre os personagens principais em diversos aspectos, haja vista que a vida mostrou o quanto o problema do outro pode ser uma grande oportunidade para resolver uma dificuldade pessoal. Até mesmo o que os une, uma corrente, tende a ser muito mais metafórica do que um elemento concreto como se vê na tela.
Christina Ricci e Samuel L. Jackson estão entrosadíssimos e, a todo o momento, situações vão sendo criadas para que o esforço do mais experiente nem sempre se mostre o suficiente, mantendo a expectativa do sucesso sempre na berlinda.
Nitidamente uma produção de baixo orçamento, ENTRE O CÉU E O INFERNO é um drama que prova o quanto um roteiro simples pode oferecer potencial narrativo quando bem comandado e com elenco afinado. Até mesmo o sem sal do Justin Timberlake tem boa presença em cena. Recomendo.
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