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Joan Mendes
1 crítica
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4,5
Enviada em 8 de julho de 2021
Olá a todos. Um filme muito parecido com os filmes " Ao mestre com carinho 1 e 2"; recomendo a todos pais, jovens, professores e profissionais de diversas áreas devido o objetivo dos filmes acima citados e deste em específico "Escritores da Liberdade" influenciar a todos nós numa reflexão positiva que nada é para sempre e tudo pode mudar, basta ter vontade e disposição para realizar e alcançar objetivos. Independente de raça, meio social, cultural e político, estrutura socioeconômico e familiar, temos a obrigação de ensinar, compartilhar, orientar, ajudar e aprender em todos os sentidos de nossas vida fazendo do meio em que sobrevivemos um lugar melhor e uma pessoa melhor. Um abraço do amigo Joan Mendes.
Uma linda história, pois neste filme mostra um pouco da realidade que tanto professores e alunos passam. Mas porém a professora foi ágil e soube como agir. Gostei muito....
Escritores da liberdade é um filme de drama que contou com a direção e roteiro de Richard LaGavanese. Na trama é ambientada em 1994, acompanhamos a jovem e idealista professora Gruwell (Hilary Swank) que chega a uma escola de um bairro periférico para dar aulas. Marcado pela agressividade e violência dos alunos, a professora deve procurar entender a realidade de seus estudantes para conseguir exercer a sua profissão. O filme tem uma boa premissa: uma professora que acredita na educação e mesmo diante de todas as suas dificuldades (que não são apenas na sala de aula), continua a acreditar. A ideia principal do filme é de como a educação pode ser transformadora na vida de jovens. A principio o filme procura mostrar a realidade e contexto da escola e dos alunos em geral. Além de destacar a rotina difícil dos alunos em meio a violência de gangues. A obra se destaca ainda mais ao tirar o estereótipo de aluno rebelde e mostrar a realidade de diferentes condições raciais na sala (esse é o ponto alto do filme). Já a professora, temos Swank em sua zona de conforto com papel dramático que mostra a sua metodologia de chegar e entender a realidade dos jovens por meio de artistas que eles apreciam. Além de realizar uma boa associação a perseguição que os judeus sofreram durante o Holocausto. O filme mostra que o verdadeiro antagonista do filme é o sistema burocrático (professores mais velhos, coordenadora, estado), que faz a professora entrar em outros empregos para custear algo para as suas aulas. Nesse ponto, é um pouco demais, pois passa a visão messiânica do que é ser professor. Inclusive com o termino até do seu casamento (o roteiro tenta colocar até o marido diante de fala machista). No mais, a relação com o marido e o pai é muito mal desenvolvida. No mais é interessante perceber que essa história real que tenha servido de modelo para as demais escolas. O enfretamento do racismo e violência.
Todo professor deveria assistir esse filme, não por querer copiar e achar que vai dar certo, o que é quase impossível. Mas para saber que existem outros professores passando pela mesma dificuldade assim como ele e não achar que é culpa sua da turma não render.
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