Escritores da Liberdade
Média
4,5
1088 notas

174 Críticas do usuário

5
123 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Um filme bacana onde mostra a realidade americana de fato! uma atuação maravilhosa de Hilary Swank e um roteiro muito bem elaborado! bom filme
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2013
-Filmes nesse estilo tem muito clichê,mais é impressionante que toda vez também emociona.
-Hilary Swank linda como sempre e digna de uma interpretação excelente.O filme conta uma história fantástica...e por isso merece ser assistido.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de outubro de 2013
Um filme muito forte, que me tocou e me compeliu algumas vezes a lagrimas, os personagens nos envolve de uma forma que nos faz pensar muito sobre a vida e suas indiferenças. Ótimas atuações, filme lindo!

PS: Me fez lembrar um pouco de: Meu mestre minha vida.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2026
Escritores da liberdade é um filme de drama que contou com a direção e roteiro de Richard LaGavanese. Na trama é ambientada em 1994, acompanhamos a jovem e idealista professora Gruwell (Hilary Swank) que chega a uma escola de um bairro periférico para dar aulas. Marcado pela agressividade e violência dos alunos, a professora deve procurar entender a realidade de seus estudantes para conseguir exercer a sua profissão. O filme tem uma boa premissa: uma professora que acredita na educação e mesmo diante de todas as suas dificuldades (que não são apenas na sala de aula), continua a acreditar. A ideia principal do filme é de como a educação pode ser transformadora na vida de jovens. A principio o filme procura mostrar a realidade e contexto da escola e dos alunos em geral. Além de destacar a rotina difícil dos alunos em meio a violência de gangues. A obra se destaca ainda mais ao tirar o estereótipo de aluno rebelde e mostrar a realidade de diferentes condições raciais na sala (esse é o ponto alto do filme). Já a professora, temos Swank em sua zona de conforto com papel dramático que mostra a sua metodologia de chegar e entender a realidade dos jovens por meio de artistas que eles apreciam. Além de realizar uma boa associação a perseguição que os judeus sofreram durante o Holocausto. O filme mostra que o verdadeiro antagonista do filme é o sistema burocrático (professores mais velhos, coordenadora, estado), que faz a professora entrar em outros empregos para custear algo para as suas aulas. Nesse ponto, é um pouco demais, pois passa a visão messiânica do que é ser professor. Inclusive com o termino até do seu casamento (o roteiro tenta colocar até o marido diante de fala machista). No mais, a relação com o marido e o pai é muito mal desenvolvida. No mais é interessante perceber que essa história real que tenha servido de modelo para as demais escolas. O enfretamento do racismo e violência.
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de outubro de 2020
É um filme lindo tem uma ótima direção e atuações maravilhosas não somente de Hilary Swank, mas de tantos jovens atores. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2023
A obra aborda uma jovem professora idealista que terá um choque de realidade ao chegar a uma escola de bairro pobre inundada por preconceito e violência. Desse modo, Erin terá que enfrentar alguns obstáculos para motivar seus alunos a aprender, pois eles se mostram rebeldes e perdidos em meio a tanta tensão racial, falta de incentivo e desvalorização cultural. Para isso, a professora decide renunciar aos métodos tradicionais e põe em prática outras vertentes, mesmo que tenha que enfrentar os Gestores de educação, que não acreditam no potencial nem na possibilidade de os desiguais conviverem harmoniosamente.

Dito isso, existe a retratação da crise diária de uma sala de aula com alunos de diversas etnias que não conseguem interagir uns com os outros, assim, ficam reclusos ao seu próprio universo. Nesse sentido, somente um professor capaz de valorizar a vivência anterior de cada aluno conseguirá resolver as adversidades presente nessa sala, ou seja, Erin, tem que criar um vínculo com esse grupo de garotos, então, propõe que eles escrevam suas histórias em um diário, no qual, todos poderão refletir sobre suas vidas e ela conhecê-los de forma mais profunda, sem se ater a opiniões preconceituosas dos demais colegas de trabalho.

No geral é um bom filme, não só pelos fatos que traz sobre a integração educacional e valorização das identidades culturais dos alunos, mas também por retratar as situações das escolas e a relações entre professores e as instituições de educação. No entanto, embora o filme traga uma perspectiva crítica, ela não tem muita profundidade na história, onde tudo passa de forma rápida e conveniente. Logo, não há um equilíbrio satisfatório entre a trama e o desenvolvimento dos personagens, já que pecam pela quantidade demasiadamente grande, que retira o foco da ideia geral.
Nabokova
Nabokova

16 seguidores 112 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de junho de 2020
Uma história boa, ainda que bastante repetida. Mas como é baseada em fatos reais, dá pra aproveitar. Mostra como os mundos de jovens negros, pardos, brancos, são, no dia a dia, realidades opostas, e é bom que se diga, antes de saírem julgando, que muitas vezes os jovens brancos não conhecem isso profundamente.
Mas infelizmente o desenvolvimento da história tá perto do fracasso. A professora pega uma classe de desajustados, é avisada inclusive sobre a possibilidade dos alunos roubarem seu colar, mas logo na primeira aula progressista, onde ela insere atividades de interação fora do quadro negro, consegue transformar todos em cordeirinhos. Nenhum aluno se rebelou contra ela ou colegas, todos dormiram sapo e acordaram príncipes, como mágica. Totalmente fora da realidade. O filme não emociona em nada, não marcará sua vida. Se havia uma tentativa da Hilary nos cativar como Robin Williams em Sociedade dos Poetas Mortos e Sidney Poitier, em Ao Mestre Com Carinho( pode parecer ambicioso mas sempre suponho que um diretor que receba milhões de dólares pra assinar uma obra deseje um resultado ambicioso), se houve essa tentativa, foi totalmente frustrada. Hilary está sem carisma algum (talvez tenha sido escolhida por ter feito algumas pessoas chorarem em Garota de Ouro, claro, também ela fica toda estourada). A atriz Imelda Staunton, que faz a professora coadjuvante, essa sim, está muito bem, mas não dava pra pegar o papel principal, pela idade. Um título tão grandioso só deixou o filme mais decepcionante. Mimimi com o marido totalmente desnecessário.
Denise S.
Denise S.

13 seguidores 107 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de janeiro de 2021
Esse filme é sensacional.
Sem mais..
Não há outra palavra para definir este filme ....
........
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Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de março de 2015
Inicialmente diria que o filme é um tapa na cara dos ufanistas em relação aos EUA e daqueles que fazem a apologia do "american way of life".
Gestores Educacionais que não acreditam na possibilidade dos desiguais conviverem harmoniosamente e professores que não acreditam no potencial de seus alunos, escolas que são dotadas de recursos mas que são subutilizados e subaproveitados por docentes e discentes, alunos que formam quadrilhas e andam armados no interior da escola. Miséria, marginalidade, violência, segregação racial e toda uma série de preconceitos (étnico racial, social e de gênero) se avolumam para demonstrar, sem retoques, a realidade das escolas públicas daquele país.
Nadando contra a maré e realizando o seu trabalho sem nenhuma colaboração da gestão escolar (e apesar da má vontade desta) está uma professora solitária, a qual acima de tudo não quer decepcionar seu pai, que havia marchado pelos Direitos Humanos na década de 60. Ela se desdobra, passa a ter mais dois empregos (recepcionista de Hotel e vendedora de lingerie) para custear os materiais e recursos pedagógicos que lhe são negados e que ela utiliza para resgatar a cidadania e o protagonismo dos estudantes, propondo o exercício do conhecimento de si mesmos, do seu entorno e do mundo.
A professora realiza com estes alunos exluídos e marginalizados grandes projetos pedagógicos que culminam na leitura aprofundada do "Diário de Anne Frank" (como um subsídio aos seus próprios diários, onde consolidam suas leituras de mundo e reflexões críticas sobre a realidade) e até no custeio, via festas e atividades acadêmicas, da passagem da senhora que havia escondido Anne e sua família, para debater com eles.
A professora acaba se divorciando, como fruto do excesso de dedicação e dos outros dois empregos que assumiu, e que lhe retiraram toda a possibilidade de convívio familiar/doméstico mas, ao final do filme, acabamos sabendo que a experiência foi replicada outras vezes e que ela acabou lecionando na Universidade da Califórnia.
Filme para ser assisido com o lenço ou a caixa de lenços de papel ao lado e com o raciocínio desperto!
Babe Diego
Babe Diego

2 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de janeiro de 2026
Um filme com uma história interessante e relevante, que ecoa através dos conflitos sociais, apresentando atuações respeitosas, contendo uma mensagem pertinente a ser transmitida, permeada por dramas pessoais profundos e construída através de inúmeras camadas sobrepostas de maneira intuitiva: Escritores da liberdade surpreende por ser profundo, impacta por ser intenso. Apesar de não ser perfeito, o filme traz uma narrativa poderosa e isso ameniza o aspecto vago que o filme assume em alguns momentos.

Mais do que um filme sobre o poder transformador da educação na vida de jovens problemáticos, Escritores da liberdade encapsula nosso desejo de sermos livres de um sistema opressor, de vivermos como queremos, uma vida onde possamos ter escolhas e onde a população possa realizar os seus sonhos. Um mundo onde as desigualdades sociais, a violência generalizada e as injustiças sejam enfrentadas, permitindo que as pessoas alcancem o futuro que almejam.

Escritores da liberdade é um recado significativo, uma lição sobre combater os obstáculos que bloqueiam nosso potencial. A liberdade permanece sendo nossa maior necessidade e nosso maior direito em uma sociedade capitalista limitadora. E é através dessa mensagem poderosa que Escritores da liberdade se consolida como um filme magnífico, capaz de nos inspirar e de nos fazer refletir.
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