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Vinícius d
612 seguidores
676 críticas
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3,0
Enviada em 17 de setembro de 2022
Achei um pouco inferior aos dois primeiros, a Ashley Laurence e Clare Higgns davam muito embalo na história como antagonistas, Julia e tio Frank não retornam, agora o Cenobite pinhead se revela e fica no centro da história do filme. A jornalista é muito fraca como personagem principal, os demais personagens também. O filme vale mais para o Cenobite Pinhead se apresentar quem é, já que nos outros dois filmes eram só coadjuvantes. Algumas cenas são bacanas como as execuções no clube.
Revi esse filme depois de muitos anos, e vejo essa serie como uma ótima para que seja re gravada, esse não é de seus melhores, mas é um filme que vale muito a pena conferir.
Quando comecei a pesquisar sobre o universo de Hellraiser, sempre ouvi que os dois primeiros filmes eram obras indispensáveis do terror. Também ouvia repetidamente que a qualidade despencava a partir do terceiro. Resolvi conferir por conta própria e agora entendo a fama de Hellraiser III. O filme representa uma mudança clara em relação ao clima sombrio e à construção meticulosa dos dois primeiros. Aqui encontramos um Pinhead completamente diferente. Ele surge mais sanguinário, sem qualquer limite e movido por interesses próprios. Nos filmes anteriores, Pinhead funcionava como uma entidade regida por regras, quase um sacerdote de uma dimensão infernal. Em Hellraiser III, sua postura se aproxima muito mais de um vilão de slasher, com comportamento exagerado e mortes chamativas. O roteiro até oferece uma explicação para essa transformação. spoiler: No final de Hellraiser II, a humanidade de Pinhead é separada dele, deixando o lado demoníaco solto e sem restrições. Mesmo assim, a mudança é tão brusca que o personagem parece alguém totalmente novo, como se tivesse abandonado a natureza ritualística que sempre definiu os Cenobitas. Essa diferença revela o que o próprio filme pretende ser. Hellraiser III abraça um estilo mais hollywoodiano e comercial, típico do terror dos anos 90. A ênfase sai da mitologia rica criada por Clive Barker e entra no território do espetáculo, com foco em efeitos, carnificina e um antagonista transformado em atração principal. O resultado é menos misterioso, menos intrigante e certamente menos elegante do que os dois primeiros capítulos. Apesar de tudo isso, Hellraiser III não chega a ser um filme ruim. Ele diverte, entrega momentos memoráveis e funciona para quem busca um terror mais direto e exagerado, mas está muito distante da qualidade do primeiro e do segundo filme.
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