Os Bons Companheiros
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4,6
1910 notas

74 Críticas do usuário

5
44 críticas
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Rocine
Rocine

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Ótimo filme, Robert De Niro nasceu para atuar como mafioso, excelente.
Adrya J.
Adrya J.

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de março de 2025
Mais do que um simples filme de máfia, Os Bons Companheiros é um estudo de personagens fascinante, mostrando o glamour e a brutalidade do crime de forma autêntica. Intenso, estiloso e inesquecível, é um dos maiores filmes da história do cinema.
lrgb
lrgb

8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de dezembro de 2016
Performances excepcionais de De Niro, Ray Liota e Joe presci. Uma estória muito bem desenvolvida. Muito bem dirigido por Scorcese.
felipe
felipe

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
um dos maiores filmes da historia do cinema. Scorsa e pesci destroem. Filmaço, obra-prima
Fabi Botelho
Fabi Botelho

1 seguidor 72 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de julho de 2025
Filme extenso, muita sobreposição de falas. Final ruim. Não gostei e não acho que vale a pena as 02:30hs de filme. Assisti somente por conta da boa pontuação e me decepcionei
Murilo De Moraes Franco
Murilo De Moraes Franco

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2020
Em primeiro lugar, é preciso compreender o que Os Bons Companheiros trouxe de novo ao tema. Ao contrário de filmes anteriores, incluindo a própria trilogia de Coppola, a obra-prima scorsesiana desloca o olhar sobre esses personagens tão fora da lei para o âmbito mais doméstico e pessoal possível. O cineasta conhecia o ambiente daqueles homens, já que passou toda a juventude em um bairro nova-iorquino repleto deles. Por isso, não há apenas momentos de violência explícita e de gatunices no longa-metragem. Scorsese tira seus mafiosos das ruas e dos bordéis e os coloca também em suas casas e em suas festas de família. Eles passam a se parecer mais com homens normais do que era de se esperar e isso chega mesmo a criar afeto por eles. Mas é bom pontuar que não há nenhum esforço de romantização por parte do diretor, que filma seus brutais assassinatos com uma perícia inigualável. A grande novidade é que Os Bons Companheiros não dá respostas unidirecionais sobre seus gângsters.

Martin Scorsese faz o que ninguém havia feito – ele traz o alto crime para o mundo dos homens comuns. Além de maravilhosamente bem filmado, seu longa-metragem tem em sua trilha sonora uma de suas fortalezas. Ela dá o tom exato do clima de subversão e de risco constante, em um universo onde o banditismo é quem dá as cartas. Tonny Bennet, Aretha Franklin, Rolling Stones, The Who, Cream e outros artistas canônicos da música norte-americana constroem uma das trilhas sonoras mais memoráveis da história do cinema. O clássico riff de Sunshine of Your Love, da banda de Eric Clapton, se tornou parte indissociável de Os Bons Companheiros, assim como a antológica queima de arquivo pontuada com certa dose de ironia por Layla, da banda Derek & The Dominos. Todas as canções parecem feitas sob medida para o filme e se entrosam muito bem com o submundo criminoso de Jimmy Conway (Robert De Niro), Tommy DeVito (Joe Pesci) e Henry Hill (Ray Liotta). Um amálgama entre imagem e som raro de se ver.

As interpretações do trio são irrepreensíveis, com direito a um célebre improviso de Joe Pesci durante a hilária cena em que seu personagem pergunta a Henry Hill o que era engraçado em sua história. Scorsese, como um apaixonado pelo cinema, domina a sua linguagem por completo e faz de Os Bons Companheiros um dos filmes mais bem filmados de sua longa e rica carreira. Sua direção bebe claramente da fonte do cinema estadunidense das décadas de 60 e 70. O diretor nova-iorquino utiliza o zoom como poucas vezes se viu no cinema dos anos 90, década à qual o filme pertence. Ele usa o movimento da objetiva para chamar atenção dos detalhes e das peculiaridades de seus protagonistas. Scorsese confia na força de seus personagens e quer que o público também confie. É interessante notar como ele acelera o zoom in em uma cena em que Henry Hill cheira cocaína, simulando o efeito da droga entrando no corpo (muito antes de Darren Aronofsky criar sua montagem hip hop, em Réquiem Para Um Sonho, para a mesma finalidade).

A onisciência do narrador é ressaltada pelos frames congelados de Scorsese, que aumentam a importância do que se conta e dão também um caráter despojado ao relato (além de uma pitada de humor negro). É assombrosa a inteligência dos planos do cineasta americano. Quando Karen Hill (Lorraine Bracco) aponta uma arma para o marido, Scorsese a mantém em contra-plongée, enquanto Henry fica todo o tempo em plongée – invertida a ordem de dominação entre eles. Os insert-shots no gatilho e no cano do revólver dizem claramente que o único atributo de valor nesse mundo dos gângsters é mesmo o poder. A única coisa a ser disputada nesse submundo brutal, onde a moral perdeu o seu lugar. Scorsese demonstrará essa troca entre moral e poder no plano-sequência que registra a chegada de Henry e Karen a uma festa, ignorando todas as filas e alcançando o interior do local como se nada pudesse impedi-los de chegar aonde queriam.

Em sua conclusão, Os Bons Companheiros quebra a quarta parede para envolver diretamente o espectador em suas indagações finais. O filme conquista o público exatamente por mexer em algo escondido profundamente nele – o desejo de transgressão. Jimmy Conway e sua camarilha trazem à tona a sede de insubordinação do homem comum, submetido a tantas leis, regras e obrigações sociais ao longo de toda a vida e sem receber, muitas vezes, a devida contrapartida. Não se trata, de forma alguma, de uma justificativa rasteira ao crime, que é praticado da forma mais ignóbil durante todo o longa-metragem. Mas uma coisa é certa: quando Tommy DeVito atira enfurecido contra a câmera, Martin Scorsese sabe muito bem o que deseja despertar em seu público.
Jean C.
Jean C.

8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de agosto de 2017
Um dos melhores filmes sobre gangsteres e com um padrão muito mais minimalista do que os grandes filmes do gênero. Robert De Niro e Liotta estão demais, e Joe Pesci em sua melhor atuação traz um punhado de insanidade e carisma para o filme, o que acaba fazendo com que toda violência de certa forma seja anestesiada pelos diálogos e atuações divertidas.
Gusferrer
Gusferrer

6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de janeiro de 2023
Que imersão que esse filme trás do começo ao fim, nem parece que é um filme tão longo, sem falar na trilha sonora maravilhosa. É nítido os traços de direção do Scorsese nesse filme, com a maneira de vivenciar os momentos, os cortes geniais, uma narrativa que te cativa vinda de todos os lado, disruptiva, a quebra da quarta parede de formas tão sutis, mesmo uma temática tão batida sobre máfia, principalmente nos anos 90, consegue ser um Filmaço!
Killua Zoldyck
Killua Zoldyck

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de março de 2023
CLASSIFICARIA COMO O QUARTO MELHOR FILME NA MINHA CONCEPÇÃO, O QUE SCORSESE FAZ NESSA OBRA É UMA AULA DE DIREÇÃO, DO TIPO QUE UNIVERSITARIOS DE CINEMA TINHAM QUE ASSISTIR PRA APRENDER.
Jorge Zacca
Jorge Zacca

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 6 de setembro de 2020
Um filme cansativo e sem sentido. Fui obrigado a parar de assistir na metade. Que chatice. Esperava muito mais do filme. Não tive paciência para assistir todo. Muita babaquice.
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