Ensina-me a Viver
Média
4,3
96 notas

19 Críticas do usuário

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6 críticas
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Maurício D.
Maurício D.

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0,5
Enviada em 17 de novembro de 2017
O filme é uma porcaria. Um dos piores filmes que já tive o desprazer de assistir na vida.
se pudesse desver,desveria.
Francisco A.
Francisco A.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de novembro de 2013
Este filme é o retrato do jovem trocarmos a obsessão pela morte do personagem, por redes sociais, vídeos games; veremos os jovens do mundo atual sedentários, vivendo num mundo virtual com pouco contato com a realidade. O papel da atriz pode muito bem ser substituído por educadores e pais em lhes mostrar as coisas simples da vida a qual nos dá prazer, o convívio com a natureza e o contato direto com o ser humano.
Rodrigo R
Rodrigo R

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de dezembro de 2018
Assisti este filme quando tinha menos de 10 anos....fiquei pasmo ......Espetacular,...marcou minha vida.....fiquei super intrigado....sentido....em choque!!!
Jair
Jair

6 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Cult ou clássico é a denominação dada aos produtos culturais que possuam um grupo de cultores fiéis, de seguidores dedicados através do tempo. Geralmente, algo cult continua a ter admiradores e fãs mesmo após “seu tempo”, mesmo depois de não ser mais produzido. Muitas obras atingem status de cult depois que suas "vidas úteis" supostamente expiraram. “Ensina-me a viver” é, certamente, quase quarenta anos depois de produzido, Cult na acepção exata do termo.
O filme foi até classificado como humor negro, o que talvez não seja a pura expressão da verdade, o comportamento de Harold é um misto de morbidade com humor negro, mas não dá o tom ao filme, apenas define que o personagem é niilista. Por exemplo, inicia-se com Harold (Bud Cort), fazendo todo um ritual de suicida, acendendo velas, escrevendo um bilhete e, por fim, subindo num banquinho, colocando a corda no pescoço e saltando do banco para o que seria o fim de uma vida jovem. Sua mãe, adentrando a sala não parece nem um pouco assustada, pergunta se ele acha aquilo engraçado. Um sorriso da suposta vítima indica que sim, ele acha engraçado o que fez.
Harold, 20 anos, filho único milionário, tem uma mãe super controladora que só olha para o próprio umbigo, não lhe dedica qualquer afeição. Em consequência ele é um obcecado pela morte, vive simulando suicídios, comparece a enterros de desconhecidos, curte ferros-velhos onde assiste destruição de carros e dirige um carro fúnebre para desespero da mãe. Nesta meio patética atividade conhece Maude, (Ruth Gordon) senhora de 79 anos cheia de vida. Os dois sentem uma ligação comum que os atrai imediatamente.
Harold descobre em Maude a alegria de viver, coisa completamente diferente do seu mundo de morte e desamor. Ele encontra uma libertação total na companhia de uma alma gêmea. Maude, bem de acordo com os tempos de peace and love – o filme é de 1971 – faz uma contestadora hippie (sem as clássicas vestimentas, penteados e idade adequados) destrambelhada que queima a vela pelas duas pontas, não está nem aí para as convenções sociais ou para a regras. Armada com uma filosofia tipo vale-tudo e uma total falta de senso comum, ela faz o que quer, quando quer, e não liga a mínima sobre o que a sociedade pensa dela. Tem o hábito de pegar qualquer carro estacionado e sair em disparada pelas ruas.
O roteiro é de Colin Higgins e direção de Hal Ashby e há um casamento perfeito entre ambos, o filme está redondo.
O elenco de apoio é igualmente excelente. Vivian Pickles interpreta a mãe de Harold, um socialite do mundo que não compreende seu filho. O tio de Harold, Victor (Charles Tyner), que se tornou canhoto porque perdeu o braço direito na guerra, agora é um general que serviu como tenente no Japão com General MacArthur.
As melhores seqüências, falando em termos puramente visuais, acontecem na casa de Maude, um vagão de trem desativado convertido em casa. Na sequência da convivência dos dois surge uma afinidade muito grande de modo que se tornam namorados e ele chega a pedi-la em casamento. Ao espectador atento, num átimo de cena, revela-se a verdadeira origem de Maude: ela é sobrevivente de campo de extermínio nazista, sua ânsia de viver explica-se finalmente.
O fim do filme surpreende e é um trunfo da estória, não vou revelá-lo, fica para quem assistir o DVD. JAIR, Floripa, 22/10/10.
Amalia C
Amalia C

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de agosto de 2024
É um filme maravilhoso! Eu adorei! Criativo, curioso, com cenas inusitadas, música nota 1000! Só não entendi uma coisa... porquê no trailer mostra beijos entre eles que no filme não mostra??? No mais, recomendo! Muito bom mesmo!
maria helena Magalhaes
maria helena Magalhaes

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de novembro de 2022
Adorei o filme. Ótima interpretação, musica fenomenal (Cat Stevens). Recomendo vivamente ver este filme, pois apesar de ser antigo, relata um história de um jovem que tenta chamar a atenção da progenitora com cenas caricatas de suicídio,
e que acaba por conhecer a felicidade de viver, com uma mulher cerca de 60 anos mais velha. Poderia ser perfeitamente uma história adaptada aos nossos dias. Recomendo.
Jeidson G.
Jeidson G.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de março de 2019
Simplesmente lindo! O filme retrata uma linda amizade entre duas pessoas de diferentes idades. Um dos meus preferidos.
Gabriel P
Gabriel P

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 17 de maio de 2019
Olá, gostaria de saber porque esse filme não tá disponivel para visualização? Tem outro meio onde eu possa assistir esse filme?
GoTyK
GoTyK

24 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de janeiro de 2026
Rompeu com os padrões sociais estabelecidos por um sistema arcaico e patriarcal, estabelecendo, numa década onde a liberdade individual começou a imperar, um avanço aterrador pros conservadores.
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