Orgulho e Preconceito
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4,5
4901 notas

451 Críticas do usuário

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Beatriz Nascimento R.
Beatriz Nascimento R.

13 seguidores 59 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de julho de 2015
Excelente ,Jane Austen é um gênio por ter escrevido esse belo romance.Admiro essa grande escritora, é mais uma entre as mulheres brilhantes que fizeram história.
Fabrício Madureira
Fabrício Madureira

6 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de dezembro de 2017
A história é "bonitinha", a fotografia é boa, as atuações não deixam a desejar... mas achei um pouco monótono, arrastado demais. Mesmo assim, vale a pena ver, só não acho que seja uma obra prima.
Gi C.
Gi C.

16 seguidores 51 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2013
Realmente é um filme muito bom, achei as falas um pouco cortadas demais, porém não tirou a magia do filme. Enredo encantador, atuações muito boas. Não encontrei nada que prejudicasse o bom andamento do ressaltar como o figurino estava ótimo.
Leonardo gabriel Araujo
Leonardo gabriel Araujo

3 seguidores 55 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de abril de 2022
Fui assistir depois de ler muitos comentários elogiando, mas fiquei decepcionado. Sinto que falta algo, acredito que a história tenha sido muito arrastada. spoiler:
Gostaria de ter visto mais do casal juntos spoiler:
Camila Jorge
Camila Jorge

8 seguidores 45 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de agosto de 2020
Filme maravilhoso! Vale a pena assistir. As cores, as músicas, o enredo: perfeito!
Israel C
Israel C

48 seguidores 38 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2012
Excelente! se não o melhor é um dos melhores romances q ja vi. ele é bem completo e bem feito em todos os aspectos, um típico filme de Joe Writh.
Leonardo L.
Leonardo L.

4 seguidores 35 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de abril de 2018
Filme genial, mostra toda a cultura de uma época, interpretações muito boas e o principal é que o filme possui mensagens e lições preciosas.
Michelle L.
Michelle L.

8 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de setembro de 2017
amei o filme.. lindo!!! completamente apaixonada. vale muito a pena assistir.. uma liçao linda, maravilhosa de vida!!!
Reinaldo Flores Alves
Reinaldo Flores Alves

1 seguidor 27 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de outubro de 2022
é só duas horas de varias pessoas indo na casa uma das outras
Valdeci C de Souza
Valdeci C de Souza

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012

Para escrever este comentário sobre o filme Orgulho e Preconceito com direção de Joe Wright fui buscar na Internet informações sobre o livro homônimo da escritora britânica Jane Austen uma vez que não tive o prazer de ler a obra. Faltava-me idéia para começar este texto. Então encontrei a seguinte preciosidade:
“A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho se relaciona mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós”.
Seria simplista demais dizer que o texto acima resume bem o tema tratado no filme Orgulho e Preconceito, mas na falta de outro melhor este vem a calhar. Até porque, como já disse anteriormente, não li o livro e, com certeza, outras passagens literárias mereceriam destaque neste meu comentário. Feito este preâmbulo (que já se estende em demasia) vamos ao que interessa já que vamos falar da obra cinematográfica e não literária que como se sabe, são linguagens diferentes.
A Sra. Bennet está desesperada para ver suas cinco filhas casadas e seguras uma vez que seu marido já está com o pé na cova. Como a família é constituída de cinco meninas a herança da família, por tradição, irá para William Collins primo das garotas. Para evitar que a herança da família vá para o jovem a matriarca da família tem chiliques e ataques de nervos só de pensar em perder o pouco que tem e deixar suas filhas desamparadas. Sua vida se resume em encontrar marido para as cinco filhas. Com a chegada de Charles Bingley e seu fiel amigo Fitzwilliam Darcy à região, a mulherada entra em alvoroço pronto para fisgar um dos cavalheiros (ou ambos). Em um baile público a família Bennet é apresentada aos jovens sendo que Bingley cai de amores por Jane Bennet (com 22 anos e a mais velha das irmãs) e Darcy não vê com bons olhos esta aproximação já que se trata de família camponesa e pobre. Aliás, Darcy desdém abertamente de Elizabeth (de 20 anos e a segunda filha dos Bennet) que, ferida em seu íntimo, trata-o como um ser desprezível, arrogante e orgulhoso.
Com o passar do tempo a relação dos Bennet com os jovens cavalheiros vai tomando outro rumo. Bingley é orientado por seu amigo a separar-se de Jane e Darcy por sua vez vai percebendo que Elizabeth é uma moça inteligente, perspicaz, astuta e sem papas na língua. Ao ficar sabendo destas articulações para separar sua irmã de seu amado Bingley Elizabeth acaba se aproximando de um jovem soldado que lhe conta o passado do frio e articulista Darcy.  Apesar de seu orgulho e preconceito em relação aos Bennet, Darcy acaba se aproximando da jovem Elizabeth e o amor acontece inexoravelmente. Chega-lhe, inclusive a pedir em casamento, mas é prontamente recusado por ser considerado culpado pela separação da irmã e por ser um sujeito deveras preconceituoso e pedante. Nestes encontros e desencontros do destino, Elizabeth e Darcy finalmente encontram razões sentimentais para deixarem de lutar um contra o outro e acabam aceitando suas diferenças e o amor (sempre ele) acaba por romper barreiras sociais, culturais e econômicas.

O filme é repleto de cenários arquitetônicos fabulosos, figurinos impecáveis e reconstituição de época de encantar quem, como eu, curte e o ambiente do século dezoito. Os bailes de gala são ricamente detalhados e aquele bailado todo com aquela música é de emocionar a qualquer um. Uma das cenas incríveis é o momento em que Elizabeth e Darcy estão a dançar no meio daquela gente toda e, por um milagre que só o amor é capaz de produzir, de repente estão sozinhos no salão como a simbolizar que o amor focaliza só o amado e mais ninguém importa. Confesso que não gostei muito da escolha de Keira Knightley vivendo a personagem instigante, perspicaz e sincera Elizabeth Bennet. Mas ela não compromete de todo e seu desempenho. Por outro lado, Matthew Macfadyen está fantástico na pele do orgulhoso Darcy. Mas o grande barato mesmo foi assistir a interpretação de Brenda Blethyn como a afetada, nervosa e cheia de chiliques Sra. Bennet. Ah sim, antes que eu me esqueça devo citar a participação de Judi Dench como a aristocrata dominadora Catherine de Bourgh. Pena que sua participação é pequena, mas essencial para o desenrolar da trama.  
Para quem curte um filme romântico com toques de ironia, cinismo, olhares de milhares de interpretações vale a pena assistir. Uma crítica cruel ao estilo de vida daquela época, mas através de uma perspectiva de que é possível superar orgulhos e preconceitos. O duelo entre o amor e o orgulho; a luta entre o desejo e o preconceito são elementos importantes retratados nesta obra. O amor não vive de aparências, não se alimenta de orgulho e, sem sombra de dúvida, não sobrevive neste círculo de vaidades.
 
Meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com
 
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