V de Vingança
Média
4,5
4985 notas

196 Críticas do usuário

5
114 críticas
4
58 críticas
3
9 críticas
2
11 críticas
1
2 críticas
0
2 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Karley N.
Karley N.

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2013
Até o mais fiel dos conservadores se rende aos prazeres da anarquia ao contemplar esta magnífica obra do cinema.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Ótimo filme. Trilha sonora ótima, atuações e direção super competentes. Outro acerto dos irmãos Wachowski. Um filme que nos faz extravazar tudo o que sentimos em relação aos regimes totalitaristas e que mostra o poder que o povo deve ou pelo menos deveria ter sobre sua nação. Um ótimo filme, que deveria ser passado e discutido em aulas de filosofia, sociologia pelo mundo afora. Só pela temática, personagens únicos e empáticos além da condução do roteiro e da direção torna V de Vingança um filme imperdível!!!
PedroConrado
PedroConrado

70 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Sem dúvida é um dos melhores filmes do ano, a história e excelente, os atores e também que gosta de efeitos especiais vai gostar muito, só mais uma coisa, o final do filme fecha com chave de ouro.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de maio de 2016
Difícil dizer que essa é uma adaptação da HQ pois não tem a mesma sequência da história. É um bom filme, mas com excesso de personagens caricatos.
EdsonAllean
EdsonAllean

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de dezembro de 2015
Esse filme linda artisticamente, fotografia magnífica, um linda história diferente do HQ mais não fica pra trás de forma alguma..
João C.
João C.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2016
Este é o meu filme favorito. E como eu tenho orgulho de dizer isso. Elenco com atuações impecáveis, roteiro incrivelmente planejado, contexto sem igual. É o tipo de produção que te inspira a ser um colecionador e sair comprando cada disco físico que existe!
Carlos A.
Carlos A.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de março de 2013
Filme espetacular! Atuações perfeitas, história sensacional. Nos leva a pensar em como aceitamos td calados, sem ter a noção de que temos sim poder até mesmo mudar um regime de governo, e tbm nos passa q temos força interior pra encarar nossos medos, e q somos mais fortes do q pensamos. spoiler: Qd vi aquele parlamento indo abaixo, ñ conseguia parar de imaginar q assim deveria acabar o congresso nacional.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de maio de 2013
Um filme chato, sem ação, uma atuação deplorável de Natalie Portman e muito ruim o roteiro. Não gostei de nada do filme, apenas do quadrinho que era ótimo, mas que decepciona ao ver o filme. Ruim.
John Constantyne
John Constantyne

7 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de agosto de 2012
ATENÇÃO ESTA CRÕNICA FOI ESCRITA ANTES DO LANÇAMENTO DO FILME.
DEPOIS O FILME SE COMPROVOU MARAVILHOSO, IMPERDÍVEL!

V de Vingança

Existe uma sincera promessa para a Grande Tela. Estréia nesta sexta, dia 7, de abril o filme V de Vingança. Acima de tudo devo classificá-lo como especial, diferente. Para quem viu e gostou de filmes como Dark City - A Cidade das Sombras, Sin City - A Cidade do Pecado (SIC) ou ainda, o já clássico, O Corvo, V de Vingança é imperdível. Também baseado em História em Quadrinhos, V for Vendetta (no original ingles) é uma história escrita pelo famoso Alan Moore de Watchmen e A Liga Extraordinária e desenhada, com personalidade, pelo excelente David Lloyd. Publicada nos anos 90 em vários capitulos, V, retrata uma realidade alternativa onde um regime totalitarista domina a Inglaterra, aonde a ação se passa.

Um regime autoritário se instalou e dominada a Ilha com mão-de-ferro. Usando de “olhos” (câmeras que vigiam até dentro de casa), “ouvidos” (escutas telefônicas) e “dedos” (os terríveis agentes de execução do regime) para cercear toda a liberdade, uma ditadura se instalou. Neste clima tenebroso, austero e ditatorial, surge uma entidade misteriosa, genial e muito teatral que se intitula simplesmente V e usa uma máscara que representa Guy Fawkes, um famoso “traidor” do antigo Reino Unido. Mestre em artimanhas e dotado de uns poderes especiais, esta quase entidade – tamanha capacidade de desaparecer no ar - vai usar de todos os métodos disponíveis para derrubar o regime opressor. Como um perfeito Anarquista, não terá qualquer compromisso com escrúpulos ou bons costumes. Usando a ética de olho-por-olho e dente-por-dente, não haverá limites para o que “ele” fará.

Na estória original, o personagem chega às raias da loucura e a torturar mesmo a sua própria parceira e amor platônico, usada sem vontade própria. De acordo com a imprensa as “cores” da estória – que na verdade era em preto-e-branco (sic) – foram suavizadas para a telona. Quem se interessar deverá procurar o original para saber de todas as atrocidades do personagem. É bem verdade que o autor que é levemente megalômano (gênios podem ser assim) não aprovou o roteiro do filme, mas resta uma esperança. Moore é totalmente exagerado. Vamos pagar para ver.

A promessa tem tudo para se realizar. Espero que aproveitem a dica com moderação. Afinal não é filme para o “grande público” e muito menos para “crianças”. Como diria Alfred Hitchcock: Quem viver verá. E eu assino em baixo com uma rosa de presente...
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de abril de 2015
V de Vingança é um manifesto Pop, uma reunião de eventos incendiários com os quais temos convivido em nossas vidas reais desde tempos imemoriais. Um turbilhão de influências históricas, com "o dedo" crítico apontado para regimes opressores, e o desejo libertário que eles provocam nos menos favorecidos. Aos fatos reais “homenageados” pelo longa, somam-se os alertas distópicos proporcionados pela ficção científica, gênero literário que viu surgir, em 1949, a icônica obra 1984, escrita pelo visionário George Orwell. Desde então, inúmeras histórias, nas mais diversas mídias, tem bebido dessa riquíssima fonte, em que a vigilância imposta pelo Governo, as suas represálias à rebeldia da classe operária e a consequente revolta dos oprimidos se misturam, culminado em verdadeiras óperas ideológicas e revolucionárias, das quais V de Vingança é um belíssimo expoente. A despeito de sua embalagem juvenil, o filme surpreende pelo recheio, uma exuberante orquestra explosiva de críticas sociais.
Escrito pelos diretores da saga Matrix, Andy e Larry (hoje Lana) Wachowski, com base em uma HQ concebida em 1982 pelo contundente Alan Moore, o tecnicamente muito bem produzido e altamente estilizado longa que marca a estreia na direção de James McTeigue (que foi assistente de direção na famosa trilogia acima citada) nos apresenta, com uma acidez adequada, a um Reino (des) Unido, governado, em um futuro muito próximo, pelo tirano Alto Chanceler Adam Sutler, vivido com acertada austeridade por John Hurt. Seu discurso, sua postura, o logotipo e as cores de seu partido não negam a inspiração "Hitleriana". Referências explícitas ao holocausto nazista também são notórias quando vemos as experiências pelas quais as pessoas "diferentes" são submetidas, devido a comportamento e ideias subversivas que contradizem o regime ditador. Um dos sobreviventes desse holocausto é o anti-herói idealista que protagoniza a história, e que passa a se autodenominar apenas por "V".
É praticamente impossível, nos dias de hoje, em nossa vida real, nunca ter visto por aí a tão famosa máscara que esconde o rosto deformado por queimaduras do ativista revolucionário do longa. As feições caricatas da máscara são baseadas no personagem (real) Guy Fawkes, um soldado católico inglês que, em 05 de Novembro de 1605, liderou um levante que tentou explodir o Parlamento Inglês como forma de oposição ao regime do rei protestante da época. Ele acabou sendo capturado e enforcado. A data, porém, ficou como lembrança do atentado, ou melhor, da tentativa. E este é o dia escolhido, no filme, por "V" para concluir o feito idealizado séculos atrás. Apesar de o contexto religioso ter sido amenizado no roteiro, o filme encontra espaço para uma breve, porém direta, citação a casos de pedofilia envolvendo a Igreja, mais um entre tantos pesadelos da vida real.
A influência que "V" exerce sobre o povo ao longo da projeção, convidando-os a participarem de sua "explosão sinfônica" com data marcada, encontra ecos em diversas manifestações ao redor do globo, cujos exemplos mais recentes podem ser encontrados no Oriente Médio, na América Latina e nas fronteiras ocidentais da Rússia. A ditadura militar que o Brasil viveu a partir de 1964 (e perdurou por 20 anos) também encontra paralelos na atmosfera repressora vista no longa. O roteiro reserva lugar ainda para ilustrar a manipulação da mídia que induz o povo a acreditar na “sua verdade”. No filme, a TV é monopolizada pelo Estado... e na vida real? O medo, e a perca dele diante da tortura, é outra contundente alegoria vista na história. Em duas cenas, notamos que "a esperança venceu o medo", seja em meio às chamas ou sob a chuva. É essa coragem que impulsiona as atitudes finais de Evey (Natalie Portman, bela e talentosa como sempre), funcionária da TV estatal que conhece "V" e se envolve de tal forma com sua causa que se torna peça fundamental do jogo de dominó perpetrado pelo agitador fantasiado, que acredita na sobrevivência de seus ideais enquanto ao menos uma "pedra" permanecer de pé.
SPOLIER:
spoiler: Por fim, o fato de o público não ver em nenhum momento o rosto de "V" (interpretado por Hugo Weaving), encontra explicação justamente na sua causa libertária. Ele pode ser eu, você, ele, ela, ou até mesmo aquele personagem que já morreu mas permanece vivo na memória de seus entes queridos... A explosão do Parlamento Britânico nada mais é do que um enorme grito metafórico de liberdade ante todo tipo de opressão, seja política, econômica, social, racial, sexual ou ideológica. "V" é a mais (in)sensata representação do povo que almeja um futuro melhor, e luta por ele.[spoiler]
[/spoiler]
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa