Média
4,0
442 notas
Você assistiu Maria Antonieta ?
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 7 de julho de 2015
Confesso que fui assistir "Maria Antonieta" pra ver ser teria mas uma direção admirável de Sofia Coppola,depois de "As Virgens Suicidas" e "Encontros e Desencontros".Na verdade ela mostra um trabalho bem parecido,apesar desses três filmes abordarem temas totalmente diferentes.Em relação a esse filme,o andamento é interessante,já que a personagem principal,que leva o título do filme,nos traz tantos momentos interessantes,desde,sua saída de seu querido lar,até a chegada para seu casório.Destaque para fotografia e figurino,que são de primeira linha.
5,0
Enviada em 8 de julho de 2015
assisti no canal Warner hd, muito bom mesmo, história bem produzida e dirigida, atuações muito convincentes, cenas de drama bem elaboradas, figurinos de época bem realistas, dublagem nota dez.
Eliabe O.

8 críticas

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3,5
Enviada em 7 de setembro de 2015
Sensacional filme de Sofia Coppola, apesar de não gostar de filme de época, este filme me encantou por ter aspectos diferentes de outros filmes do gênero.
Soraia

2 críticas

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1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme raso: superficial e mal feito. Estou muito decepcionada com a até então promissora Sofia Coppola. A tentativa de colocar músicas atuais num filme de época foi interessante em alguns momentos, mas, por causa de más escolhas, terminou num emaranhado frenético e totalmente desconexo com o que se pretendia passar. Não houve profundidade no tema das reivindicações populares, da desconexão entre a fartura da corte e a pobreza dos súditos, nem nas consequências que isso levou - a morte de todos da família real. Enfim, apesar da tentativa, no início, de ser fiel á realidade (a realidade pessoal de Maria Antonieta), no fim, o filme se rendeu à visão amenizada do mundo e se mostrou atenuado. Triste, para uma diretora do porte de Sofia Coppola.
2,5
Enviada em 19 de janeiro de 2023
Filme de 2006. Uma visão da França pré-revolução que pôs fim à monarquia. Luiz 16 e Maria Antonieta foram colhidos de surpresa para a realeza. Imaturos muito tinham a aprender sobre a vida, mas naquele ambiente de festas e orgias não era fácil. Um rei e uma rainha têm por dever olhar para o povo, cuidar das condições de vida, elevar o potencial humano. A pobreza ficava do lado de fora, e os reis nada sabiam dela. O rei não impunha controle nas contas do Estado que gastava muito em suntuosidades supérfluas, o tinha de conduzir para a ruina. Enquanto o povo não tinha o que comer o rei era influenciado pelos assessores a enviar dinheiro para ajudar os Estados Unidos contra a Inglaterra. Por fim a ocupação do palácio pelos manifestantes amotinados dando desfecho ao golpe que criou a república pondo fim a monarquia constitucional, mas esse movimento e seus líderes não fazem parte do filme.
4,0
Enviada em 24 de janeiro de 2021
O filme MARIA ANTONIETA, de Sofia Coppola (filha do grande Francis Ford Coppola), de 2006, é ousado. A ousadia começa pela trilha sonora, com músicas contemporâneas, especialmente rock dos anos 1980, liberdades poéticas em algumas cenas (como aquela em que Antonieta e seu grupo de amigos participam de um jogo de adivinhação muito comum entre os jovens dos EUA, ou aquela em que aparece um par de tênis rosa) e continua pela maneira pessoal, extremamente feminina e sensível de retratar a protagonista. Sofia fugiu de todos os clichês sobre a controversa rainha e nos apresenta uma versão talvez mais "humanizada" em relação a Maria Antonieta e, acima de tudo, em relação ao apresentado enquanto belo, jovem e extremamente assustado e despreparado Luís XVI, mais interessado em chaves e fechaduras do que no governo da França. O que Sofia parece nos querer dizer durante todo o filme é que eles eram apenas adolescentes quando assumiram o trono. Lembrando que o conceito de adolescência só vai ser engendrado à partir do século XIX e sedimentando no século XX. Até o século XVIII se passava diretamente da infância à idade adulta, sem uma fase intermediária. Os protagonistas são construídos enquanto inocentes e extremamente inexperientes, ambos criados em redoma, ou em "bolhas", como diríamos hoje, mal aconselhados pelos seus ministros e tornados um pouco "órfãos" pelo casamento precoce. Dentro da lógica do filme, eles certamente não poderiam mesmo ter feito muito melhor do que fizeram...
2,5
Enviada em 31 de outubro de 2023
Maria Antonieta (Dunst) é uma jovem aristocrata austríaca que é enviada para Versalhes, para selar a união de ambos os países, casando-se com o igualmente jovem príncipe (Schwartzman).

Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2023/10/filme-do-dia-maria-antonieta-2006-sofia.html
5,0
Enviada em 6 de julho de 2019
Lindo! Bem produzido, com cenário e figurinos nota 10. Um dos meus filmes favoritos. Existe algo nele que me prende e me fascina. O filme é explorado a vida de Maria Antonieta, e não a revolução em si. Concordo, que a cena da decapitação seria excelente, mas fugiria da temática e ideal Inicial da diretora de mostrar um filme apenas sobre a rainha francesa.
5,0
Enviada em 16 de julho de 2017
Filme agradável poe não se centrar pura e simplesmente no que livros de História mecanicamente descrevem, mas pelo alvo ( atingido) de contar como Maria Antonieta reagiu a todo um cortante protocolo a que estava amarrada. Para uma adolescente enfrentar, naquela época, todo um contexto ferino e feroz, passar por afastamentos por obrigação (vide a cena de despedida de seu cachorrinho de estimação) e permanecer equilibrada como uma lady em mar de rosas seria impossível, e todo um choque emocional a fez ser rotulada de fria e excentrica. Sofia Coppola genial, Kirsten Dunst magnífica, figurinos e fotografia excelentes.
2,0
Enviada em 14 de novembro de 2024
O filme é igual à Maria Antonieta: inútil. A história focou apenas nas futilidades da rainha mostrando seu dia à dia de maneira enfadonha. A mulher faz parte importante da história da França, da revolução e o filme pecou por praticamente ignorar tudo isso
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