Li o livro e fiquei encantada com a forma a qual khaled hosseini escreve... cheio de detalhes... O filme cumpre a propsta do livro. História triste mas muito rica sobre amizade, amadurecimento e redenção! Amei!!!
Um filme com grande potencial, onde em parte consegue atingir as expectativas com a sensibilidade de Amir e Hassan quando crianças com bons diálogos e cenas marcantes, boa fotografia e bela trilha sonora, mas peca no roteiro, quando poderia ter ido mais a fundo no livro, o elenco adulto também poderia ter sido mais bem escolhido, principalmente Amir adulto, falta tensão e emoção ao personagem. O caçador de pipas tem ótimos 1° e 2° atos, mas perde força no ato final.
Filme comovente a partir dos 20 minutos iniciais. A amizade dos dois amigos, Amir e Hassan, é mostrada tendo como pano de fundo a habilidade de Amir com a escrita, e a de Hassan, ao empinar pipas num país como o Afeganistão no início dos anos 70. Hassan sempre foi o corajoso, enquanto Amir era covarde. Após um incidente extremamente desagradável, a amizade dos dois ficou abalada e eles nunca mais se viram. A rica família de Amir conseguiu fugir do país quando este foi invadido pela Rússia e emigrou para os EUA, onde prosperou e ele chegou a se casar com a filha de um general muçulmano. Anos depois, enfrentando mil perigos, Amir conseguiu resgatar de um orfanato no Afeganistão o filho de Hassan, já falecido, que, ele soube mais tarde, era seu irmão de sangue. A moral do filme é que todos os atos que fazemos trazem consequências e nunca é tarde para se corrigir os erros cometidos.O filme mereceu os prêmios conquistados, demonstrando que as diferentes culturas convergem para um mesmo ponto.
Eu não li este livro. E nem preciso. O Caçador de Pipas é romance ficcional puro, adaptado da maneira mais eloquente e visual jamais vista. Uma história que é uma longa sequência, que passa por décadas e diferentes cenários, personagens, situações. Com o pouco que o filme apresenta ele se torna complexo o suficiente para nos fazer prender a atenção pela história do jovem Amir como o própro Amir prendia a atenção de seu servo e amigo Hassan contando uma das mil e uma histórias de seu livro. A essência de contar história está na essência deste filme. E é por isso que ele é tão bom. Ele segue um fluxo literário em forma de cinema, apresentando detalhes que marcam a cada momento e são retornados no momento propício. Quando chega o terceiro ato nos lembramos como se tivéssemos acabado de ver o final da amizade desses dois, e como a vida segue longos arcos que, se Deus permitisse, gostaríamos de fechar antes de partir.
A história é comovente? Sim, mas pra quem já leu o livro, na minha opinião. Achei que o filme deixou muito a desejar, muitas partes, que eu acho importantes, não foram colocadas ou foram feitas superficialmente. Isso, sem falar que, no filme, parece que usaram o tema "Afeganistão" para evidenciar mais os valores americanos, que, na verdade, não tem nada a ver com a cultura afegã e com o que aconteceu na época das guerras e do talibã... Enfim, não fiquei muito fã do filme. Continuo achando o livro muito melhor!
Eu já li o livro, e confesso que cheguei a chorar. Como de costume o filme não é tão bom quanto o livro, mas segue fiel o roteiro, que por sinal é encantador. Recomendo!
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